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Segundo Sol

Em Segundo Sol, mãe de Maura surta ao descobrir que a filha é lésbica

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Cacau (Fabiula Nascimento) ficará cada vez mais desconfiada de Roberval (Fabrício Boliveira). Foto: Reprodução

Cacau (Fabiula Nascimento) ficará cada vez mais desconfiada de Roberval (Fabrício Boliveira). Foto: Reprodução

Terça, 3/7 (Capítulo 44)
Roberval tenta convencer Karen a aceitar trabalhar em sua casa. Rochelle e Severo humilham Karen, que enfrenta a família e decide aceitar o novo emprego. Karen revela a Zefa que irá trabalhar para Roberval e anuncia que o filho a convocou para um jantar em sua casa. Narciso se preocupa com o estado de Manuela e alerta Edgar.

Karola discute com Remy, que jura vingança contra a comparsa. Agenor comenta com Nice que Rosa e Maura deveriam se casar. Ícaro afirma a Rosa que ela o desejará novamente. Laureta insinua a Rosa que Karola guarda segredos. Doralice sente ciúmes de Ionan com Maura. Nice descobre que Maura tem um romance com Selma.

Beto pressiona Cacau por notícias de Luzia, e Roberval estranha. Zefa repreende Roberval durante o jantar e deixa a casa do filho, seguida por Cacau. Karen confessa admirar Roberval. Luzia/Ariella tenta livrar Manuela da polícia, mas Maura exige revistar as duas.

Quarta, 4/7 (Capítulo 45)
Luzia/Ariella esconde a droga que estava com Manuela e livra a filha de Maura. Manuela promete que se afastará de Narciso. Em uma carta para Beto, Luzia afirma que é casada e pede para o cantor esquecê-la. Remy revela a Rosa que Karola já trabalhou para Laureta. Remy pede que Rosa descubra o segredo que Laureta e Karola guardam sobre Luzia.

Luzia/Ariella sugere que Manuela frequente o Narcóticos Anônimos. Valentim comenta com Karola que acredita que Beto reatará com a mãe. Rosa ameaça Karola e anuncia que voltará a namorar Valentim. Rochelle e Acácio se amam. Zefa pede que Karen não trabalhe na casa de Roberval.

Ícaro provoca Rosa. Karola confronta Laureta, que aconselha a comparsa a aceitar Rosa. Maura se desespera ao saber que Nice descobriu seu romance com Selma. Remy chantageia Dodô por causa de Gorete e Badu. Gorete garante a Dodô que está gostando de Clóvis. Rosa chega para jantar na casa de Karola, com Beto e Valentim.

Quinta, 5/7 (Capítulo 46)
Rosa e Valentim reatam o namoro. Maura conversa com Nice. Remy registra em vídeo seu romance com Karola. Luzia encontra Beto e afirma que os dois precisam se afastar. Karola propõe fugir para São Paulo com Remy. Beto pede que Karola lhe dê uma nova chance e beija a mulher. Rochelle é expulsa do casarão e rompe o relacionamento com Acácio. Zefa desabafa com Severo sobre Roberval.

Edgar, Severo e Rochelle questionam Karen sobre seu novo trabalho. Rosa conversa com Nice e apoia o amor de Maura e Selma. Gorete fica revoltada com a família Falcão por não manter viva a memória de Beto. Clóvis se preocupa com a reação de Gorete quando descobrir a verdade sobre Beto. Rochelle descobre que Karen trabalha para Roberval.

Sexta, 6/7 (Capítulo 47)
Rochelle ofende Karen na frente de Roberval e diz admirar o empresário. Laureta e Ícaro descobrem que Rosa reatou o namoro com Valentim. Remy se prepara para viajar com Karola, e Naná desconfia. Beto, Valentim e Karola comemoram a reunião de sua família. Remy ameaça Karola, que pede socorro a Laureta.

Luzia/Ariella incentiva Manuela a fazer as pazes com Acácio. Gorete afirma a Doralice que assumirá a presidência do fã-clube de Beto Falcão. Laureta e Galdino armam para Remy e o obrigam a apagar seu vídeo com Karola. Dodô desconfia do conteúdo das malas que Remy carrega.

Remy anuncia a Karola que se vingará dela. Laureta provoca Rosa por ciúmes de Ícaro. Rosa sonda Galdino sobre Luzia. Roberval faz insinuações sobre o comportamento de Cacau. Dodô flagra Remy escondendo drogas em seu bar.

