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Joseval Peixoto se despede do “SBT Brasil” com discurso emocionante; Desde 1997 um âncora não se despede de telejornal no SBT

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(Foto: Reprodução/SBT)

Fica marcado na história da televisão brasileira uma das despedidas mais emocionantes, hoje 28 de dezembro de 2017 o jornalista Joseval Peixoto se despiu da bancada do “SBT Brasil”. Âncora por acaso, comentarista por oficio ficou no telejornal da emissora de Silvio Santos por quase sete anos ininterruptos.

Formando em jornalismo, sua carreira até então oriunda do rádio e de programas esportivos colocou o advogado em um desafio novo, ancorar um telejornal, não só isso, dividi a bancada com nomes de peso do telejornalismo da atualidade, tais como Rachel Sheherazade, Carlos Nascimento, Karyn Bravo e Analice Nicolau.

Peixoto deixa claro que sua maior paixão é o rádio, prova disso é já se submeteu a tudo: leu crônicas, foi rádio-ator, mancheteiro de jornal-falado, apresentou programas de auditório, narrou missa, futebol, carnaval, além de apresentador em palanques políticos.

Aos amantes do bom jornalismo que não deixa de lado a crônica jornalística, a opinião do comunicador, o humano atrás do “terninho” poderão continuar a acompanha-lo na Rádio Jovem Pan, todas as manhãs comando o “Jornal da Manhã”, jornal radiofônico com opinião em seu DNA.

Em sua despedida do “SBT Brasil” Peixoto se emocionou, agradeceu aos telespectadores e sua colega de bancada Rachel, reforçou o papel do jornalismo com a evolução dos tempos, ao fim foi aplaudido por todos que estavam presentes no estúdio.

Vale aqui mencionar que desde 1997 um âncora de telejornal não se despede no SBT, como bem pontuou o internauta/Editor-chefe do SBTpedia José Eustáquio Jr, o último que fez isso foi Boris Casoy no extinto “TJ Brasil”.

Além dele, em 2017 quem também se despediu do SBT foi o jornalista Hermano Henning, no caso dele, sem despedidas, apenas sumiu do vídeo.

Darlisson Dutra, repórter do SBT não perdeu a oportunidade de registra seu agradecimento a Joseval, em seu perfil no Twitter deixou uma mensagem e relembrou um fato “Joseval Peixoto, um dos seres humanos mais incríveis que já conheci. Não me esqueço do dia em que ele quase não chegou à tempo de apresentar o jornal porque estava me ensinando, numa entrevista em sua casa. Obrigado por tudo, amigo!”.

Confira a despedida:

Ciumenta? Em conversa ao O Canal, Giovanna Ewbank revela se sente ciúmes de Bruno Gagliasso em cenas românticas. Assista:

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Após O Canal antecipar, Globo confirma Cordel Encantado no Vale a Pena Ver de Novo

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Após O Canal antecipar, Globo confirma Cordel Encantado no Vale a Pena Ver de Novo. (Foto: TV Globo)

Após O Canal antecipar, Globo confirma Cordel Encantado no Vale a Pena Ver de Novo. (Foto: TV Globo)

A Rede Globo confirmou para o site O Canal nesta terça-feira, 04, a reprise da novela Cordel Encantado, exibida originalmente em 2011 pela emissora. A trama será a substituta de Belíssima, que está atualmente em cartaz no Vale a Pena Ver de Novo e tem previsão de estreia para janeiro de 2019.

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Na manhã desta terça-feira, 04, o O Canal já havia adiantado a informação que a novela tinha sido mandada para a ilha de edição do canal. Segundo a publicação, Cordel Encantado foi sugerida pelo Fórum de Dramaturgia da Globo para a equipe de programação, no qual faz a decisão final sobre a reprise, para ser a sucessora da obra de Silvio de Abreu.

Até então, Cordel Encantado estava na disputa para ser a próxima reprise juntamente com Paraíso de Benedito Ruy Barbosa, Beleza Pura, de Andréa Maltarolli, e Mulheres Apaixonadas, de Manoel Carlos. Porém, o folhetim literário das seis largou na frente e foi confirmada pela emissora ao ser procurada pelo O Canal.

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Escrita por Duca Rachid, Thelma Guedes e Thereza Falcão, Cordel Encantado era inspirada na literatura popular de cordel da Idade Média. O folhetim tinha como ponto de partida as lendas heróicas do sertão nordestino e o encantamento suscitado pela realeza europeia.

O romance do casal protagonista da novela é formado por Açucena, personagem de Bianca Bin, uma cabocla criada por lavradores no Nordeste do Brasil, sem saber que era a princesa de um reino europeu; e Jesuíno, interpretado pelo galã Cauã Reymond, um jovem sertanejo que desconhece ser filho legítimo do cangaceiro mais famoso da região.

