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Episódios inéditos e em ordem cronológica, trilhas e aberturas originais; tudo sobre “Chaves” e “Chapolin” no Multishow

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(Foto: Multishow/Divulgação)

“Chaves” e “Chapolin” estreiam na próxima segunda-feira (21) no Multishow. A equipe do canal vem tendo um árduo trabalho desde a aquisição dos direitos no início do ano.

O Multishow adquiriu os direitos de parte da trilha sonora utilizada na Maga, junto às suas respectivas gravadoras/distribuidoras. A seleção foi feita pessoalmente por Eduardo Gouvea, fã das obras de Roberto Gómez Bolaños, e que além de trabalhar na tradução e adaptação dos scripts dos episódios inéditos adquiridos, também foi o responsável por trilhar musicalmente os episódios.

Diferente do que foi feito nas dublagens de 2012 para o SBT, a Globosat conta com os áudios oficiais das trilhas, fornecidos pelas gravadoras. De um rol de aproximadamente 300 trilhas, a ordem era a de que Eduardo selecionasse 100 para que fossem licenciadas.

O canal da Globosat também promete exibir todos os episódios produzidos, incluindo os inéditos, nunca passados pelo SBT. Para isso, então, teve que convocar dubladores para os trabalhos, e conseguiu reunir todo o elenco original ainda vivo para dublar as séries, casos dos personagens de Quico, Dona Florinda, Seu Madruga e Chiquinha.

Por outro lado, o Chaves será feito por Daniel Müller, que já atuou nos episódios inéditos que o SBT exibiu em 2014 e também no “Chaves Animado”. Ele ocupa o lugar de Marcelo Gastaldi, que faleceu em 1995.

A emissora da TV paga exibirá as duas séries em ordem totalmente cronológica e fiel à original da Televisa, de 1973 a 1979. Prática será inédita no mundo todo, sabendo disso, fãs ajudaram a Globosat a remontar todo o guia, deslocando episódios reprisados para suas temporadas originais.

Outra novidade é que as aberturas das séries serão as originais mexicanas, dubladas em português. Na TV aberta, o SBT exibiu poucas vezes essas versões, fazendo uma própria e genérica. A Globosat pegou todas as aberturas em espanhol e mandou dublar com a voz de Daniel Müller, que fará o Chaves.

Para as estreias de “Chaves” e “Chapolin”, a Globosat realizará na próxima segunda (21), no Rio, um evento com a presença de Edgar Vivar, o Sr. Barriga.

O mexicano se reunirá com fãs para assistir a alguns episódios no cinema e interagir com as surpresas preparadas.

Os seriados irão ao ar diariamente no Multishow, a partir das 23h.

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Globo decide o futuro de suas séries

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Globo e o sucesso de suas novelas. (Foto: Reprodução)

Globo decidirá o futuro de suas séries em dezembro. (Foto: Reprodução)

A expansão na produção de séries dentro das Organizações Globo não se restringe apenas a Globoplay. Dentro da Rede Globo, o futuro do gênero e o maior investimento no mesmo é algo discutido diariamente e que, em breve, deverá ganhar novos contornos, quando, em Dezembro, a emissora se reunir para bater o martelo sobre quais serão suas produções para 2019.

Diretamente envolvida no processo está Glória Perez, autora de diversas novelas de sucesso e da série Dupla Identidade. Glória está selecionando, um a um, os projetos que considera relevantes e de qualidades suficientes para que recebam um sinal verde da Globo de produção. A “triagem” acontece para, além de manter o padrão global de qualidade, cuidar para que a emissora consiga se solidificar dentro do ramo primeiro que as concorrentes, que ainda não estão envolvidas diretamente na produção de seriados, mas que, eventualmente, podem começar a a recorrer a isso.

Aprovados os projetos, Glória os discutirá com Sílvio de Abreu (atual diretor de teledramaturgia da emissora) e Mônica Albuquerque (diretora de desenvolvimento artístico), para decidir os próximos passos, como a produção se dará e todo o processo de pré-produção, que envolve escalação de elenco, equipe técnica, cenografia, etc.

Marcius Melhem, recém promovido na Globo ao cargo de chefe dos projetos da área de humor, também estará envolvido neste processo de seleção e deverá opinar sobre os projetos aprovados e suas eventuais dificuldades de produção e viabilidade para serem levados ao ar.

Dessa reunião, que deverá acontecer mês que vem, deverão sair todas as produções seriadas do 2º semestre de 2019 na Globo – visto que o processo de produção dos projetos aprovados tomará todo o 1º semestre do ano vindouro.

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Globo volta a investir em contratos a longo prazo com atores

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Jeiza (Paolla Oliveira) e Zeca (Marco Pigossi) na novela 'A Força do Querer'. (Foto: Reprodução)

Jeiza (Paolla Oliveira) e Zeca (Marco Pigossi) na novela ‘A Força do Querer’, da Globo. (Foto: Reprodução)

A Rede Globo, após implantar um novo sistema de contrato com artistas e decidir que a grande maioria de seus atores serão funcionários da emissora apenas enquanto está no ar em alguma obra, acaba de surpreender e recuar em sua decisão.

Nos últimos meses, a emissora dos Marinhos voltou a fechar contratos longos com diversos artistas em suas recentes renovações com o casting da dramaturgia. A decisão da emissora se dá em tempos da alta concorrência no mercado, onde os principais veículos passaram a levar boa parte de seu elenco do grande escalão. Entretanto, engana-se quem pensa que esses concorrentes são apenas os tradicionais.

