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Filmes

Brasileirinhas lança último filme da trilogia política sobre corrupção

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Tudo Acaba Em Pizza, filme da maior produtora nacional de filmes pornos Brasileirinhas, é lançado nesta quinta-feira (04). O filme faz parte da trilogia política que começou em 2016 com Leva Jato e Felação Premiada. As informações são do colunista Ricardo Feltrin.

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Os filmes da produtora são baseados em fatos políticos, como sugerem os nomes. Há dois anos atrás, ela também lançou As Olim Piadas da Sacanagem que misturava pornografia com políticos corruptos e obras superfaturadas no Rio de Janeiro durante as olimpíadas.

Kid Bengala protagoniza o novo presidente da república que não consegue aprovar nenhum projeto pois não tem apoio dos deputados e senadores em Tudo Acaba em Pizza. Kid usa o sex# como maneira de corrompê-los.

No elenco, além de Bengala, estão Marcella Schultz, Amanda Souza, Bruna Lambertini, Yara Morgana, Amanda Borges , Lilith Scarlett, Mirela Mansur,  Igor Negrão do Whatsapp, Viny Burgos e Loupam Paulo Mach.

Ciumenta? Em conversa ao O Canal, Giovanna Ewbank revela se sente ciúmes de Bruno Gagliasso em cenas românticas. Assista:

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Cinema

Por que Pantera Negra pode (e merece) ser o primeiro filme de herói indicado a Melhor Filme

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Pantera Negra pode ser o primeiro filme de herói indicado na principal categoria do Oscar. (Foto: Reprodução/Marvel)

Antes dos filmes de herói se popularizarem com a ascensão da Marvel Studios nos cinemas, o gênero já existia e, em 2009, era protagonista de uma polêmica: A esnobada de Batman – O Cavaleiro das Trevas à principal categoria da noite, a de Melhor Filme. Considerado até hoje como – talvez – o melhor filme de herói de todos os tempos e aclamado criticamente, o filme de Christopher Nolan era uma aposta quase certa e acabou ficando de fora dos à época 5 indicados.

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O barulho em torno foi tanto que, coincidentemente ou não, no ano seguinte a Academia do Oscar alterou suas regras, permitindo que até 10 filmes passassem a concorrer na categoria principal da noite. Contudo, desde então, nenhum outro filme do gênero ganhou buzz o suficiente para ser indicado. Deadpool ensaiou uma possível indicação após ser nomeado ao Globo de Ouro e ao Sindicato dos Produtores, mas ficou pelo meio do caminho.

Esse ano, a história pode mudar. Desde sua estreia ainda no primeiro trimestre de 2018, Pantera Negra foi bem recebido pela crítica, que à época, cogitaram uma possível indicação, mas que não foi levada em consideração por muitos devido a ainda estar relativamente cedo para se considerar qualquer coisa com relação ao Oscar. Agora, a coisa muda.

O caminho até a indicação

Com a chegada de dezembro e a divulgação das eventuais listas de melhores do ano pelos principais críticos e principais revistas, a corrida para o Oscar começa a tomar forma e, por mais que a Academia sempre surpreenda aqui ou ali, os nomes nunca divergem muito dos que são ventilados por esses prêmios prévios e Pantera Negra tem sido um nome constante na maioria. Mesmo tendo estreado no começo do ano, o filme segue com o hype vivo, continua sendo falado e já é, fácil, o filme de herói mais discutido para premiações desde a ascensão da Marvel.

Outro termômetro importante a ser levado em conta, as premiações televisionadas também lembraram do filme. Foram 3 indicações ao Globo de Ouro (incluindo Melhor Filme – Drama), surpreendentes 12 indicações ao Critics Choice Awards (incluindo Melhor Filme) e 1 indicação na principal categoria do Sindicato dos Atores (Melhor Elenco).

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Além disso tudo, a recém cancelada categoria de Filme Popular mais ajuda do que atrapalha o filme. Quando a Academia anunciou que faria algo do tipo, muitos se questionaram o quanto isso seria realmente interessante e se, ao invés de ser uma forma de reconhecer filmes diferentes, não seria apenas uma forma de evitar que filmes populares, como Pantera, cheguem a categoria principal.

A ideia acabou descartada antes mesmo de ser testada e só aumentou mais ainda o buzz de Pantera Negra.

Por que o filme merece a indicação

A dúvida que fica para muitos é se o filme é digno de quebrar esse tabu e se tornar o primeiro de super herói a concorrer na categoria principal. E sim: Ele é. Com a expansão para 10 indicados depois de 2009, a Academia passou a ter a chance de reconhecer filmes de gêneros mais diversos que também possuíam um padrão de qualidade digno e Pantera tem um pouco de tudo que a maioria dos indicados dos últimos anos tem.

Existe uma história que vale a pena ser contada (e que é respaldada por um bom roteiro, algo não comum no gênero), um ótimo vilão, uma parte técnica invejável, atores em sintonia – com o personagem e com os colegas de elenco – e uma ótima produção.

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Claro, existem defeitos e o filme passa longe de ser perfeito, mas além de ser um ótimo exemplar do gênero, Pantera Negra ainda é um filme que toca em feridas estruturais dos Estados Unidos, como racismo, genocídio e apropriação de cultura – e, diga-se de passagem, não tem medo nenhum de discutir esses assuntos.

Se ele for (e merece ser) o primeiro filme do gênero a ser indicado, não há dúvidas de que os super herói estão muito bem representados.