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Coluna do Jupa: Nada se salva em Malhação: Vidas Brasileiras

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Malhação: Vidas Brasileiras é o alvo da Coluna do Jupa nessa semana

Malhação: Vidas Brasileiras é o alvo da Coluna do Jupa nessa semana

Se esse texto começasse com um tradicional “Vidas Brasileiras estreou cercada de expectativas”, ele começaria com uma grande mentira. A atual temporada de Malhação inegavelmente já entrou no ar desacreditada. O principal motivo foi o fato de ela vir depois da bem recebida Viva a Diferença, de Cao Hamburger. Não havia dúvidas de que a substituta não chegaria perto da qualidade da anterior – como, de fato, não chegou. Também, há de se levar em conta a questão da autoria. Patrícia Moretzsohn vinha da péssima Casa Cheia e ninguém entendeu muito bem por que outro projeto seu foi aprovado depois daquele desastre. Por fim, e talvez menos importante, o fato de, pela primeira vez, Malhação não trazer uma história completamente original, mas sim uma adaptação. No caso, de ’30 Vies’, produto canadense de sucesso. Esses e outros motivos contribuíram para que não fosse depositada muita esperança em Vidas Brasileiras.

A falta de esperança não poderia ser mais justificada. Passados quase 10 meses da estreia, a atual temporada caminha, a passos largos, para se tornar o maior desastre da história da novelinha que já faz parte da história da TV brasileira, sendo um dos produtos mais clássicos desta. Nada se salva em Malhação: Vidas Brasileiras.

Se a temporada anterior era elogiada por retratar bem os dramas adolescentes, na atual isso passa longe de acontecer. Os personagens são completamente rasos e, por isso, seus dramas não convencem. Enquanto acha que cria personagens complexos e humanos, que erram e acertam, o roteiro, na verdade, só entrega personalidades que mudam de acordo com a necessidade da história do momento. Personagens complexos erram, acertam, mas evoluem de forma gradual, não de uma hora pra outra. Há toda uma construção em torno da personalidade deles. Isso, definitivamente, passa longe de Vidas Brasileiras. Um dos principais fatores para isso não acontecer são os arcos quinzenais.

A soberba e o orgulho da autora e de seus colaboradores parecem não tê-los feito enxergar que a história dividida nesses arcos não deu certo. Tudo parece artificial demais, com um problema sendo milagrosamente resolvido para que outro, relativo ao personagem seguinte na fila das ‘quinzenas’, surja. É difícil imaginar que uma história completa envolvendo um personagem específico possa ter início, meio e fim satisfatórios em apenas 10 capítulos – com duração menor do que o de uma novela tradicional. Ainda mais levando em conta que, mesmo que o foco seja nesse personagem, os demais não saem completamente de cena. Na série canadense, deve dar certo por se tratar de um produto com formato diferente, não o de uma ‘novela’.

Por falar nisso, a maior inspiração parece ter sido a figura central de uma professora adulta. Aqui, trata-se da Professora Gabriela, interpretada por Camila Morgado. Já nos primeiros arcos, era possível se perceber que ela cansaria logo. E cansou. Vendida como uma profissional preocupada com os alunos, Gabriela logo virou motivo de chacota por parecer mais uma detetive maluca, capaz até de invadir a privacidade dos seus alunos e seus pais, para tentar resolver um problema que não lhe cabia. Claramente, há, desde o princípio, um problema estrutural na construção da personagem. Oras, como levar a sério uma mãe que deixa os seus filhos de lado para cuidar da vida dos outros? É complicado.

Complicada também é a forma como a temporada trata assuntos mais sérios. Abordar assuntos delicados e atuais é sempre muito bem-vindo e vem se tornando cada vez mais necessário na nossa sociedade. Mas é preciso o mínimo de responsabilidade. A temporada quer, claramente, causar em cima de temas sociais. Aqui, entra novamente o problema de se trazer personagens rasos e contraditórios, o que acaba sendo refletido diretamente nessas histórias. No fim das contas, o roteiro acaba indo para o lado do didatismo e torna tudo maçante. O ponto fora da curva, até o momento, foi o arco do Michael. Mesmo que, antes, o personagem tenha sido um gay caricato que não tinha história e servia apenas como “bolsinha” das patricinhas Pérola e Jade, quando Patrícia enfocou em seu relacionamento com Santiago, houve boas cenas. O maior elogio feito a esse arco é que ele nem parecia ser dessa temporada.

O mesmo não se pode dizer a outras pérolas – com o perdão do trocadilho envolvendo uma das protagonistas. Bárbara, que entrou no arco de Úrsula, sempre foi uma personagem insuportável que mais parecia uma metralhadora de frases prontas e nada naturais. Longe de qualquer realidade foi o arco da pior personagem da temporada, Jade, em sua carreira internacional meteórica. Também não rendeu a quinzena da chatíssima Maria Alice e seu grande mistério. Arcos como os do Alex, Érico, Márcio e do casal Tito e Flora sequer merecem qualquer menção. E o que falar do personagem que inaugurou esse show de horrores? Kavaco e seu icônico verniz de barco. Vidas Brasileiras já chegou mostrando que, assim, não poderia ser levada a sério.

