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Eleições 2018

Bolsonaro diz que segundo turno contra Haddad será disputa do “bem contra o mal”

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Jair Bolsonaro afirma que o segundo turno contra Fernando Haddad será uma disputa do “bem contra o mal”. (Foto: Reprodução)

Jair Bolsonaro afirma que o segundo turno contra Fernando Haddad será uma disputa do “bem contra o mal”. (Foto: Reprodução)

Jair Bolsonaro afirma que o segundo turno contra Fernando Haddad será uma disputa do “bem contra o mal”. O candidato do PSL falou hoje à Rádio Bandeirantes – foi a primeira entrevista exclusiva depois do primeiro turno. Segundo ele, uma eventual vitória do PT representaria o fim da Lava Jato e a liberdade do ex-presidente Lula. A entrevista completa pode ser ouvida no site da emissora.

Embora se coloque como o lado “do bem” no segundo turno, se for eleito, Bolsonaro promete fazer um governo de união. Para o candidato do PSL à Presidência da República, quando estava no Planalto, o PT adotou políticas que dividiram o país.

Na entrevista à Rádio Bandeirantes, Jair Bolsonaro disse ainda que não terá um contato tão próximo com os eleitores no segundo turno. Ele explicou que as duas cirurgias a que foi submetido depois da facada em Juiz de Fora ainda limitam a exposição física.

Com relação aos debates, o candidato afirmou que pretende participar, mas espera a liberação dos médicos. Com mais de 49 milhões de votos no primeiro turno, Bolsonaro diz já ter ao lado dele 51 deputados federais eleitos ontem.

Se ganhar o segundo turno, Bolsonaro espera contar com esse apoio para aprovar mudanças como a redução da maioridade penal.

Jair Bolsonaro admite ter pedido uma postura mais cuidadosa a Paulo Guedes e ao general Hamilton Mourão. O assessor econômico e o candidato a vice foram orientados a evitar declarações que possam prejudicar a campanha.

Eleito presidente, Jair Bolsonaro disse que vai trabalhar pela recuperação da credibilidade do Brasil no cenário externo.

Outra medida que o candidato do PSL anunciou na entrevista à Rádio Bandeirantes foi a redução drástica do número de ministérios.

O presidenciável foi entrevistado pelos jornalistas José Paulo de Andrade, Salomão Esper, Rafael Colombo, Pedro Campos e Eduardo Oinegue na edição desta segunda-feira do “Jornal Gente”.

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Eleições 2018

Globo minimiza reportagem que denuncia escândalo envolvendo Bolsonaro sobre campanha ilegal

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O candidato a presidência da República Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

O candidato a presidência da República Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

A matéria que foi destacada na capa da Folha de S.Paulo na última quinta-feira (18), a notícia de que empresários estão bancando campanha contra o PT pelo WhatsApp se tornou o assunto do dia no Brasil – e em boa parte do mundo. Tanto o PT quanto o PSL continuam trocando farpas nas redes sociais em torno do assunto.

A reportagem feita por Patrícia Campos Mello denuncia que empresas apoiadoras do candidato Jair Bolsonaro (PSL), estão comprando um serviço de disparo de mensagens em massa contra o rival na disputa eleitoral. A prática, uma forma de doação de empresas para campanha eleitoral, é proibida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) desde 2015, e configura violação da lei eleitoral.

Devido à gravidade da denúncia, a manchete da Folha teve uma repercussão enorme no meio político e na mídia em geral, incluindo as redes sociais. Fernando Haddad (PT), falou sobre o assunto em diferentes eventos dos quais participou, e o PT entrou com uma ação no TSE pedindo a inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder econômico e pelo uso indevido dos meios de comunicação.

O PSL e Bolsonaro negaram as acusações e anunciou que estuda processar Haddad. Um dos empresários citados na reportagem disse que pretende processar a Folha. Jornais de diferentes países ao redor do mundo noticiaram a reportagem da Folha, dando opiniões e analisando a situação geral das eleições brasileiras deste ano.

Dada a ocasião, foi notável a timidez das principais emissoras de televisão do Brasil. A Globo evitou repercutir a notícia da Folha de maneira direta. No Jornal Nacional, Bonner optou por falar do caso de forma indireta, citando o pedido do PT da inelegibilidade de Bolsonaro “por suposto esquema de divulgação de notícias contra o PT nas mídias sociais”.

Alan Severiano, repórter da Globo, retratou o assunto por um minuto durante o noticiário que fala sobre a agenda de Haddad. Ele repetiu a frase dita por Bonner e reproduziu alguns trechos da fala de Haddad com acusações à campanha de Bolsonaro. No final, Renata e Bonner leram por 45 segundos a resposta que o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, deu – onde nega as acusações e diz que pretende processar o candidato do PT.

