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Bohemian Rhapsody estreia no topo das bilheterias

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Rami Malek em Bohemian Rhapsody, cinebiografia de Freddie Mercury

Ao que parece, o nome de Freddie Mercury é mesmo um chamariz de sucesso. Em sua semana de estreia, a cinebiografia do vocalista do Queen, Bohemian Rhapsody (que também é o título da música de maior sucesso da banda), conquistou o primeiro lugar nas bilheterias de todo o país, arrecandando cerca de R$ 9,6 milhões, com mais ou menos 500 mil ingressos tendo sido vendidos.

O longa, protagonizado por Rami Malek (protagonista de Mr. Robot e vencedor de um Emmy de Melhor Ator pelo papel) conta a história de Freddie entre as décadas de 70 e 80, sua relação com os membros da banda e como o Queen teve sua ascensão até o estrelato.

O filme também liderou nos Estados Unidos, arrecandando 50 milhões de dólares em 3 dias, segundo a Forbes. Mundialmente, já arrecadou US$ 140 milhões.

Confira os 5 filmes que lideraram as bilheterias brasileiras no fim de semana:

  1. “Bohemian Rhapsody” (R$ 9,6 milhões)
  2. “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” (R$ 6,1 milhões)
  3. “Halloween” (R$ 4,3 milhões)
  4. “Venom” (R$ 3 milhões)
  5. “Nasce Uma Estrela” (R$ 2,6 milhões)

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Mocinhas x heroínas: A regra da dramaturgia

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mocinhas

Mocinhas de Glória Perez

Há muito tempo, principalmente com o avanço das redes sociais, é comum encontrar textos de críticos desqualificando uma novela por conta da passividade, no qual eles chamam de “burrice”, das mocinhas. Essas personagens costumam não agir e acreditar na bondade de todos que estão em sua volta.

A crítica em cima da inocência das mocinhas é, talvez, falta de conhecimento técnico. A regra básica criada pelos grandes autores dos folhetins é que esse tipo de personagem não age, apenas reage. Ou seja, outros personagens que fazem a história girar.

MOCINHAS

Vamos usar alguns exemplos: Gilberto Braga é o autor que mais bebeu da fonte do folhetim. “Vale Tudo” tem seu ponta-pé inicial no momento em que Maria de Fátima (Glória Pires) vende a casa da família e embarca para o Rio de Janeiro. Sem um teto para morar, Raquel também decide ir para a cidade maravilhosa encontrar a filha. Repare que a mocinha Raquel só reage a ação de Maria de Fátima. Isso ocorre ao longo de toda trama.

Trazendo para os anos 2000, podemos usar a história de Silvio de Abreu, Belíssima, como grande exemplo. A protagonista era Júlia (Glória Pires), mas a mocinha era Vitória (Cláudia Abreu). Pedro (Henri Castelli) é casado com Vitória, mas morre por engano. Sua avó, Bia Falcão (Fernanda Montenegro), orquestrou o crime para matar a personagem de Cláudia Abreu.

Sem marido e sofrendo perseguições na Grécia, Vitória volta para São Paulo e passa a conviver com Bia Falcão. Ela passa por diversas situações lamentáveis, todas armações da vilã. O que isso significa? Ela está agindo novamente contra as atitudes da antagonista.

Muitos dirão que, nos tempos de hoje, isso não funciona mais, o que não é verdade. Em “Totalmente Demais”, Eliza (Marina Ruy Barbosa) era cercada de pessoas ruins, que faziam de tudo para prejudicá-la. Não há nenhum momento em que a mocinha decide agir em benefício próprio. Suas ações são motivadas por atitudes dos vilões. Por exemplo: ela abandona sua casa por conta da violência sofrida pelo padrasto.

Essa reclamação sem nexo de mocinha se dá pela confusão com as heroínas. Com o crescimento das séries em todo mundo, muitos acreditam que as mulheres não podem mais sofrer passivamente, precisam também buscar seus objetivos.

