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RELEMBRE: Silvio Santos pune Gugu, mas se dá mal e perde para Eliana

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Gugu, Silvio e Eliana

A noticia da contratação de Gugu Liberato pela Record, caiu como uma bomba na emissora de Silvio Santos, que apesar da direção e o próprio Silvio Santos já foram avisados com antecedência, que o apresentador iria aceitar a proposta da concorrente, esperava-se que ele voltasse atrás e ficasse no SBT, o que não aconteceu.

Com isso, o dono da emissora, resolveu punir Gugu, que iria apresentar os últimas edições do “Domingo Legal” ao seu comando, até que chegasse ao fim do contrato com a emissora de Osasco. Como punição, Silvio decretou a mudança de horário do dominical, e sem ao menos avisar ele e sua equipe, que ficaram sabendo através as chamadas da emissora.

Em 28 de junho de 2009, era exibido o programa em novo horário, das 12h à 16h, no entanto, a ideia não funcionou perfeitamente e, Gugu superou a Record e marcou 10 pontos de média, 15 de pico e 21% de share, ficando na vice-liderança isolada.  No mesmo horário a Record ficou com 07 pontos.

Porém, o que ninguém podia esperar, a mudança acabou afetando a audiência de Silvio Santos, que começara a entrar mais cedo por causa da “punição” de Gugu. Das 16h à 22h, o “Programa Silvio Santos” fechou em terceiro lugar, com 10 pontos e perdeu para a Record que marcou 14 pontos com a exibição do “Tudo é Possivel”, apresentado por Eliana, e, “Domingo Espetacular”. A Globo apareceu em primeiro lugar com 23 pontos.

 

 

 

 

Ciumenta? Em conversa ao O Canal, Giovanna Ewbank revela se sente ciúmes de Bruno Gagliasso em cenas românticas. Assista:

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Coluna do Naian: Destaques de 2018 nas categorias Direção e Elenco

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Destaques de 2018 nas categorias Direção e Elenco

Destaques de 2018 nas categorias Direção e Elenco

Voltei e trouxe comigo mais uma lista dos Destaques de 2018 na minha humilde opinião, apesar de utilizar de critérios técnicos, não permitindo qualquer admiração ou paixão por artista A ou B me contaminar.

A lista só vai trazer os destaques de 2018 na minha visão. Apenas o primeiro colocado será posto aqui, pois meu ranking completo irá parar nas mãos da comissão organizadora do Cocar de Ouro, prêmio do O CANAL (novidades em breve).

O terceiro texto traz as melhores direções e elencos de 2018. Confira abaixo os nomes:

Melhor Direção em série dramática

Amora Mautner dirigiu a série Assédio (Divulgação)

Assédio

Quando Amora Mautner decide gravar cenas, dificilmente consegue ser batida. Com uma obra fechada, tendo maior tempo para cuidar dos pequenos detalhes, ela conseguiu apresentar uma direção primorosa. Preciso deixar claro que fiquei em dúvida entre a direção de O Mecanismo e Assédio, contudo, houve alguns pontos que a série da Globo conseguiu oferecer recursos mais interessantes.

Melhor Direção em série de comédia

Maurício Farias dirigiu Mister Brau

Maurício Farias dirigiu Mister Brau (Reprodução)

Mister Brau

Mister Brau conseguiu ser a melhor, pois as outras séries cômicas também apresentaram mais do mesmo. O que isso quer dizer? Não é lá grandes coisas a direção de Mister Brau ter vencido nesta categoria. O diferencial do produto global para suas concorrentes é apenas a tecnologia e as boas marcações de cenas. Enfim, o Brasil precisa avançar em muitos aspectos quando o assunto é série de humor.