A Netflix, por exemplo, uma provedora global de filmes e séries via streaming, com produtos criados por ela própria ou alguns colaboradores, já investiu pesado nos últimos dois anos no Brasil e deve produzir ainda mais a partir do ano que vem. Para as produções nacionais – e até mesmo internacionais – diversos atores das principais emissoras do país estão sendo escalados, com uma proposta tentadora e, com isso, acabam desfalcando as grandes TVs.

Um dos exemplos recente da Rede Globo, é o caso do ator Marco Pigossi. Considerado um dos maiores galãs de sua geração, ele encerrou o seu contrato com a Globo em abril deste ano, após estrelar A Força do Querer em 2017, para dar conta de um personagem de série Australiana da Netflix. A decisão surpreendeu a todos e pegou a emissora de surpresa, ao perder um de seus grandes talentos.

A empresa Amazon agora entra também no mercado e deverá investir em várias produções em 2019, precisando desfalcar outros talentos das grandes emissoras, para compor o elenco das suas tramas a partir do próximo ano. Com a forte concorrência, a Globo quer se proteger ainda mais e ter ainda o melhor elenco do país sob sua exclusividade.

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Primeiras Impressões: Ilha de Ferro, a nova série Globoplay

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Ilha de Ferro teve sua primeira temporada disponibilizada (Foto: Divulgação)

Estreou nesta semana a 1ª temporada da nova produção exclusiva Globplay, a série Ilha de Ferro. Escrita por Adriana Lunardi e Max Mallmann, com redação final de Mauro Wilson e direção artística de Afonso Poyart, a série conta com 12 episódios, todos lançados simultaneamente na plataforma de streaming do Grupo Globo.

Quem assistiu ao primeiro episódio notou um avanço significativo em termos de produções seriadas desse novo investimento das Organizações Globo para teledramaturgia. Se o grande defeito da marca sempre foi o de produzir séries com um forte viés folhetinesco em todos os segmentos técnicos, isso pouco ou quase nada se viu nos 52 minutos deste episódio Piloto.

A costura narrativa segue rigorosamente os princípios estabelecidos ao longo da História da TV para a linguagem exclusiva de seriados, o que atrai o olhar de um público que sempre manteve desdém para produções globais, pois tudo sempre parecia uma telenovela. É um avanço que não pode deixar de ser destacado neste momento em que a dramaturgia passa por uma grande transformação.

Ilha de Ferro conta o dia-a-dia de petroleiros (Foto: Divulgação)

Do ponto de vista do texto, o primeiro episódio faz uma opção consciente por uma pré-história para preparar o público ao que estar por vir. A estratégia é muito comum, principalmente em séries britânicas e mesmo na TV fechada dos EUA. Apresentar as personagens e suas motivações torna-se essencial para, a partir daí, mostrar a amarração da história.

Ilha de Ferro pretende contar a história de vida de diversos personagens dentro de uma plataforma de petróleo, a 137. Com drama, comédia, aventura e mistério, a proposta da série é mostrar a relação humana, tendo como pano de fundo a disputa do poder e o controle do petróleo por parte do Governo.

A firme direção conseguiu também se afastar do posicionamento de câmera tão comum no universo da teledramaturgia brasileira. Oferecendo takes menos óbvios e, principalmente, apostando numa mistura de paletas ao longo dos episódios, a fotografia garantiu uma cor diferente para cada personagem, no melhor estilo Breaking Bad.

É preciso reconhecer também o significativo avanço na direção de elenco. Muito menos industrial, a atuação presente é muito quente, quase nada naturalista e que brinca com a caricatura. Porém, aqui é preciso fazer um importante adendo: não se trata de caricatura folhetinesca, porém, na profundidade do sofrimento de cada personagem. A imagem vendida é sempre pelo prisma da personagem em sofrimento, o que se torna uma hipérbole, pois segue a máxima de que nosso sofrimento sempre é maior para nós mesmos que para outros.

Do elenco podemos destacar o minucioso trabalho de composição de Cauã Raymond, que está firme na pele de seu protagonista, um anti-herói típico da TV mundial. Ele fugiu da composição naturalista e entrega um personagem de corpo e alma. Diferente de Maria Casadevall, com uma personagem complexa, ela entrega uma interpretação diferenciada. Nas cenas do presente, a atriz mostra o tom gélido de uma pessoa que tem de ser durona para sobreviver, porém, nos flashbacks vemos como ela já foi tão quente como seu rival.

O grande destaque do elenco no episódio Piloto, porém, é Sophie Charlotte. Com a melhor personagem em suas mãos desde Amora (Sangue Amora), a personagem vive uma insana, carente e apaixonada pela vida. As paletas com cores quentes permitem acompanhar todo o drama e as nuances da personagem que vive a beira da explosão e da loucura, brilhantemente interpretada por Charlotte.

Porém, nem tudo é maravilha. Há problemas. A intenção de apresentar uma história sólida para o público abraçar acabou fazendo com que o Piloto, em alguns momentos, fosse massante. Isso porque foram mostrados diversas personagens da plataforma e, ao menos neste primeiro momento, não havia a necessidade de tamanho tempo de arte para isso.

A vida fora da plataforma, com a disputa de poder e como o Governo enxerga o petróleo brasileiro é muito atraente, porém, foi apenas pincelado no primeiro episódio e deveria ter sido melhor explorado. Assim como, há irregularidade no elenco, como Kleber Toledo, muito abaixo dos companheiros de cena.

Em todo caso, a tirar pelo primeiro episódio, pode-se dizer que Ilha de Ferro promete ser a melhor produção exclusiva Globoplay e um avanço importante para a dramaturgia de séries do Grupo Globo.

Se a Globo pretende mesmo investir fortemente em séries – e parece que sim – é preciso começar a produzir mais e melhor. Ilha de Ferro é o primeiro trabalho que cheira como seriado.

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