Leia também: Em jogo, atriz revela que ficaria com Bruna Marquezine

Sábado, 7/7 (Capítulo 48)
Remy chantageia Dodô para que o pai não revele sua relação com o tráfico. Acácio se declara para Manuela e a beija. Ionan questiona Dodô sobre Remy. Remy comenta com Rosa que irá procurar por Luzia para se vingar de Karola e Laureta. Gorete inventa para Clóvis sobre o pai de Badu, e o menino desconfia.

Nice e Agenor se incomodam ao saber que Maura e Selma irão à casa de Ionan e Doralice. A família Athayde descobre que Karen trabalha para Roberval, e Severo passa mal. Beto pensa em se lançar como compositor sob um novo pseudônimo. Zefa sofre quando Severo afirma que se vingará de Roberval.

Rochelle instiga Edgar a acreditar que Karen está envolvida com Roberval. Edgar arma um escândalo na casa de Roberval, e Cacau se decepciona com o noivo. Roberval apoia Karen. Viana desconfia da proximidade entre Maura e Ionan. Luzia procura Cacau em seu restaurante, e Remy as observa.

Segunda, 9/7 (Capítulo 49)
Valentim sugere mostrar a nova música de Beto/Miguel para Luzia/Ariella, e Karola contesta. Ícaro marca um encontro com Manuela no show de Luzia/Ariella. Laureta observa Ícaro e Rosa. Remy se aproxima de Luzia/Ariella. Rosa tenta descobrir com Galdino o que Laureta esconde sobre Luzia/Ariella.

Remy e Rosa se unem contra Laureta. Valentim mostra a música de Beto/Miguel para Luzia/Ariella. Manuela procura Luzia/Ariella, enquanto Ícaro observa as fotos da DJ no camarim. Groa se preocupa com Luzia/Ariella. Ícaro discute com Luzia/Ariella.

Valentim encontra Rosa com Remy e tem uma crise de ciúmes. Gorete afirma que reerguerá o fã-clube de Beto Falcão. Severo e Edgar destratam Karen. Luzia conta para Cacau que Ícaro lhe procurou. Ícaro revela a Manuela a verdadeira identidade da DJ Ariella.

Terça, 10/7 (Capítulo 50)
Manuela se desespera e Ícaro tenta acalmar a irmã. Maura e Selma chegam para o jantar na casa de Ionan e Doralice. Ícaro não conta para Laureta o que descobriu sobre Luzia/Ariella. Ionan se envergonha com o interrogatório que Doralice faz com Maura e Selma. Edgar discute com Karen.

Roberval tenta se reconciliar com Cacau. Dodô se alarma quando Clóvis afirma que reconhecerá Badu como seu filho. Severo critica Edgar. Roberval incentiva Karen a continuar trabalhando para ele. Manuela conta para Zefa que a DJ Ariella é sua mãe.

Edgar procura Cacau. Manuela procura Luzia/Ariella, e Valentim se esconde no camarim. Cacau e Edgar se beijam. Clóvis leva Gorete à antiga casa de Beto Falcão. Edgar se declara para Cacau. Valentim deixa seu esconderijo e conforta Luzia/Ariella.

Quarta, 11/7 (Capítulo 51)
Valentim e Luzia/Ariella se aproximam. Manuela conta para Ícaro sobre a conversa com Luzia/Ariella. Groa decide levar Luzia/Ariella até Pai Didico. Beto/Miguel pensa em Luzia/Ariella, enquanto namora Karola. Beto/Miguel incentiva Valentim a compor uma música. Luzia compõe uma letra para a música de Beto/Miguel. Cacau se reconcilia com Roberval.

Rochelle elogia Edgar por destratar Karen. Manuela confirma com Zefa a história de Luzia. Ícaro reclama das cobranças de Laureta. Clóvis teme que Gorete descubra que Beto Falcão está vivo. Gorete afirma à família Falcão que fez um contato sobrenatural com o cantor.

Rosa ouve uma conversa de Laureta com Karola sobre Luzia. Nice não aceita que Maura pense em ter um filho com Selma. Viana ataca Maura em sua sala, e Ionan agride o delegado. Rosa conta para Ícaro sobre a conversa que ouviu entre Laureta e Karola.