Melhor Direção em novela

José Luiz Villamarim dirigiu a novela "Onde Nascem os Fortes"

José Luiz Villamarim dirigiu a novela “Onde Nascem os Fortes”

Onde Nascem os Fortes

Onde Nascem os Fortes ofereceu um novo universo para o imaginário do telespectador. Muitos vão estranhar essa escolha, pois dirão que Onde Nascem os Fortes é série. Chamar este produto de série é uma falta de respeito com o formato telenovela e também com o formato série. Estamos lutando demais para avançar no mundo dos seriados e apresentar esta obra aos americanos como série, podem apostar, irão gargalhar da nossa cara. Na questão direção, os posicionamentos de câmeras, os cortes de cenas, as sujeiras do cenário e a valorização das belas imagens do sertão deram um enorme charme para a NOVELA DAS ONZE.

Melhor Elenco em série dramática

Murilo Benício atuou na minissérie "Se Eu Fechar os Olhos Agora"

Murilo Benício atuou na minissérie “Se Eu Fechar os Olhos Agora”

Se Eu Fechar Os Olhos Agora

Baita elenco. Os atores, acostumados com o mundo de telenovela, conseguiram criar tipos interessantes e diferentes do padrãozinho dos folhetins. Destaque para Murilo Benício e Antônio Fagundes. Dois atores que merecem todos os aplausos quando entram em cena.

Melhor Elenco em série cômica

Lázaro Ramos e Taís Araújo protagonizaram Mister Brau (Reprodução)

Lázaro Ramos e Taís Araújo protagonizaram Mister Brau (Reprodução)

Mister Brau

Lázaro Ramos e Taís Araújo são ótimos no drama e excelentes na comédia. Puderam brincar entre esses dois universos em Mister Brau e saíram de cena com mais prestígio. Os seus colegas de trabalho também mantiveram o nível. Destaques para Luiz Miranda e George Sauma.

Melhor Elenco em novela

Elenco da novela "Onde Nascem os Fortes"

Elenco da novela “Onde Nascem os Fortes”

Onde Nascem os Fortes

Sim, a NOVELA DAS ONZE ONDE NASCEM OS FORTES foi quem teve o melhor elenco de NOVELA em 2018. Por mais que tivemos elencos maravilhosos em Tempo de Amar, O Outro Lado do Paraíso, Segundo Sol e Malhação – Viva a Diferença, os atores de Onde Nascem os Fortes brilharam e não houve competição.

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A Fazenda

Marcos Mion encerra A Fazenda 10 com desempenho brilhante e campeão de audiência na Record TV

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Marcos Mion encerra A Fazenda 10 com desempenho brilhante e campeão de audiência na Record TV. (Foto: Edu Moraes)

Marcos Mion encerra A Fazenda 10 com desempenho brilhante e campeão de audiência na Record TV. (Foto: Edu Moraes)

Chega ao fim na noite desta quinta-feira, 13, a décima temporada de A Fazenda, na tela da Record TV. Em uma edição especial, onde comemora-se uma década desde que o reality show estreou no Brasil, Caique Aguiar, João Zoli e Rafael Ilha aparecem como aspirantes do prêmio de R$ 1,5 milhão, mas é Marcos Mion que poderia facilmente sair como o grande vencedor do programa.

Estreante na função como apresentador de A Fazenda, Marcos Mion obteve um brilhante desempenho no programa, resgatando a vontade do público de voltar a ver o reality show. Durante toda a temporada, seu carisma, improviso e desenvoltura em frente às câmeras rendeu ao telespectador a imagem sincera de alguém entregue ao projeto e disposto a fazer acontecer. E fez.

Leia também: Marcos Mion foi o melhor presente da Record TV para o público em comemoração dos 65 anos

No jogo, o comunicador atuou também como familiar dos dezesseis participantes, revezando a função de acordo com a necessidade. Durante um bom tempo ele fazia papel de um primo rebelde, pronto para ver briga e “tacar fogo no feno” no objetivo de fazer os personagens entrarem em conflito. Em outros momentos, porém, atuava como o paizão da turma, acolhendo-os de toda dor emocional que o confinamento causava, dando abraços confortantes e palavras sinceras àqueles que precisavam.