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PT pede ao STE que Jair Bolsonaro seja declarado como inelegível por oito anos após escândalo de propaganda ilegal

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O candidato a presidência da República Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

O candidato a presidência da República Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

O PT pediu nesta quinta-feira (18) ao Tribunal Superior Eleitoral para que Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, seja declarado inelegível por oito anos. O pedido veio após um escândalo denunciado pela Folha de S.Paulo que relata casos de empresas privadas apoiadoras de Bolsonaro que, supostamente, compraram pacotes de disparo de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp.

Essa prática, em tese, pode ser ilegal caso seja considerada pela Justiça como doação de campanha eleitoral feira por empresas, e não declarada. Empresas privadas estão proibidas de fazer doações eleitorais desde 2015.

De acordo com o jornal, essas empresas que apoiam Bolsonaro compraram um tipo de serviço chamado “disparo em massa”, que consiste no uso de dados de uma base de usuários do candidato do PSL ou de bases vendidas por agência de estratégia digital para a divulgação da campanha.

O uso da base de terceiros pode ser considerado ilegal, uma vez que a lei permite apenas o uso de listas de apoiadores do próprio candidato – nos casos de números cedidos de forma voluntária.

Além da inelegibilidade de Bolsonaro, a coligação encabeçada pelo PT também pede a quebra dos sigilos bancários, telefônico e telemático das empresas e empresários mencionados na reportagem.

O PT argumenta que a conduta dos empresários configura como propaganda eleitoral ilegal a favor de Bolsonaro e que isso se enquadra no crime de abuso de poder econômico por parte da campanha. Na prática, os fatos relatados pela Folha demonstram que as doações partiram de pessoas jurídicas, o que é proibido pelo STF desde 2015.

No pedido feito ao TSE, o PT argumenta ser “notório” que a campanha de Bolsonaro se aproveita de “mentiras” que foram disseminadas através de redes sociais. “A sistematização das fake news, ao que se aponta, parece estar claramente voltada ao favorecimento dos noticiados, o que faz surgir a preocupação acerca da autoria e responsabilidade de quem está produzindo tais materiais”.

Bolsonaro e sua equipe rebateram as acusações através de uma série de publicações em seu perfil oficial no Twitter. Em um deles, o candidato escreveu: “Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!”.

De acordo com Bolsonaro, o PT não está sendo prejudicado pela disseminação de “fake news”, mas sim “pela verdade”. Ao site Antagonista, Bolsonaro disse que não tem controle sobre o que empresários apoiadores dele fazem.

“Eu não tenho controle se tem empresário simpático a mim fazendo isso. Eu sei que fere a legislação. Mas eu não tenho controle, não tenho como saber e tomar providência. Pode ser gente até ligada à esquerda que diz que está comigo para tentar complicar a minha vida me denunciando por abuso de poder econômico”, declarou.

“O presente caso trata do abuso de poder econômico e uso indevido dos veículos e meios de comunicação digital perpetrados pelos representados, uma vez que estariam beneficiando-se diretamente da contratação de empresas de disparos de mensagens em massa, configurando condutas vedadas pela legislação eleitoral”, alegou o partido.

“Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!”, concluiu.

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, negou qualquer iniciativa do gênero e declarou que o partido gastou R$ 600 mil na campanha eleitoral, arrecadados através de plataformas digitais, e que não tem qualquer controle sobre o que as pessoas publicam nas redes sociais.

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Empresários que apoiam Bolsonaro financiam campanha contra PT pelo WhatsApp e partido reage; prática viola a lei por ser “doação não declarada”

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O candidato a presidência da República Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

O candidato a presidência da República Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução)

A Folha de S.Paulo publicou uma matéria nesta quinta-feira (18) na qual denuncia empresas que estão comprando “pacotes de disparo em massa de mensagens contra o PT” no WhatsApp. De acordo com o jornal, ainda preparam uma grande operação na semana que antecede o segundo turno. Tal prática é ilegal, uma vez que é retratado como doação de campanha por empresas, ação vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

Jornais do mundo inteiro repercutiram o escândalo protagonizado no mensageiro. É estimado que o número de grupos criados com a temática “anti-PT” podem variar entre 20 mil e 300 mil. A precisão da contagem é dificultada por grupos fechados.

De acordo com Diogo Reis, professos de direito eleitoral da Universidade Mackenzie, “a compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada de campanha, o que é vedado”. Sem comentar casos específicos, ele lembra que dessa forma pode-se incorrer no crime de “abuso do poder econômico” que, se julgado que a ação influenciou a eleição, levar à cassação da chapa.

