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Rumor pode ter revelado papel de Matt Smith em Star Wars IX

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Papel de Matt Smith em Star Wars IX pode ter sido revelado: um jovem Palpatine

Um novo rumor de Star Wars: Episódio IX afirma que Matt Smith irá interpretar uma versão mais jovem do Imperador Palpatine no filme que encerrará a trilogia atual. O ator, famoso pelo seu papel em Doctor Who é um dos vários recém-chegados à galáxia muito, muito distante, anunciado ao elenco durante o verão, no que foi descrito apenas como um “papel fundamental”.

Como é costume na Lucasfilm, os detalhes da trama para o final da trilogia estão sendo mantidos em segredo, o que significa que não se sabe muito sobre todos os novos rostos que aparecerão. Mesmo assim, os fãs estão ansiosos para aprender o que podem e os rumores estão por todo canto.

Palpatine, é claro, foi o grande sucesso dos seis primeiros episódios da saga Star Wars. Ele assumiu o controle da República Galáctica na trilogia “prequel” (Episódios I, II e III) e transformou-a no Império que podemos ver nos episódios IV, V e VI.

Ao mesmo tempo em que é preciso manter as expectativas baixar por ser tratar de um rumor, a presença de Palpatine ainda é uma possibilidade muito intrigante de se discutir. O maior problema é descobrir como exatamente Palpatine retornaria. É possível que o episódio IX incorpore flashbacks, ou que J.J. Abrams (produtor) use artifícios como clones ou viagens no tempo.

Ainda sem título divulgado, o Episódio IX está previsto para ir ao ar em dezembro de 2019.

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Como o streaming mudou o jeito de assistir TV no Brasil

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Os streamings vieram para matar a TV? (Foto; Reprodução/Netflix)

Em meio a um mundo agitado e marcado cada vez mais pela agilidade e pela falta de tempo, os serviços de streaming emergiram. Apresentando-se como opção às formas de consumo de conteúdo convencionais, não demorou muito para se popularizarem e ganharem não apenas adeptos, como defensores fervorosos. Netflix, Globoplay, Amazon… Até grandes estúdios, como a Disney, viram o potencial que existia ali e começaram a investir na criação de um serviço.

É bem fácil entender o fenômeno: O espectador pode, finalmente, fazer seu próprio horário. Não precisa mais redefinir seu cronograma porque o filme que quer assistir será exibido apenas naquele momento, nem remarcar um compromisso para não perder o novo episódio de sua série favorita – em alguns casos, nem esperar quase uma semana para saber como se dará a continuação do mesmo. Se antes, mesmo com o controle às mãos, a sensação que se passava era a de amarras invisíveis nos segurando a programação, agora é o inverso.

Cada um é dono de si, do seu tempo e consegue otimizá-lo da melhor forma possível para adequá-lo ao consumo de produtos audiovisuais, A grande discussão a se levantar é: Qual é o futuro da TV aberta e da TV fechada? É possível que, em um futuro não tão distante assim, estas emissoras adotem o modelo do streaming ao não produzir conteúdos com horário fixo? Salvam-se, aqui, os programas noticiosos, esportivos ou reality shows, que tem sua base fixada no que acontece ao vivo e que não podem sofrer tal rotatividade.

Já no que tange a produção de novelas e outros conteúdo de entretenimento, a ausência do imediatismo aponta para esse caminho. Não existe nada que segure esse tipo de programa a um horário pré definido (inclusive é cada vez mais visível que muita gente está deixando de ver a novela ao vivo para assistir ao capítulo na Globoplay, no caso da Rede Globo) e testar um novo formato é algo compreensível.

O problema é que tal mudança esbarraria justamente na tradição que o brasileiro já possui com a telenovela. Produto intríseco à nossa história, é complicado – talvez impossível – imaginar o telespectador médio deixando de sentar-se ao sofá no final da noite, ligando a TV em uma novela, para deixar acumular para ver depois por outros meios.

É uma guerra fria, entre o novo e o velho, que está longe de acabar – e de ter vencedor definido.