A sua atitude acolhedora não restringiu-se apenas a TV. Os assinantes do Play Plus puderam ver um Marcos Mion ainda mais sensível semanalmente durante as eliminações dos peões. A cada saída de um participante, ele era seletivo nas informações passadas, até mesmo por recomendação da psicóloga. Um dos momentos mais marcantes, foi após a rejeição histórica de Fernanda Lacerda contra Leo Stronda, quando na Cabine de Descompreensão, a eterna Mendigata desabou no choro e foi consolada por diversos minutos pelo apresentador.

Com um apresentador ideal e elenco repleto de conteúdo, a décima edição de A Fazenda termina como campeã de audiência e vitórias históricas contra a Rede Globo. Trazendo ao público um Marcos Mion ainda mais incrível, o reality show acumula nesta temporada 9,7 pontos de média na Grande São Paulo, superando com folga as últimas quatro apresentadas por Britto Jr e Roberto Justus.

 

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Coluna do Jupa

Coluna do Jupa: a boa festa do Melhores do Ano 2018

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Na Coluna do Jupa, nosso colunista fala sobre os Melhores do Ano, do Domingão do Faustão (Foto: Reprodução)

Na Coluna do Jupa, nosso colunista fala sobre os Melhores do Ano, do Domingão do Faustão (Foto: Reprodução)

Quero iniciar esta Coluna do Jupa da semana com a seguinte frase: Falem bem ou falem mal, mas falem de mim. Essa máxima parece sempre nortear o Melhores do Ano, clássica premiação entregue no Domingão do Faustão a artistas globais e ligados a música que se destacaram durante o ano. Sempre cercado de polêmicas e acusações de injustiças, mas, na mesma medida, mobilizando torcidas e a audiência. As críticas são mesmo, na maioria das vezes, válidas. Mas, há de se levar em conta, no Brasil, não há uma premiação para ser levada tão a sério quanto o EMMY, por exemplo. Talvez, a que mais chegue perto desse status é a entregue pelo APCA, mas, ainda assim, longe de ter o prestígio de outrora.

Votações populares sempre dão margem para polêmicas, principalmente envolvendo tamanhos de fã-clube, mas é necessário ter em mente que mesmo as votações mais técnicas apresentam resultados questionáveis. O próprio EMMY, citado acima, é exemplo disso. Entretanto, é necessário destacar que o fato de ser indicado já é um grande feito para o artista, ainda mais levando em conta o pequeno número de 3 nomes por categoria – o que, inclusive, poderia ser revisto futuramente para que as novelas das 9 não fiquem com a maioria absoluta das indicações. Enfim, esse ano, apesar dos pesares e dentro das possibilidades, parece ter sido uma premiação sem maiores polêmicas ou grandes injustiças.

Vamos aos comentários da Coluna do Jupa para cada uma das categorias dos Melhores do Anos

Coluna do Naian: Destaques de 2018 nas categorias Argumento e Roteiro

Ator ou atriz mirim. Davi Queiroz, o Badu de Segundo Sol, desbancou os talentosos Vítor Figueiredo e Mel Maia. Pudera. Foi o único que honrou a categoria, visto que os outros dois não pareciam se encaixar aí. Apesar de terem apresentado bons trabalhos – Vítor, principalmente, pois teve um papel um tanto quanto complicado em mãos – eles não mereciam estar aí justamente por não serem mais, hum, crianças. A fofura e a espontaneidade do simpático intérprete de Badu, ainda bem, falaram mais alto.

Atriz coadjuvante. A talentosa Tatá Werneck soou deslocada porque Lucrécia passou longe de propiciar a ela uma grande atuação. Numa novela complicada, onde quase nada se destacou, não foi Tatá que salvou a pátria. Já Giovanna Lancellotti e Letícia Colin, por outro lado, mereceram muito a indicação. Rochelle foi o melhor papel da carreira da primeira e Rosa foi a consolidação de Colin no rol de grandes atrizes do momento. Belíssimo trabalho que foi reconhecido pelo público durante todo o tempo de novela e coroado, agora, com este troféu.