Quinta, 12/7 (Capítulo 52)
Ícaro fica perturbado com a revelação de Rosa. Maura chama ajuda para afastar Viana de Ionan. Pai Didico consulta os búzios para Luzia. Karola reclama de Valentim ter mostrado a música de Beto/Miguel para Luzia/Ariella. Doralice não gosta de ver Maura cuidando de Ionan no hospital. Selma tira satisfações com Viana e acaba presa.

Luzia/Ariella mostra para Valentim a letra que criou para a música de Beto/Miguel. Edgar pede para Karen deixar o emprego na casa de Roberval. Luzia/Ariella e Valentim descobrem afinidades. Roberval tenta ser gentil com Zefa. Laureta pune Rosa depois de comentar que esteve com Karola, e Ícaro se irrita. Rochelle descobre onde Severo esconde seu dinheiro e chantageia o avô.

Beto/Miguel gosta da letra composta por Luzia/Ariella para sua música e deseja conhecer a DJ. Nestor cuida de Dodô. Gorete diz a Clóvis que fez um novo contato sobrenatural com Beto Falcão. Ionan discute com Doralice por causa de Maura. Viana revela a Agenor que Maura namora Selma.

Sexta, 13/7 (Capítulo 53)
Agenor se desespera com a revelação de Viana e arma um escândalo na delegacia. Manuela implora para Ícaro deixar a casa de Laureta. Viana faz um acordo com Maura para libertar Selma. Ícaro procura Karola. Maura é expulsa de casa. Karola mente para Ícaro sobre Luzia.

Beto/Miguel vê Ícaro sair de sua casa e questiona Karola. Gorete e outros fãs de Beto Falcão fazem uma vigília na porta da casa de Dodô. Zefa pede para Edgar conversar com Manuela. Severo entrega a Rochelle a chave e a senha de seu esconderijo. Cacau se surpreende com Roberval. Ionan enfrenta Doralice. Selma acolhe Maura.

Sábado, 14/7 (Capítulo 54)
Dodô não consegue se explicar para Ionan, que tenta descobrir a verdade com Remy. Katiandrea faz revelações sobre Laureta para Ícaro. Laureta repreende Rosa e discute com Ícaro. Severo surpreende Rochelle. Beto/Miguel questiona Rosa sobre Ícaro e decide ir atrás do rapaz.

Karola conta para Laureta que foi procurada pelo irmão de Manuela. Ícaro deixa a casa de Laureta e Beto/Miguel o ajuda. Severo toma uma decisão sobre Rochelle e toda a família se surpreende. Beto/Miguel desmente Karola para Ícaro e tira satisfações com a mulher.

Beto/Miguel incentiva Valentim a ajudar Rosa a se livrar da dívida com Laureta e Karola se enfurece. Ícaro conta para Cacau que Beto/Miguel o está ajudando. Rosa enfrenta Laureta e deixa o bordel. Edgar pede Cacau em namoro.

 

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Análise: o fim de Segundo Sol

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Segundo Sol terminou na última sexta. Imagem: Reprodução

São várias as interpretações que se pode extrair de O Segundo Sol, clássica canção de Nando Reis, imortalizada na voz de Cássia Eller. Uma delas, a mais famosa, diz que buscar o seu segundo sol é ir atrás de uma nova chance, uma nova oportunidade de conseguir fazer o que, outrora, não foi feito. Passados 155 capítulos de Segundo Sol, pode-se afirmar que essa parece ter sido a “escolha” de interpretação do autor da novela, João Emanuel Carneiro, ao colocar a música no centro da obra, encerrada na sexta-feira. Segundo Sol tratou, prioritariamente, de recomeços e segundas chances.

Vendida como uma novela sobre uma falsa morte de um cantor, a propaganda mostrou-se enganosa. A trama, na verdade, girava em torno de Luzia. A marisqueira vivia pacificamente com seus dois filhos e sua irmã em Boiporã. Sua vida mudou completamente com a ida de Cacau, uma inspirada Fabíula Nascimento, para Salvador e a chegada de Beto Falcão, então Miguel, ao lugar, após forjar sua morte num acidente de avião. Os dois juntos conheceram o amor. E também tiveram que experimentar o ódio de Karola, guiada por Laureta, que fez de tudo para separá-los. Conseguiu. A primeira fase termina com a ida de Luzia pra Islândia. A segunda começa com a volta dela ao Brasil. A marisqueira veio buscar o seu segundo sol. Queria ser feliz de novo ao lado dos filhos. Tratada simplesmente como ‘burra’ ou ‘trouxa’, Luzia, é verdade, foi uma mocinha mais passional do que a Clara, de ‘O Outro Lado do Paraíso’ – a comparação mais direta que se pode fazer. O mote da história da então DJ não era voltar para buscar uma vingança. O que ela queria, e só isso, era reconstruir sua família despedaçada pela dupla de vilãs anos atrás.