A direção também não se destaca. Muito menos o seu elenco. A maioria dos atores jovens está em seu primeiro trabalho na TV e é difícil já estrear com o pé esquerdo dessa forma, munidos de um roteiro tão fraco, mas, mesmo assim, é possível constatar que, para muitos, não há muito futuro nesta profissão. Felizmente ou infelizmente, fica por conta do leitor.

Tamanho desinteresse é refletido na audiência baixa – a temporada vem perdendo para a Record quase todos os dias, o que inaceitável para um produto de dramaturgia da Globo. Mas não é justo que se julgue apenas pelos números do IBOPE na Grande São Paulo. Pode-se ir além: a repercussão nas redes sociais é quase nula e, quando há, são comentários negativos. Não há nem um casal que consiga se destacar. Numa temporada de Malhação, isso é quase inédito.

Apesar de a abertura clamar todos os dias, ninguém pôs fé em Patrícia e nessa sua empreitada. E as pessoas não poderiam estar mais certas. É uma temporada para ser esquecida. Definitivamente, “agora” não vai.

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Geniosa, Tatá Werneck revoluciona humor brasileiro e conquista unanimidade do público na TV

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Geniosa, Tatá Werneck revoluciona humor brasileiro e conquista unanimidade do público na TV. (Foto:: Gianne Carvalho/Divulgação)

Geniosa, Tatá Werneck revoluciona humor brasileiro e conquista unanimidade do público na TV. (Foto:: Gianne Carvalho/Divulgação)

No último século, o brilhante jornalista, romancista e cronista Nelson Rodrigues (1912 – 1980) criou uma frase que, mal sabia ele, perduraria por muitas décadas depois. “Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar”, disse o escritor, em uma de suas críticas à sociedade. Nesse texto, não tiro a razão de Nelson Rodrigues. Ele pode até ter nossa compreensão, mas nem sempre. Há casos em que uma unanimidade não é burra e, a partir disso, posso citar tranquilamente Tatá Werneck como um grande exemplo!

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No ano de 1994, aos onze anos de idade, Tatá Werneck destacou-se no programa Xuxa Park, na Globo. Após isso, se formou em publicidade e começou a conquistar suas primeiras aparições profissionais na TV. Na extinta MTV, ela fez a sua estreia em 2010 no programa humorístico Quinta Categoria. Repleta de talentos e improvisos imediatos, a moça foi escalada para outras produções da casa e seu reconhecimento foi crescendo cada vez mais.

Após o sucesso de bilheteria do filme De Pernas Pro Ar 2, a atriz recebera convites para assinar contratos com a TV aberta. A Rede Globo, por sua vez, contrariou as concorrentes e lhe ofereceu uma participação no folhetim das nove Amor à Vida. Em 2013, embora ela acreditasse que se enquadrava no “padrão-novela”, Werneck realizou um excelente desempenho nos testes e foi admitida na produção como a piriguete Valdirene.

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A aceitação da personagem diante ao público foi gigantesca e, a partir dali, ela passou a alçar voos mais altos e conquistar as maiores premiações da TV brasileira por sua atuação e humor. No começo de 2017, ganhou o Lady Nigh no Multishow, programa de entrevitas que tornaria a atriz uma das principais e únicas unanimidades brasileiras.

No talk show, ela mostrou ser uma figura hilária e única. Dona de um improviso inato, tudo que ela toca vira risada para o telespectador – e sempre de uma forma muito enigmática. Ninguém sabe como isso acontece, mas todos reconhecem que é muito bom. A liberdade da mente delirante da humorista domina o palco e lhe faz gigante o tempo todo.

Além disso, ela revolucionou o humor na TV brasileira atual. Com programas que fazem sátiras e tem o prazer de diminuir o outro/diferente, ela nada contra a corrente e mostra tamanha inteligência ao saber rir de si mesma. Diversas piadas que escracham a própria âncora, seu namoro, família e sua vida sexual são bem comuns no Lady Night que está em sua terceira temporada no Multishow.

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A atual temporada ainda está na metade, mas já é considerada pela crítica e público a melhor já produzida pelo canal fechado. Isso porque, com uma extensa lista de artistas querendo participar, ela levou ao sofá personalidades fora de seu ciclo de amizades, diferentemente do que aconteceu na maioria dos programas das edições anteriores. Em um bate papo com grandes nomes da música e/ou TV, o Lady Night veio ainda mais maduro, com uma Tatá mais humana, permitindo-se ser surpreendida e ficar tímida com as situações apresentadas.

Ovacionada e bastante elogiada por todos que lhe assiste, Tatá Werneck tornou-se uma excelente unanimidade, que a fez ganhar, inclusive, exibição semanal na Globo a partir de janeiro de 2019, a pedido do grande público. Como dito anteriormente, Nelson Rodrigues poderia até ter razão ao falar sobre unanimidades, mas, há unanimidades e unanimidades. E em casos como o da extraordinária artista, acredito que até o velho escritor concordaria comigo.

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