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Morre aos 92 anos a atriz Beatriz Segall

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Beatriz Segall. (Foto: Reprodução)

Beatriz Segall. (Foto: Reprodução)

Nesta quarta-feira (05), morreu em São Paulo a atriz Beatriz Segall, segundo informações do hospital Albert Einstein, onde estava internada. A causa da morte ainda não foi informada. Ela já havia sido internada neste ano e recebeu alta em 21 de agosto. A sua segunda internação não tinha sido divulgada pelo hospital.

Leia também: Anitta ameaça processar Leo Dias por conta de biografia não autorizada

Beatriz tinha aproximadamente 70 anos de carreira, divididos entre os palcos e a televisão. O seu maior papel na TV brasileira foi quando ela interpretou a vilã Odete Roitman, na trama Vale Tudo. No papel, ela morreu com três tiros, deixando os telespectadores curiosos: “Quem matou Odete Roitman?”

Beatriz Segall morreu por volta de 12h e será velada no próprio hospital a partir das 19h e seu corpo será cremado nesta quinta-feira (06), segundo assessoria de imprensa da atriz.

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Lista: Os atores e atrizes negros mais sexys do Brasil

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O ator Global Rafael Zulu. (Foto: TV Globo)

O ator Global Rafael Zulu. (Foto: TV Globo)

A sensualidade e corpos múltiplos dos brasileiros encantam a todos de nossas terras e estrangeiros. No dia da Consciência Negra, separamos alguns atores e atrizes mais sexys do Brasil:

Rafael Zulu

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Com uma carreira consagrada dentro da Globo, o ator Rafael Zulu arranca os suspiros dos internautas a cada foto postada em suas redes sociais. Com um sorriso encantador, o ator fez seu último trabalho em O Outro Lado do Paraíso, vivendo o homossexual Cido.

Cris Vianna

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Além de atriz, Cris Viana também é modelo e cantora. Sua estreia na TV foi na novela América, em 2005. De lá pra cá a atriz não parou mais. Ela já participou das novelas Sinha Moça, O Profeta, Duas Caras, Paraíso, Tempos Modernos, Fina Estampa e Império. Atualmente ela está no ar na novela das sete O Tempo Não Para.

Marcello Mello Jr

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11.11.18 Rj

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Além de ator, Marcello também é músico e compositor. Estreou na profissão no filme Cidade de Deus e depois disso participou de Tropa de Elite, Meu Nome Não é Johnny e Última Parada 174. Depois disso ele fez a sua estreia na televisão na Record, participou de três novelas e em 2009 passou a integrar o casting da Rede Globo.

Lucy Ramos

Lucy começou a sua carreira como modelo, mas logo fez um curso de teatro e em seguida passou a integrar o elenco de apoio da novela “Começar de Novo” da Rede Globo. Ela ganhou muito destaque ao dar vida a dama de companhia Adelaide na novela “Sinhá Moça”, exibida em 2006. Ela também participou de Malhação, Pé na Jaca, Ciranda de Pedra, Paraíso e Cordel Encantado.

Jonathan Azevedo

A novela A Força do Querer foi o grande sucesso na carreira de Jonathan Azevedo. Na trama de 2017, ele interpretou o traficante Sabiá. O ator também já trabalhou em Malhação e atuou em filmes como Feliz Natal, Última Parada 174, Cidade dos Homens, Meu Nome não é Johnny, 400 contra 1, Tim Maia e Reza Lenda.

Sheron Menezzes

Sheron Menezzes estreou na Rede Globo em 2002 na novela Esperança. A atriz também trabalhou em novelas como Celebridades, Como uma Onda, Caras & Bocas e Duas Caras.

Sérgio Malheiros

Sérgio Malheiros começou a sua carreira na televisão quando tinha apenas seis anos. Ele participou de diversos programas infantis e novelas da Rede Globo. Mas foi em 2004, no novela “Da Cor do Pecado” que ele fez sucesso ao interpretar o Raí. Depois disso passou seis anos trabalhando em novelas da Record até retornar a Rede Globo em 2012.

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Danilo x Gregório: Qual o limite do humor contra negros no Brasil?

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Danilo Gentilli e Gregório Duviver: Qual o limite do humor contra negros no Brasil?

Danilo Gentilli e Gregório Duviver: Qual o limite do humor contra negros no Brasil?