HEROÍNAS

Tivemos em telenovela algumas heroínas de sucesso. A Dona Helô (Giovanna Antonelli), de Salve Jorge, não era a protagonista, contudo, era a personagem que tinha como objetivo salvar as mulheres traficadas. Ela não esperava as ações das vilãs para agir, pois seu principal objetivo sempre foi lutar pelos mais fracos.

Em “Laços de Família”, Helena (Vera Fisher) deixou o namorado para o mesmo ficar com a filha. Na reta final da trama, ela engravidou para salvar Camila (Carolina Dieckmann) da leucemia. A Helena (Regina), de História de Amor, também agiu como heroína.

É preciso salientar que é mais fácil encontrar heróis do que heroínas em novelas. Isto porque, ao serem atacadas, as mocinhas recebem a proteção dos heróis. Na penúltima semana de “Segundo Sol”, o personagem Beto Falcão (Emílio Dantas) persegue as vilãs para encontrar seu irmão Remy (Vladmir Britcha) e salvar Luzia. A trama gira em torno desta procura.

Enquanto a mocinha estava presa, apenas recebendo informações, o herói mobilizava outros personagens da trama para salvar sua amada. Este fato aconteceu em “Cordel Encantado”, através de Jesuíno, em “A Favorita”, com Zé Bob, entre outras tramas.

Dostoiévski e Shakespeare

A telenovela não pode fugir do folhetim e melodrama. Seguindo este raciocínio, os autores acabam bebendo da fonte de Dostoiévski e Shakespeare. “Romeu e Julieta”, por exemplo, é um dos maiores clássicos do folhetim mundial. Há maior passividade que a de Julieta?

Dostoiévski era um escritor que buscava se aprofundar no submundo da mente dos seres humanos. João Emanuel Carneiro já declarou que o autor soviético é sua maior inspiração, não a toa seus personagens são chamados de burros.

Em “O Idiota”, o protagonista Príncipe Liév Nikoláievitch Míchkin é um homem generoso e bondoso, não enxergando a maldade em sua volta. As pessoas más que o cercam apresentam uma visão parecida com a do telespectador de telenovela. Chamam o personagem de tonto, fraco e outras palavras de baixo calão.

O mais incrível que Míchkin foi criado a partir da imagem de Jesus Cristo. Dostoiévski fez uma brincadeira ao mostrar para todos que, caso o filho de Deus vivesse naquele período na União Soviética, ele também iria sofrer com preconceitos e teria em volta aproveitadores.

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Como o limite entre a arte e o papel social das novelas virou tema no Brasil

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Ionan (Armando Babaioff) e Maura (Nanda Costa) em cena; casal da ficção foi vítima de comentários de alguns internautas. (Foto: Reprodução)

Ionan (Armando Babaioff) e Maura (Nanda Costa) em cena; casal da ficção foi vítima de comentários de alguns internautas. Como o limite entre a arte e o papel social da novela virou tema no Brasil? (Foto: Reprodução)

Nos últimos anos, é notório que as classes sociais desfavorecidas e todos os tipos de minorias políticas vem fazendo um grande trabalho em apontar algumas injustiças que, antes passada despercebidas, hoje não tem mais espaço para serem reproduzidas na TV e internet. Ou, ao menos, não deveria ter.

Caso recente é a manifestação entre artista e a população em favor à cantora Claudia Leitte durante um episódio de constrangimento no Teleton. Entretanto, quando se cobrado um outro posicionamento de personalidades na vida real, essa exigência de adequadação para uma nova sociedade não deveria impedir de que algumas histórias nas dramaturgias possam continuar sendo contadas.

A novela Segundo Sol, encerrada na última sexta-feira, 09, foi alvo de diversos comentários negativos por conta do enredo de alguns dos seus personagens. O caso de Maura (Armando Babaioff) e Ionan (Nanda Costa), é um dos exemplos em que os telespectadores não aceitaram o fato da personagem, bissexual, pudesse transitar entre os dois gêneros durante a sua história. E, quando exibido um relacionamento a três entre eles e Selma (Carol Fazu), a polêmica ficou ainda maior.

