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Cinema

A Cor Púrpura ganhará uma versão musical

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O clássico dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Whopi Goldberg em 1985, A Cor Púrpura, ganhará uma nova versão, mas com uma pequena mudança: Em formato musical. O filme, o primeiro de Goldberg, foi aclamado pela crítica à época e foi indicado a 11 Oscars, incluindo  Melhor Filme, Melhor Atriz para Goldberg e Melhor Atriz Coadjuvante para Oprah Winfrey, que também produzirá a nova versão. A informação é do Collider.

O ponto de partida será a versão para a Broadaway produzida do filme, em 2005, que assim como a adaptação cinematográfica, foi indicada a 11 prêmios Tony e já ganhou um revival, entre 2015 e 2017, que venceu 2 Tonys. Spielberg e Goldberg se juntam na produção a Quincy Jones e ao veterano da Broadway Scott Sander. O estúdio por trás da empreitada é a Warner Bross.

Oprah Winfrey em A Cor Púrpura

Oprah Winfrey em A Cor Púrpura (Foto: Divulgação/Warner)

Baseado no romance de 1982 de Alice Walker, a história segue Celie e outras mulheres afro-americanas no sul dos Estados Unidos na década de 1930 e suas lutas com o racismo, vivendo na classe social mais baixa, enquanto Celie também se esforça para encontrar sua identidade depois de sofrer abuso de vários homens em sua vida ao longo dos anos.

Cynthia Erivo estrelou o revival da Broadway em 2016 e ganhou o Tony Award de Melhor Atriz em Musical (assim como Goldberg venceu um Globo de Ouro de Atriz Principal pela versão de 85), mas ainda não foi decidido se ela reprisará seu papel nas telonas, já que o elenco da nova versão ainda não foi escalado. Na verdade, o projeto ainda não tem um escritor, pois ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento.

O projeto é mais um dos muitos da atual fase de Hollywood que demonstram que os maiores estúdios tem preferido apostar em releituras, refilmagens ou continuação de clássicos por medo de fracasso numérico ou apenas um desejo de continuar na zona de conforto. Até então, tem funcionado. Resta saber por quanto tempo o público continuará comprando tal padrão.

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Cinema

5 filmes para se assistir na Globoplay

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Além de investir em séries originais, outra estratégia usada pela Globoplay, serviço de streaming da Globo, para competir com a Netflix, é a expansão do seu catálogo de filmes, que hoje inclui muito mais do que apenas filmes nacionais.

Separamos, nesta lista, 5 produções disponíveis na Globoplay que valem uma olhada:

1 – O Casamento do Meu Melhor Amigo

Uma das mais clássicas comédias românticas é uma das boas opções disponíveis no streaming da Globoplay. A história de Julianne (brilhantemente interpretada por Julia Roberts, no auge de sua carreira), uma mulher que descobre que está apaixonada pelo seu ex namorado e agora atual melhor amigo, emocionou a todos nos anos 90 e é uma excelente pedida pra quem gosta de uma comédia romântica.

2 – Paraísos Artificiais

Foto: Divulgação

Se o que você procura é um filme brasileiro, o streaming da Globoplay é cheio de opções e uma delas é Paraísos Artificiais. Contada por linhas temporais diferentes e truncadas, o longa traz a complicada história de amor de Érika (Nathalia Dill) e Nando (Luca Bianchi), entre festivais de música eletrônica, drogas sintéticas e álcool.

3 – Comer, Rezar e Amar

Foto: Divulgação

Mais um filme com Julia Roberts, mas mais recente e em outra linha. Comer, Rezar e Amar é baseado em um famoso livro de auto ajuda e conta a história de Liz (Roberts), uma mulher que achava que tinha tudo que precisava na vida, até passar por uma decepção e perceber que precisava mudar e embarca em uma jornada de autoconhecimento e descoberta.

4 – As Aventuras de Tintim

Foto: Divulgação

Dirigido pelo tarimbado Steven Spielberg e vencedor do Globo de Ouro de animação, As Aventuras de Tintim é baseado em uma série de histórias em quadrinhos e conta a história do repórter Tintim e seu fiel escudeiro, o cão Milu. No filme de 2011, os dois embarcam em uma história de sequestro e mistério depois de comprarem uma miniatura de um barco e serem sequestrados juntos com o capitão do mesmo.

5 – Elysium

Foto: Divulgação

Produção norte-americana com Wagner Moura e Matt Damon no elenco, Elysium é uma boa pedida para os fãs de ficção científica e conta a história de um futuro (2154) onde o que restou da raça humana está dividida em dois grupos: Um vive em uma estação espacial, enquanto outro (o sem acesso e pobre) vive no que restou da Terra após a destruição humana.

