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Eleições 2018

Áudio vazado no Domingo Espetacular revela suposto câncer de intestino em Bolsonaro

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Imagens de Jair Bolsonaro no Domingo Espetacular. (Foto: Reprodução/RecordTV)

Imagens de Jair Bolsonaro no Domingo Espetacular. (Foto: Reprodução/RecordTV)

O Domingo Espetacular que foi ao ar no último dia (21), exibiu uma reportagem sobre Jair Bolsonaro que deixou os internautas curiosos por conta de um áudio que supostamente acabou vazando durante a troca de cenas da reportagem. A emissora não se pronunciou se for sem querer ou não.

Ao fundo, podemos perceber o médico dizendo “câncer no intestino” exatamente no minuto 6:54 da reportagem que você confere ao final da matéria. Vale lembrar que houveram boatos recentes de que Jair Bolsonaro estava com câncer.

Caso aconteça algo com o presidenciável, seu vice, General Mourão, é quem assume a presidência do País caso seja eleito.

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GLOBO MINIMIZA REPORTAGEM QUE DENUNCIA ESCÂNDALO ENVOLVENDO BOLSONARO SOBRE CAMPANHA ILEGAL

A matéria que foi destacada na capa da Folha de S.Paulo na última quinta-feira (18), a notícia de que empresários estão bancando campanha contra o PT pelo WhatsApp se tornou o assunto do dia no Brasil – e em boa parte do mundo. Tanto o PT quanto o PSL continuam trocando farpas nas redes sociais em torno do assunto.

A reportagem feita por Patrícia Campos Mello denuncia que empresas apoiadoras do candidato Jair Bolsonaro (PSL), estão comprando um serviço de disparo de mensagens em massa contra o rival na disputa eleitoral. A prática, uma forma de doação de empresas para campanha eleitoral, é proibida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) desde 2015, e configura violação da lei eleitoral.

Devido à gravidade da denúncia, a manchete da Folha teve uma repercussão enorme no meio político e na mídia em geral, incluindo as redes sociais. Fernando Haddad (PT), falou sobre o assunto em diferentes eventos dos quais participou, e o PT entrou com uma ação no TSE pedindo a inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder econômico e pelo uso indevido dos meios de comunicação.

O PSL e Bolsonaro negaram as acusações e anunciou que estuda processar Haddad. Um dos empresários citados na reportagem disse que pretende processar a Folha. Jornais de diferentes países ao redor do mundo noticiaram a reportagem da Folha, dando opiniões e analisando a situação geral das eleições brasileiras deste ano.

Dada a ocasião, foi notável a timidez das principais emissoras de televisão do Brasil. A Globo evitou repercutir a notícia da Folha de maneira direta. No Jornal Nacional, Bonner optou por falar do caso de forma indireta, citando o pedido do PT da inelegibilidade de Bolsonaro “por suposto esquema de divulgação de notícias contra o PT nas mídias sociais”.

Alan Severiano, repórter da Globo, retratou o assunto por um minuto durante o noticiário que fala sobre a agenda de Haddad. Ele repetiu a frase dita por Bonner e reproduziu alguns trechos da fala de Haddad com acusações à campanha de Bolsonaro. No final, Renata e Bonner leram por 45 segundos a resposta que o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, deu – onde nega as acusações e diz que pretende processar o candidato do PT.

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Cristina
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Cristina

No caso da fala do médico, ele deve estar falando algo que é o mesmo caso para quem tem câncer no intestino. Minha tia teve câncer no intestino e foi praticamente o mesmo modo que o Bolsonaro. Ela teve que tirar uma boa parte do intestino grosso. Usou bolsa do mesmo lado que ele. Lembro dela comentando. Vcs viajaram legal…😂😂😂😂😂 Tira o vídeo para não ter mais uma viagem de fale news. Abraço

Eleições 2018

A Guerra Fria das emissoras pela atenção de Jair Bolsonaro

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Jair Bolsonaro faz primeira entrevista na Record (Foto: Reprodução)

O governo de Jair Bolsonaro ainda não começou, mas peças já estão sendo mexidas e as emissoras de TV aberta do Brasil já estão procurando, cada qual, sua forma de chamar a atenção do presidente eleito, visando um período de 4 anos mais tranquilo (e, claro, com mais investimento).

A Record sai na frente nessa espécie de “guerra fria” estabelecida entre os canais. Além do apoio formal de Edir Macedo, presidente da emissora, ela conseguiu façanhas que suas concorrentes não chegaram perto, como o pronunciamento após o atentado que vitimou o então candidato exibido no dia e momento em que a Globo exibia o debate do primeiro turno e também a primeira entrevista já como presidente eleito. A Record tem muito a ganhar e a perder sendo a menina dos olhos de Bolsonaro, mas qual saldo será mais recorrente, apenas o tempo dirá.

Assim como a emissora da Barra Funda, a Band também se posicionou favorável a Jair Bolsonaro. Datena foi o primeiro a entrevistá-lo, ainda enquanto candidato, depois do atentado. Na última segunda, dia 05, Bolsonaro voltou ao programa, já como presidente eleito e concendeu outra entrevista, efetuada em tom moderado e com o claro propósito de apoiar sua vitória nas urnas.

O último a querer tirar uma casquinha do triunfo do capitão reformado foi Sílvio Santos. O problema foi a forma mais controversa (e direta) que o dono do SBT usou. Ao ordenar que sua direção usasse vinhetas relembrando frases da ditadura militar (“Brasil: Ame-ou ou Deixe-o), o homem do baú escolheu trilhar um caminho que mais o prejudica do que de fato o ajuda, tanto quanto ao público, que claramente rejeitou a ideia, quanto com o próprio presidente eleito, que em todos os seus pronunciamentos pós vitória tem prometido que respeitará a risca a Constituição Federal.