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Cinema

Como o streaming mudou o jeito de assistir TV no Brasil

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Os streamings vieram para matar a TV? (Foto; Reprodução/Netflix)

Em meio a um mundo agitado e marcado cada vez mais pela agilidade e pela falta de tempo, os serviços de streaming emergiram. Apresentando-se como opção às formas de consumo de conteúdo convencionais, não demorou muito para se popularizarem e ganharem não apenas adeptos, como defensores fervorosos. Netflix, Globoplay, Amazon… Até grandes estúdios, como a Disney, viram o potencial que existia ali e começaram a investir na criação de um serviço.

É bem fácil entender o fenômeno: O espectador pode, finalmente, fazer seu próprio horário. Não precisa mais redefinir seu cronograma porque o filme que quer assistir será exibido apenas naquele momento, nem remarcar um compromisso para não perder o novo episódio de sua série favorita – em alguns casos, nem esperar quase uma semana para saber como se dará a continuação do mesmo. Se antes, mesmo com o controle às mãos, a sensação que se passava era a de amarras invisíveis nos segurando a programação, agora é o inverso.

Cada um é dono de si, do seu tempo e consegue otimizá-lo da melhor forma possível para adequá-lo ao consumo de produtos audiovisuais, A grande discussão a se levantar é: Qual é o futuro da TV aberta e da TV fechada? É possível que, em um futuro não tão distante assim, estas emissoras adotem o modelo do streaming ao não produzir conteúdos com horário fixo? Salvam-se, aqui, os programas noticiosos, esportivos ou reality shows, que tem sua base fixada no que acontece ao vivo e que não podem sofrer tal rotatividade.

Já no que tange a produção de novelas e outros conteúdo de entretenimento, a ausência do imediatismo aponta para esse caminho. Não existe nada que segure esse tipo de programa a um horário pré definido (inclusive é cada vez mais visível que muita gente está deixando de ver a novela ao vivo para assistir ao capítulo na Globoplay, no caso da Rede Globo) e testar um novo formato é algo compreensível.

O problema é que tal mudança esbarraria justamente na tradição que o brasileiro já possui com a telenovela. Produto intríseco à nossa história, é complicado – talvez impossível – imaginar o telespectador médio deixando de sentar-se ao sofá no final da noite, ligando a TV em uma novela, para deixar acumular para ver depois por outros meios.

É uma guerra fria, entre o novo e o velho, que está longe de acabar – e de ter vencedor definido.

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Cinema

Os 5 melhores filmes brasileiros na Netflix

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Filmes brasileiros fazem sucesso na Netflix. (Foto; Reprodução/Netflix)

Fim de semana batendo na porta e a Netflix é sempre uma boa opção para quem procura um entretenimento de fácil acesso, sem precisar sair do conforto do sofá. Separamos, hoje, 5 filmes brasileiros que estão disponíveis no catálogo do serviço, pra você que gosta de valorizar o que é produzido aqui em terras tupiniquins:

1) Cidade de Deus

(Foto: Divulgação)

Junto com Central do Brasil, o mais clássico filme brasileiro no que diz respeito a recepção internacional. A história de Buscapé e Zé Pequeno nas favelas de um Rio de Janeiro dos anos 70 é a história de um povo marcado pela luta diária pela sobrevivência, de um estado marcado pela violência e de um Brasil plural e que, em muito, falha em cuidar de seus próprios filhos. É o filme brasileiro mais indicado ao Oscar (4 indicações: roteiro, edição, direção e fotografia).

2) Faroeste Caboclo

(Foto: Divulgação)

A história de João de Santo Cristo e Maria Lúcia era icônica demais para ficar restrita apenas as palavras de Renato Russo. Faroeste Caboclo, protagonizado por Fabrício Boliveira e Isis Valverde, é uma retratação fiel de uma das mais clássicas canções do Legião Urbana e um filme que diverte, envolve e funciona muito bem como um complemento para os fãs do cantor e da canção.

3) Ponte Aérea

Filmes brasileiros fazem sucesso no streaming(Foto: Divulgação)

Leticia Colin e Caio Blat são os protagonistas desse romance que é obrigatório para qualquer fã do gênero. Os globais intepretam Bruno e Amanda, que após uma mudança em um trajeto de vôo, se conhecem em um hotel. Um mora no Rio, o outro em São Paulo. A partir daí, a distância e as interpéries da vida serão a prova de fogo que eles terão que passar diariamente para provar que querem mesmo ficar juntos.

4) SOS Mulheres ao Mar

(Foto: Divulgação)

O representante do gênero de comédia nessa lista é também um dos mais divertidos do mesmo. Giovanna Antonelli interpreta a divertida Adriana, que ao invés de tentar lidar da forma mais normal possível com a separação, embarca no mesmo cruzeiro que seu ex marido está fazendo, com a atual namorada. É um filme leve, divertido e que não tem outro objetivo além de arrancar risadas de quem o assiste, com um roteiro simples e comum.

5) Tropa de Elite

(Foto: Divulgação)

É impossível fechar essa lista sem citar um dos mais clássicos exemplares do nosso cinema recente. Wagner Moura e seu Capitão Nascimento já estão imortalizados no imaginário brasileiro e Tropa de Elite, de José Padilha, é um excelente filme sobre a violência urbana do Rio de Janeiro, o BOPE e a própria Polícia Militar do Estado.

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