Destaque em Malhação: Viva a Diferença, atriz ganha espaço na Globo

Ator coadjuvante. Juliano Cazarré é talentoso, mas seu trabalho em O Outro Lado do Paraíso passou longe de impressionar em qualquer momento. Na própria novela, havia outros nomes que poderiam estar aí. De Segundo Sol, justo prêmio a Chay Suede, pelo seu Ícaro, e justa indicação a Fabrício Boliveira, pelo complexo e complexado Roberval, seu maior papel na TV até o momento. Justa, também, a lembrança, tanto de Chay quanto de Letícia, a Danilo Mesquita, um dos grandes destaques de Segundo Sol e que fez falta nesta lista.

Atriz e ator de série. Entre as mulheres, três atrizes talentosas e a surpresa, mas justa, vitória da grandiosa Patrícia Pillar. Na categoria masculina, Alexandre Nero ganhou sem nenhuma surpresa – e também merecidamente. Nenhum dos dois vencedores do ano passado, Julio Andrade e Marjorie Estiano, ambos pela série Sob Pressão, foi indicado esse ano, e o motivo parece ser bem simples. A temporada veio bem mais tarde desta vez, o que acabou os deixando de fora. Que no ano que vem eles voltem.

Atriz e ator revelação. Kelzy Ecard e Cláudia di Moura foram belíssimas revelações de Segundo Sol e Bella Piero brilhou em O Outro Lado do Paraíso. Qualquer resultado seria justo. Venceu Bella, que, com o perdão do trocadilho, fez um belíssimo trabalho na trama de Walcyr Carrasco. Em ator, venceu o talentoso Luís Lobianco, que fez sua estreia em novelas como o simpático Clovinho. Consideraria justa a vitória de qualquer um dos outros dois também, mas o prêmio ficou nas melhores mãos possíveis.

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Ator de novela. A surpresa da noite, pra muitos, foi a vitória de Sérgio Guizé. Este prêmio coroa de vez o talento deste grande ator. A sua última vitória, em 2016, foi pelo Candinho, de Eta Mundo Bom, um papel completamente oposto do Gael, que lhe deu o prêmio dessa vez. Guizé é subestimado por muitos, mas dá mostras do seu talento desde que estreou na Globo, com o João Gibão. Emílio Dantas e, principalmente, Vladimir Brichta também fizeram ótimos trabalhos este ano e, portanto, se ganhassem, não seria injusto.

Atriz de novela. Giovanna Antonelli entrou pra história ao ser a primeira intérprete de mocinha de João Emanuel Carneiro a ganhar o troféu de melhor atriz nesta premiação. Antes, ela já tinha vencido, com o autor, pela Atena. Não discordo que Luzia ficou abaixo do que se poderia esperar, principalmente a partir do capítulo 100, mas é impossível questionar o talento e a versatilidade de Antonelli, que se entregou, desde o começo, de corpo e alma ao papel. Essa vitória de forma alguma, como ela mesma deixou claro em seu discurso, minimiza os belíssimos trabalhos de Bianca Bin e sua Clara vingativa e de Deborah Secco, com sua Karola. Ótimas personagens que também ficaram na memória do público.

Categoria especial – Personagem do ano. Categoria criada em 2016, dessa vez, não houve votação. Bom para o público, que não precisou se decidir entre três das maiores artistas vivas deste país. Com todo o respeito a Adriana Esteves e a Marieta Severo, mas, ainda que todas tenham sido merecidamente premiadas, a grande vencedora não só deste prêmio, mas também da noite (com o respeito aos demais vencedores da noite), foi Fernanda Montenegro. A maior atriz brasileira viva provou por que é a maior não só quando está interpretando uma personagem. Seu discurso corajoso em defesa da classe artística precisava ser dito e não poderia haver pessoa melhor para dizer.

Ovacionada, Fernanda Montenegro fechou com chave de ouro a noite, que ainda contou com discursos poderosos de Patrícia Pillar e Sandra Annenberg, por exemplo. Ainda que, com algumas ressalvas, que sempre vão existir, foi uma ótima festa para se prestigiar o talento de parte dos artistas brasileiros. E que venha 2019.

A Coluna do Jupa vai ao ar no O Canal semanalmente e toca em diversos temas da TV. Gostou? Veja no site outros textos da Coluna do Jupa.

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