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Cinema

Disney prepara série de Loki para serviço de streaming

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Tom Hiddelston protagonizará série sobre Loki (Foto: Divulgação/Marvel Studios)

Os fãs de Loki que sofreram sua morte no começo do último filme de Vingadores podem secar suas lágrimas. Desde setembro, especulava-se que Disney estava fazendo grandes planos para que as pessoas do Marvel Studios, da Disney, participassem do serviço de streaming da Disney a ser lançado, o Disney+. Dizia-se que esses planos incluíam uma série solo do Loki, com Tom Hiddleston reprisando seu papel como o amado e odiado irmão do Thor, e agora veio a confirmação.

Os detalhes da produção ainda são escassos, mas a Disney disse que uma série live-action centrada em torno de Loki, estrelado por Tom Hiddleston, vai estrear no serviço de streaming Disney+.

Quando a conversa sobre essas novas séries autônomas começou, os relatos eram de que esses programas estavam sendo visualizados como extensões do MCU existente e poderiam ser limitados ou minisséries, consistindo de apenas um punhado de episódios cada, contando uma história completa. Isso combinaria com as agendas lotadas de atores como Hiddleston, ao mesmo tempo em que permitiria que os fãs experimentassem uma história de MCU em nível de filme em um formato mais longo.

Esses shows da Disney + serão diferentes dos programas anteriores da Marvel, como Agentes de S.H.I.E.LD. e Demolidor em um aspecto importante: o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, supervisionará os shows da Disney +, enquanto os shows da Netflix e da ABC Marvel foram supervisionados por Jeph Loeb, da Marvel TV.

Outros atores da MCU especulados para ganhar séries são Elizabeth Olsen e sua Feiticeira Escarlate, e Anthony Mackie e Sebastian Stan, com Falcão e Soldado Invernal. Mas por enquanto, a única série que foi confirmado é a de Loki.

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Por que o Cinema Nacional não apresenta resultados

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Cidade de Deus: Filme brasileiro recebeu 4 indicações ao Oscar (Foto: Divulgação)

Existe uma máxima difundida pelos quatro cantos do país: A de que “filme nacional não presta”. É claro que existem os ferrenhos defensores de nossas produções, que ao ouvir tal afirmação se colocam em defensa das mesmas, mas não é preciso fazer um estudo interpretativo para perceber que muita, mas muita gente compartilha de fato dessa opinião, que sim, carrega consigo uma boa dose de desconhecimento e, principalmente, de falta de vontade.

Esse tipo de comportamento é uma consequência da enxurrada de filmes de comédia lançados anualmente. Se a pessoa tem o costume de passar pelo cinema sempre que vai a um shopping, por exemplo, e olhar os filmes em cartaz e as propagandas dos que estão por vi, dificilmente ela não verá uma comédia brasileira ali – mas muito, muito raramente ela verá algum exemplar de filme brasileiro de outro gênero.

O que não quer dizer, em momento algum, que eles não estão sendo produzidos e não sejam bons. Eles existem e são ótimos, mas com raras exceções, suas divulgações ficam restritas a festivais e pequenas sessões. Nos últimos anos, tivemos casos como “Boa Sorte”, “Gabriel e a Montanha”, “Corpo Elétrico”, ótimas – e elogiadas – produções, mas que são total ou quase que completamente desconhecidas fora do público dito mais “cult”.

Existem aqueles filmes de meio termo, como “O Som ao Redor”, “Acquarius”, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” e “Que Horas Ela Volta?”, que conseguem um pouco mais de destaque graças ao seu destaque internacional, mas que ainda assim, não conseguem tanto destaque quanto as comédias de grande alcance – que, vejam bem, não são ruins. Existem ótimos exemplares, como “TOC – Transtornada, Obsessiva e Compulsiva” e o clássico “Se Eu Fosse Você”. O problema é quando esses filmes ganham um incentivo e uma divulgação bem maior do que a de outros que “fogem” desse estilo. Mesmo as chamadas comédias românticas, como o excelente “Ponte Aérea”, não conseguem tanto destaque.

Na história do nosso cinema, existem filmes profundos e excepcionais que conseguiram seu lugar ao sol sozinhos, como os clássicos “Olga”, “Central do Brasil” e “Cidade de Deus”. Por que, então, continua existindo essa ideia de que nossas produções são ruins? Não, elas não são.

Só precisam ser encontradas.

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