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Cinema

Franquia Jack Reacher vai ganhar série de TV

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Tom Cruise em Jack Reacher (Foto: Divulgaçao)

Depois de dois filmes, Tom Cruise não irá mais interpretar Jack Reacher.

A série de livros que foi transformada em uma franquia de filmes estrelada por Tom Cruise, vai para a pequena tela, em formato de série de TV. O autor dos livros, Lee Child, deu a notícia na quarta-feira, dizendo que há um acordo com os produtores Skydance Television e Paramount Television para uma série de TV de Jack Reacher. Este acordo sinaliza o fim dos filmes liderados por Cruise, e Cruise não irá estrelar a série de TV em potencial.

Na série Jack Reacher, o personagem-título, é um veterano do Exército dos EUA que trabalha como detetive contratado. Cruise estrelou como Reacher em dois filmes: Jack Reacher, lançado em 2012, e a sequência Jack Reacher: Never Go Back, lançado em 2016. Mas nos livros, Reacher é descrito como grande e fisicamente imponente, e Child observa que Cruise, mesmo com todo o seu talento, não tinha essa fisicalidade”.

Para a série de TV, então, eles estão procurando alguém que corresponda mais à descrição dos livros de Reacher.

Child disse que está de olho na Netflix ou outra “emissora de streaming” para a série de TV, mas nada foi definido ainda.

O primeiro filme foi lançado em 2012, rendeu quase US $ 220 milhões em todo o mundo e recebeu críticas positivas, apesar da reação inicial negativa por trás da escalação de Cruise. A sequência, Jack Reacher: Never Go Back, saiu quatro anos depois e não impressionou os críticos ou as bilheterias, talvez outro dos motivos que levou ao cancelamento da franquia.

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Cinema

Lista: 5 filmes indepedentes que chegaram até o Oscar

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Moonlight, vencedor do Oscar de Melhor Filme (Foto: Divulgação)

Que o Oscar é a maior honra que um filme pode receber, todo mundo sabe. É pra isso que os grandes estúdios trabalham incansavelmente, investindo milhões em produção, elenco e divulgação. Contudo, existem aqueles estúdios menores que, mesmo sem grandes recursos de divulgação e produção, conseguem realizar filmes que, pelo boca-a-boca ou aclamação crítica, chegam lá. São os chamados filmes independentes.

Conheça 5 dessas produções que, a despeito de todos os problemas, chegaram até o Oscar.

1 – Moonlight

Um dos marcantes vencedores da história do Oscar de Melhor Filme  tem vários motivos para isso: Foi o primeiro filme com temática LGBT a vencer o prêmio máximo da noite, bem como o de menor orçamento – sem contar a virada história em cima do então favorito La La Land.  A produção da A24 ainda venceu 6 prêmios no Spirit Award, o “Oscar” dos filmes independentes.

2 – Quem que ser um Milionário?

Foto: Divulgação

Um dos últimos grandes vencedores da Academia, o filme de Danny Boyle conseguiu, em 2008, vencer 8 Oscar dos 10 a que foi indicado (incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme), uma marca e tanto para um filme que não apenas era independente, como britânico. A história de Jamal (um inspirado Dev Patel em início de carreira) arrebatou a publico e crítica e quebrou barreiras de uma forma que até hoje, poucos filmes conseguiram.

3 – Corra!

Foto: Divulgação

Provavelmente o maior sucesso do gênero no ano passado, Corra! chegou onde poucos filmes independentes e lançados bem antes da chamada award season (período entre outubro e dezembro, onde geralmente os estúdios lançam suas apostas pra cerimônia) chegaram. Além da aclamação crítica e das diversas indicações, o filme venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original, um dos principais da noite e, além de tudo, é um ótimo thriller sobre racismo, mistério e do que há de pior no ser humano.

4 – 127 Horas

Foto: Divulgação

Baseado na real história de Aron Ralston, que ficou 127 horas preso pelo braço contra a parede de um canyon, em uma aventura no Blue John Canyon.  O longa independente dirigido por Danny Boyle conta os dias de desespero de Aron e sua tentativa de não perder o controle e de se manter vivo, enquanto tenta amputar o próprio braço para conseguir escapar. O filme foi indicado a 6 Oscars, incluindo melhor filme e melhor ator para James Franco, que interpreta Aron.

5- Juno

Foto: Divulgação

Escrito em 2007 pela então iniciante Diablo Cody, Juno quebrou barreiras ao ser um filme independente, com uma protagonista adolescente (Ellen Page), com um tema ainda um pouco tabu à época (gravidez na adolescência) e uma roteirista desconhecida ao ser indicado a 4 Oscars e vencer 1 (de roteiro original). Além do Oscar, o filme também foi indicado a outros prêmios e venceu 3 Spirit Awards.

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