Correndo por fora, a maior emissora de tv aberta, Rede Globo, segue fazendo seu trabalho e também entrevistou Bolsonaro com exclusividade em algumas situações, mas em nenhum momento o apoiou claramente ou procurou chamar sua atenção.

Quem vencerá o combate, só o tempo dirá, mas uma coisa é certa: nessa guerra, quem tem mais chance de perder é o público.

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Eleições 2018

Confira os 10 políticos que fizeram participação em programas de humor

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Político Bolsonaro em entrevista ao CQC. (Foto: Reprodução)

Bolsonaro é um dos políticos em entrevista ao CQC. (Foto: Reprodução)

Não é de hoje que um dos palcos preferidos dos políticos para expressar seus ideias são os palcos e entrevistas da TV brasileira. Entre rápidas participações, entrevistas ou até mesmo sendo os principais convidados, como as diversas entrevistas que Bolsonaro deu ao Superpop, eles por vezes já foram postos em saia justa por repórteres e apresentadores. Confira dez deles:

Bolsonaro

O recém-eleito presidente da República, Jair Messias Bolsonaro é um, digamos, adepto dos microfones e câmeras. Em sua trajetória pela política já participou de diversos programas, entre eles: SuperPop, CQC, Programa Pânico e o Programa do Ratinho. Em uma das entrevistas, ao CQC, Bolsonaro foi prensado contra a parede em uma brincadeira:

“Se você precisasse receber sangue e só tivessem três doadores para o senhor: O Jean Wyllys, a Preta Gil ou o Presidente Lula, qual você preferia?” perguntou o repórter do CQC. “Preferia do Lula né, que já teria um teorzinho de álcool, já sairia amortecido”, respondeu em tom bem-humorado.

Dilma

Dilma também foi uma das entrevistadas do CQC na época em que era Ministra. Com suas conhecidas frases, por vezes, confusas, ela divertiu os telespectadores.

Lula

Nem mesmo o ex-presidente Lula escapou das piadinhas do CQC. Abordado com brincadeiras e perguntas sobre seu relacionamento com a antiga mulher, Marisa, ele sempre respondia as bem-humoradas perguntas enquanto caminhava para outro compromisso.

Fernando Haddad

Ex-prefeito de São Paulo e antigo conhecido dos plantões humorísticos, Fernando Haddad também foi um dos políticos diversas vezes abordados. Entre os entrevistadores estão o CQC e o Programa Pânico.

Manuela D’Ávila

Manuela D’Ávila tornou-se popularmente mais reconhecida com as Eleições 2018, mas sua vida política data de muito antes. Com entrevistas e participações em diversos programas, como o Pânico na Band e o CQC, ela transmite carisma – e revolta, por parte de alguns – com seu jeito de ser.

Cabo Daciolo

Famoso por suas teorias e dizeres bíblicos, Cabo Daciolo também já participou de programas humorísticos. Recentemente, deu uma entrevista completa ao programa The Noite, de Danilo Gentilli.

Marina Silva

Com um extenso histórico de candidaturas presidenciais, Marina Silva naturalmente já foi alvo das câmeras e microfones diversas vezes. Entre os programas estão CQC e a versão da rádio Jovem Pan do Programa Pânico.

Jean Wyllys

O ex-BBB e Deputado Federal Jean Willys é um dos alvos preferidos dos programas de humor. Com rápidos flashes em programas como o Pânico, o CQC e até uma entrevista completa no extinto Agora É Tarde, ele causa polêmica por onde passa.

Romário

O ex-jogador Romário se aventurou na política após sua aposentadoria do futebol e ali encontrou seu lugar. Não muito frequente, mas também longe de ficar “sumido” das telinhas, ele já fez participações em programas como o QCQ e Pânico na Band.

Paulo Maluf

Antigo Deputado Federal de São Paulo pelo PP, Paulo Maluf também foi alvo das alfinetadas de repórteres enxeridos diversas vezes. Entre os programas que concedeu entrevistas, está o CQC e o Superpop.

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Jair Bolsonaro (PSL) é eleito Presidente da República

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Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito o novo Presidente da República. (Foto: Reprodução)

Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito o novo Presidente da República. (Foto: Reprodução)

O candidato Jair Bolsonaro foi eleito neste domingo (28), o novo Presidente da República Federativa do Brasil com 55% dos votos. Bolsonaro inicia seu mandato no dia 01 de janeiro de 2019, junto de seu vice General Mourão.

Jair Messias Bolsonaro é um militar da reserva e político brasileiro, filiado ao Partido Social Liberal (PSL). É deputado federal desde 1991, atualmente em seu sétimo mandato, eleito pelo Partido Progressista (PP).

Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército Brasileiro. Tornou-se conhecido do público em 1986, quando escreveu um artigo para a revista Veja criticando salários de oficiais militares, depois do qual foi preso por quinze dias apesar de receber cartas de apoio de colegas do exército. Foi absolvido dois anos depois.

Bolsonaro ingressou na reserva em 1988, com o posto de capitão, para concorrer à Câmara Municipal do Rio de Janeiro naquele ano. Foi eleito vereador pelo Partido Democrata Cristão, partido que hoje está extinto. Em 1990, candidatou-se a deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro. Bolsonaro foi o candidato mais votado, com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos), sendo reeleito por seis vezes.

Durante seus 27 anos na Câmara dos Deputados, Bolsonaro ficou conhecido por ser uma personalidade controversa, por conta de suas visões políticas populistas e de extrema-direita, que incluem a simpatia pela ditadura militar no Brasil (1964–1985) e a defesa das práticas de tortura por aquele regime.

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