Giovanna Antonelli desenvolveu mais um excelente trabalho, principalmente pela sua entrega na primeira fase, quando as atenções estavam completamente voltadas à sua personagem. Depois de uma criticada escalação (não só do ponto de vista racial, conste-se), a atriz mostrou que foi uma escolha acertada do autor, que bateu o pé para tê-la no posto de protagonista após as negativas de Taís Araújo e Camila Pitanga. Bom lembrar, voltando a falar sobre o trabalho de Giovanna, que a boa performance de maneira nenhuma se ateve à primeira leva de capítulos. A atriz emocionou em diversas oportunidades, principalmente no tocante aos filhos. Antonelli passou para a sua atuação toda a força dessa mulher na luta para reconquistar a família.

Na história de Luzia, ficou devendo, além da interminável quantidade de capítulos em que ela passou fugindo da polícia, o arco da vingança, que não serviu para nada. Justamente esse foi um dos grandes pontos negativos da novela. Ao chegar na marca do capítulo 100, esperava-se uma virada maior do que a que foi mostrada. Ainda que o autor tenha sido bem intencionado, ao dar, aí sim, um motivo para Luzia ir pra cima de Laureta e Karola _ afinal, do contrário, ela não teria paz _ a vingança não foi pra frente. Prendeu Laureta. Expôs Karola. Mas, poucos capítulos depois, com Laureta solta e Karola sendo Karola, para nada serviu essa virada. E a reta final provou que falta de história não era. Dulce, que roubou a cena desde que apareceu pela primeira vez, poderia ter entrado antes. A verdade sobre a verdadeira mãe de Valentim também poderia ter vindo à tona mais cedo. Bem como os motivos que levaram Laureta a suportar Karola por tanto tempo.

Falando na dupla, merecem, é claro, mais do que aplausos Adriana Esteves e Deborah Secco. As duas brilharam do começo ao fim e mostraram sintonia impecável na pele das combatentes que não podem se apaixonar porque têm que fechar negócio! E, à medida que foi ganhando espaço, Laureta mostrou que, bem como sua intérprete havia adiantado, no quesito vilania, Lauzinha era muito pior que Carminha. Por falar nisso, não dava pra sequer imaginar outra atriz vivendo esse papel que não Adriana. Não à toa, foi escrito especialmente para ela. Laureta foi o ponto alto da novela em todos os momentos e, por isso, foi a personagem com a pegada mais ‘JEC’ da produção (ao lado de Dulce).

Já Deborah Secco, injustamente criticada por alguns no começo, mostrou por que é um dos grandes nomes da TV brasileira. A entrega à Karola foi latente e emocionante. A cada cena, percebia-se como a atriz era grata pela personagem e como ela a dominou. Sua parceria com Danilo Mesquita, seu Rururuzinho, rendeu excelentes sequências, como a da morte da personagem. Antes disso, a cena em que ela corta os cabelos para se despir de uma antiga personalidade também merece destaque. Mas, ainda bem, Karola não foi uma personagem que mudou da água pro vinho com um corte de cabelo, ao contrário do que muitos precocemente acharam. A “viúva oficial de Beto Falcão” teve a chance de ter o segundo sol, mas recusou. Caiu na chantagem da mãe e morreu nos braços (e para salvar a vida) da única pessoa que verdadeiramente amou, da única pessoa que conseguia enxergar o amor vindo daquela mulher.

Por falar nele, Valentim, muito bem defendido por Danilo Mesquita, foi um dos melhores personagens já construídos pelo autor. Um adolescente que viveu uma vida de mentiras, foi enganado por todos, mas sempre quis compreender as pessoas, extrair e acreditar no melhor delas. Foi lindo ver o amadurecimento e o crescimento do “dimenorzinho” ao longo de todos os baques que ele sofreu. Junto com Rosa e Ícaro, porém, formou um triângulo amoroso que não deslanchou. A bem da verdade, no fim das contas, o melhor era que cada um seguisse a sua vida. O autor preferiu dar a Rosa o seu segundo sol. Uma pena que tarde demais, porque a redenção da personagem, que, até então, teve sua trajetória muito bem conduzida, poderia ter vindo antes. Nesse ponto é que começou a falhar a condução da ‘Rosa Murcha’. De ‘Murcha’, graças a Letícia Colin, a personagem não teve nada. Rosa foi mais um belíssimo trabalho da atriz, depois da excepcional Leopoldina, de Novo Mundo. Tornou-se uma das personagens mais comentadas da novela e que, ao longo da trama, mais despertou os mais diversos sentimentos do telespectador.