A Folha apurou e divulgou que cada contrato pode chegar a R$12 milhões, e uma das empresas compradoras é a Havan. Os contratos determinam o disparo de centenas de milhões de mensagens.

As empresas apoiando o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, contrataram um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do próprio candidato – que utilizam intensamente o mensageiro para a troca de informações e organização de movimentos. Seis em cada dez eleitores dele dizem ler notícias no app – ou bases que são vendidas por agências de estratégia digital. Esta tática também é ilegal, uma vez que a legislação eleitoral explicitamente proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso de listas com informações de apoiadores do próprio candidato, ou seja, informação cedida de forma voluntária.

Quando essas bases de terceiros são usadas, as agências fornecedoras oferecem uma segmentação por região geográfica e, às vezes, por renda. São enviados ao cliente relatórios de entrega com data, hora e o conteúdo que foi disparado. Entre as agências que estão fornecendo esse serviço, de acordo com a Folha, estão a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e a SMS Market.

Os preços do serviço variam de R$0,08 a R$0,12 por mensagem disparada para a base própria do candidato; e de R$0,30 a R$0,40 para bases fornecidas pela agência. As bases de usuários são, muitas vezes, fornecidas de maneira ilegal por empresas de cobrança ou por funcionários de empresas telefônicas.

As empresas que foram investigadas pela reportagem da Folha afirmaram que não poder aceitar pedidos antes do dia 28 de outubro, data da eleição, afirmando que têm enorme demanda de disparos via WhatsApp na semana que antecede o segundo turno comprado por empresas privadas.

Questionado sobre a contratação do serviço de disparos em massa, Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, disse não saber “o que é isso”. “Não temos essa necessidade. Fiz uma ‘live’ aqui agora. Não está impulsionada e já deu 1,3 milhão de pessoas. Qual é a necessidade de impulsionar? Digamos que eu tenha 2.000 amigos. Mando para meus amigos e viraliza”, continuou.

Também procurado, o sócio da QuickMobile, Peterson Rosa, afirmou que a empresa não está em atuação no ramo político neste ano que seu foco está voltado para a mídia corporativa. Nega ter fechado qualquer contrato com empresas para disparo de conteúdo político.

Já Richard Papadimitriou, da Yacows, disse que não vai se manifestar. A SMS Market não respondeu os pedidos de entrevista feitos pela Folha.

Na prestação de contas da propaganda de Jair Bolsonaro consta apenas a AM4 Brasil Inteligência Digital, como tendo recebido a quantia de R$115 mil para propaganda em mídias digitais.

De acordo com Marcos Aurélio Carvalho, um dos donos da AM4, apenas 20 pessoas têm trabalhado na campanha de Bolsonaro. Quem faz a campanha são os milhares de apoiadores voluntários espalhados em todo o Brasil. Os grupos são criados e nutridos organicamente”, alegou. Ele afirma que a empresa mantém apenas grupos de denúncia de fake news no WhatsApp, listas de transmissão e grupos estaduais chamados de “comitês de conteúdo”.

Entretanto, a Folha fez uma apuração com ex-funcionários e clientes que o serviço da AM4 não se restringe a apenas isso. Uma das ferramentas que seria usada pela campanha de Bolsonaro é a geração de números estrangeiros por sites como o TextNow.

Voluntários e funcionários tem acesso a dezenas de números do tipo, que são usados para administrar grupos ou participar deles. Através de códigos de área de outros países, esses administradores conseguem escapar dos filtros de spam e das limitações impostas pelo aplicativo do WhatsApp – que tem limite máximo de 256 participantes por grupo e repasse automático de uma mesma mensagem limitado para até 20 pessoas ou grupos.

Esses mesmos administradores também fazem uso de algoritmos que conseguem segmentar os membros dos grupos entre apoiadores, detratores e neutros. Desta forma, conseguem customizar de maneira mais eficiente o tipo de conteúdo que é encaminhado para esses participantes.

Os administradores de grupos de apoio a Bolsonaro também identificam apoiadores que possuem perfil de influenciadores digitais – pessoas muito ativas e com muito seguidores, os quais são contratados para a criação de mais grupos, dando continuidade ao ciclo. Tal prática não é ilegal.

Bolsonaro e o PSL responderam negando as acusações e anunciando a intenção de processar Haddad. Um dos empresários citados pelo jornal também reagiu, dizendo que pretende processar a Folha. Jornais de diferentes países repercutiram o escândalo denunciado pela Folha.

O Partido dos Trabalhadores, PT, entrou com uma ação na tarde desta quinta-feira (18) no TSE contra Jair Bolsonaro. O partido pede que as empresas acusadas de envolvimento com o suposto esquema ilegal sejam investigadas.

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