Na mesma novela, a personagem Rochelle (Giovanna Lancelotti) acusou Roberval (Fabricio Boliveira) de abuso sexual, como vingança após ser humilhada pelo mesmo. No Twitter, o público que comentava o folhetim on-line questionou a cena, sobretudo, porque contribuiria para pensamentos machistas que desconfiam das mulheres quando elas denunciam casos de assédio, abuso e estupro.

Os autores, que cada vez mais vem sofrendo grande pressão e sofrendo interferências de superiores por conta do público, discordam de tamanho repúdio e lembram que o papel artístico da dramaturgia é discutir um assunto sob várias óticas e propor um diálogo saudável sobre todos os temas, por mais espinhosos que sejam.

João Emanuel Carneiro, autor de Segundo Sol e Avenida Brasil na Globo, já declarou que considera que a novela tem papel importante de levantar discussões e a sociedade deve manter o debate. Aguinaldo Silva, de O Sétimo Guardião, pensa que dramaturgia é ficção e não tem por obrigação fazer o chamado merchan social (a inserção – intencional, sistemática e com propósitos educativos bem definidos – de questões sociais e mensagens educativas nas tramas e enredos das telenovelas, minisséries e outros programas de TV).

Diante de toda a vigilância, os autores de telenovelas estão cada vez mais sob o risco de serem acusados de algo que não são apenas por conta de suas obras. O rumo que as coisas podem tomar é perigoso e faz com que cada vez mais as histórias fiquem parecidas e sem causar grande impacto e/ou debate para quem está do outro lado da tela.

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Maisa x Raul Gil: O poder das redes sociais na democratização da notícia

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No Teleton, Raul Gil enaltece Bolsonaro e Maisa corta o apresentador. (Foto: Reprodução)

No Teleton, Raul Gil enaltece Bolsonaro e Maisa corta o apresentador. (Foto: Reprodução)

Dando início a sua funcionalidade no Brasil na década de 80, a internet vem se aperfeiçoando cada vez mais para tornar-se uma forma de comunicação mais ágil e prática. Durante todos esses anos, ela vem agindo como uma ferramenta essencial para compartilhamento de informações e acabou por democratizar a notícia em todo o espaço em que ela chega.

Essa democratização e forma fácil de se ver notícias, muitas vezes sem filtros, porém, tem sido fator decisivo e, às vezes, se cometem erros muito grandes. Na tarde do último sábado, 10, enquanto apresentava o Teleton no SBT, a atriz Maisa Silva interroupeu Raul Gil durante um discurso do apresentador pró-Bolsonaro ao vivo.

“Porque os ‘ladrões do povo’ estão sumindo e vão sumir. O homem chegou aí, meu. E ele vai doar também, viu? Alô, Bolsonaro, não esqueça que Deus te deu essa divina luz. Então passe um pouco dessa luz…”, propagandeou Raul Gil, durante a maratona de solidariedade.

A atriz mirim que faz sucesso na internet, aparentemente desconfortável, tentou contornar a situação e falar por cima de Raul Gil, voltando o foco para o programa e a doação que estava sendo feita por uma empresa naquele exato momento. “Qual é o valor do cheque?”, quis saber Maisa, interrompendo de forma abrupta o elogio do apresentador para Jair Bolsonaro.

Imediatamente, diversas notícias e vídeos do momento se espalharam pelas redes e, em seus perfis, Maisa passou a receber inúmeros comentários contra e a favor de sua atitude. Porém, nos bastidores do SBT, é unanimidade entre a produção dizer que não houve o tal climão tão espalhado na internet, mas que foi ordem da direção para apressar porque o cronograma estava atrasado.

Este acontecimento entre Maisa Silva e Raul Gil – responsável por descobrir a atriz quando ela tinha três anos -, não é o primeiro caso de julgamento precipitado nas redes sociais. Em sua maioria, em situações até mais graves, os artistas sempre precisam ir à público para poder explicar o que nem sempre aconteceu e amenizar os ânimos dos internautas.

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