Nos anos 80, quem assistia aos principais programas de humor da televisão brasileira podia apreciar um grande cardápio de piadas contra negros e outros tipos de minorias. No entanto, nos tempos atuais, a pós-modernidade não tolera mais o mesmo tipo de humor e as piadas do tipo estão cada vez desaparecendo, mas há quem não concorde com a vigilância.

Um longo e interminável debate sobre os limites do humor no Brasil crescem cada vez mais na televisão, internet ou rodas de conversas com amigos. De um lado, há quem defenda que piada é apenas piada e ninguém deveria se ofender com o que foi dito na “brincadeira”. Por outro, há uma turma que vigia, aponta e critica o modelo de fazer humor que passa a ofender alguém por conta de características físicas e individuais. Dentro de todas as opiniões, milhares de perguntas sem respostas.

Afinal, existem limites para o humor? O argumento “É só uma piada!” é válido para qualquer circunstância, ainda que expresse o racismo, o sexismo, o preconceito contra as minorias e indivíduos? Piadas preconceituosas contra negros, mulheres, gays, lésbicas, gordos, deficientes físicos, etc. são engraçadas? Por que provocam o riso? O humor tem mesmo que ser levado a sério? Quem ri é cúmplice ou o humorista apenas expressa os valores presentes na sociedade? Se é ofensivo não deveria ser proibido? Quem define o limite entre a liberdade de expressão e a ofensa preconceituosa? O politicamente correto? Este não é uma forma de policiamento ideológico, social e político? Então, em nome da “senhora liberdade” tudo é permitido? Até mesmo o riso profano que ridiculariza o sagrado?

O apresentador do SBT, Danilo Gentili, é um dos comediantes que luta contra essa cultura de levar a sério suas piadas. Ele, que já foi acusado de racismo por conta de seus posicionamentos, defende a completa liberdade do humor e chama de “patrulheiros” aqueles que vão contra o seu pensamento. “Humor tem que falar do que for, do rico, do pobre. O que acontece é que existe uma minoria patrulheira de pessoas, que vão se travestir de opinião pública… As pessoas estão assistindo, rindo. Pergunta-se muito qual o limite do humor, mas ninguém pergunta qual o do mau humor. Quem se sente mal com uma piada deve ter um problema maior”, disse ele em entrevista a um importante jornal de São Paulo.

Em contrapartida, para Gregório Duvivier, um dos grandes nomes do maior canal de humor no Brasil, o Portas dos Fundos, o limite do humor é até quando ofende as minorias. “A gente nunca vai ri de negros, no sentido de desmerecer. Nosso limite no ‘Porta’ é a minoria. A gente não fala de minoria”, disse em entrevista para Pedro Bial.

Gregório também acredita que as pessoas devem ser responsáveis por aquilo que elas expressam. Ele explica que se antigamente havia a impressão de que as pessoas podiam falar qualquer coisa e ninguém reclamava, na verdade o que acontecia era a impunidade. “Antes o jornalista ou humorista era mais livre ou era apenas mais irresponsável? Eu acho que esta é a discussão que devemos promover”, diz. Duvivier ainda acrescenta que o que muda não é o humor, mas sim a sociedade.

Diante da discussão, o melhor seria um reposicionamento dos pensamentos de humoristas. É fato que nem tudo o que é dito em forma de piada, deve ser altamente execrado e levado a sério na sociedade, pois, assim, corre-se o risco da perda de liberdade e censura com os profissionais. Mas, também, os defensores do humor livre deve entender que piada é legal quando a vítima dos comentários consegue se divertir, ao invés de constrager-se. Com isso, entendendo os perigos de cada palavra e que “mimimi” é tudo aquilo que dói no outro, mas não dói em você.

Leia também: Por que Mister Brau foi tão importante para a cultura negra no Brasil

 

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Vamos rir? Conheça os melhores humoristas negros do Brasil

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Lázaro Ramos é apresentador de Os Melhores Anos de Nossas Vidas e um dos principais humoristas negros do Brasil. (Foto: Fabiano Battaglin/Gshow)

Lázaro Ramos é apresentador de Os Melhores Anos de Nossas Vidas e um dos principais humoristas negros do Brasil. (Foto: Fabiano Battaglin/Gshow)

Se tem um país que é conhecido por ser uma nação da piada pronta, este é o Brasil. Conhecido por seu senso de humor insuperável, os brasileiros fazem graça com tudo o que vê pela frente. Alguns deles, acabam se destacando e ganhando o mundo da televisão, tornando-se referência para outros que ainda não são conhecidos. No dia da Consciência Negra, conheça os melhores humoristas negros do Brasil:

O apresentador Lázaro Ramos. (Foto: Reprodução/Globo)

O apresentador Lázaro Ramos. (Foto: Reprodução/Globo)

Desde criança, Lázaro Ramos sempre se mostrou encantado pelo mundo da arte e, aos 10 anos, já participava das peças teatrais de sua escola, em Salvador. Aos 15 anos, ele entrou para o Bando de Teatro Olodum. No ano de 1998, fez uma importante participação no filme Cinderela Baiana, com Carla Perez, e, quatro anos depois, foi descoberto pela Rede Globo e estreou na dramaturgia da emissora.

16 anos depois, Lázaro segue como um dos principais nomes da casa e se destaca por sua versatilidade nas cenas. Ele já atuou no drama, aventura e outros dramas, mas é na comédia que ele dá o seu melhor e, constantemente, é premiado por conta de seus personagens na TV. Ultimamente, o seu protagonista na série Mister Brau foi considerado um dos mais marcantes de sua carreira.

O ator Luís Miranda. (Foto: Reprodução)

O ator Luís Miranda. (Foto: Reprodução)

Com uma carreira parecida com a de Lázaro Ramos, Luís Miranda estreou na TV após fazer participações no programa Telecurso 2000. Após isso, ele estourou autando na série Ó Pai, Ó, ambientada na Bahia, A Grande Família e a novela Geração Brasil. Seus últimos trabalhos na televisão foram no humorístico Zorra, Mister Brau e a nova geração da Escolinha do Professor Raimundo.

Antônio Carlos de Santana Bernardes Gomes, mais conhecido por interpretar o Mussum. (Foto: Reprodução)

Antônio Carlos de Santana Bernardes Gomes, mais conhecido por interpretar o Mussum. (Foto: Reprodução)

Considerado um dos maiores humoristas da história, Antônio Carlos de Santana Bernardes Gomes, caiu nas graças do público por interpretar o personagem Mussum, no humorístico Os Trapalhões. Nas primeiras contratações de elenco, ele bateu o pé e recusou o papel. No entanto, na década de 70, ele resolveu aceitar e, com seu jeito mais engraçado que os demais atores, ele virou um ícone nacional. O ator morreu em 29 de julho de 1994, aos 53 anos, vítima de complicações ocorridas após um transplante de coração.

Érico Brás durante o programa PopStar. (Foto: TV Globo)

Érico Brás durante o programa PopStar. (Foto: TV Globo)

Érico Brás de Oliveira nasceu em Salvador. Ator e humorista, ficou conhecido nacionalmente após fazer parte do elenco do filme “Ó Paí, Ó”, lançado em 2007, no papel do mulherengo Reginaldo. Mas foi em 2008, que sua carreira decolou de vez, através da série global, “Ó Paí, Ó”, adaptada do filme homônimo, fez o mesmo papel do filme, o taxista Reginaldo. O comediante ficou durante quatro anos (2011-2015) na série Entre Tapas e Beijos no papel de Jurandir dos Santos, que foi até agora, um dos mais marcantes da sua carreira. De lá pra cá, ele vem atuando em vários filmes, séries, novelas e programas humorísticos. Seu papel mais recente foi no programa PopStar, em 2017, onde ele mostrou seu lado cantor, junto com vários atores.

Hélio de la Peña. (Foto: Reprodução)

Hélio de la Peña. (Foto: Reprodução)

Hélio de la Peña é um dos maiores humoristas do Brasil. No começo da carreira, ele foi fundador da revista de humor Casseta Popular, que viria a se tornar o Casseta & Planeta, grande sucesso do humor no Brasil. Além de participar ativamente de programas humorísticos, ele também participou de novelas e, sua última trama, foi o fenômeno Totalmente Demais, em 2015.

Maurício Manfrini, intérprete de Paulinho Gogó. (Foto: Reprodução)

Maurício Manfrini, intérprete de Paulinho Gogó. (Foto: Reprodução)

Um dos mais engraçados humoristas do programa A Praça É Nossa, do SBT, Maurício Manfrini interpreta o personagem Paulinho Gogó e faz grande sucesso no país. Antes mesmo de estrear no famoso banco de Carlos Alberto de Nóbrega, o ator já havia participado da Escolinha do Porfessor Raimundo, na Rede Globo, em 2001. Em 2018, ele também faz parte do elenco de A Vila, no Multishow.

Leia também: Por que Mister Brau foi tão importante para a cultura negra no Brasil

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