Na outra ponta do triângulo, Chay Suede entregou o seu melhor trabalho até aqui. Não por acaso, o ator foi uma das personalidades mais badaladas do ano. Reconhecimento pelo trabalho bem feito. Quem sobrou nessa história acabou sendo a irmã de seu personagem, Manu. Apesar de uma performance digna de Luisa Arraes, a personagem não aconteceu. Quase ninguém se importava com a estudante de medicina. Pra piorar, ela ainda foi responsável por um dos arcos mais ridículos da novela, o do falso sequestro pela família de Narciso.

Na interminável busca pelos ‘segundos sóis’, algumas histórias deixaram a desejar. Caso de Rochelle, muito bem defendida por Giovanna Lancellotti, em seu melhor papel na TV até agora, mostrando que a atriz está preparada para voos maiores há algum tempo. A patricinha foi, ao mesmo tempo, punida e curada graças à doença. É um velho clichê de novela, mas que precisa ser repensado. Uma doença como essa não vem para punir ninguém, ao mesmo tempo que, ainda que faça a pessoa repensar em muitos erros de sua vida, não apaga o histórico maléfico dela, no caso de Rochelle, até mesmo racista. Também ficou difícil de engolir a redenção de Severo. Ainda que tenha sido punido algumas vezes, vale lembrar que se tratava de uma pessoa que foi capaz, inclusive, de abusar de uma menina de 15 anos. Isso sem falar de toda a questão com o seu filho Roberval.

Roberval, aliás, foi um dos personagens que mais despertou paixão. E ódio. Um típico personagem cheio de dubiedade de João Emanuel Carneiro. Unânime na trajetória dele só o episódio do casamento desfeito no altar. A discussão sobre a violência sofrida por Cacau, naquele momento, deveria ir pra frente. Ainda que ele tenha mostrado arrependimento, não entrar no mérito da problemática foi bola fora do roteiro. Aliás, há que se elogiar toda a entrega de todos os atores desse núcleo da mansão dos Athayde. Mesmo com o brilho perdido no mês final – o assalto interminável foi um ponto baixíssimo de toda a novela – não há se apagar o bom trabalho do autor com todos os personagens. Eles roubaram a cena por diversas vezes. Palmas, então, para uma sensacional Cláudia di Moura, para um expressivo Caco Ciocler e para uma inspirada Maria Luisa Mendonça, enfim num tipo diferente do que ela estava habituada a fazer.

Uma pena, porém, que não se deu o mesmo tratamento ao núcleo do Casarão, onde tipos interessantes ficaram deixados de lado. Mesmo a questão sobre a ocupação não foi pra frente, visto se tratar de um tema atual que poderia render ótimas discussões. Teria sido receio do autor em tocar nessa ferida?

Por falar em tocar em feridas, não foi dessa vez que Carneiro acertou numa trama LGBT. Conhecido por não tratar satisfatoriamente do assunto, a bem da verdade, com Maura e Selma tendo um final feliz juntas, ele até tentou se redimir, mas passou longe de ser o suficiente. O “triângulo amoroso” não propiciou uma abordagem positiva sobre a bissexualidade e nem sobre o poliamor. Quem sabe na próxima. Afinal, até trazer uma trama digna como a da Nice, o autor teve algumas experiências não tão bem sucedidas. A trajetória da personagem de Kelzy Ecard, perfeita na sua estreia na TV, foi bem conduzida do começo ao fim. Por sinal, Agenor foi a oportunidade de Roberto Bomfim emergir novamente, mostrando por que é um dos grandes nomes da teledramaturgia brasileira. Uma pena que seu nome, no geral, não seja tão valorizado quanto merece.

Já na trama, não tão bem valorizados quanto mereciam tivemos, por exemplo, Roberta Rodrigues. Sempre que pôde, a atriz brilhou, mas sua Doralice merecia ter tido suas tramas melhor exploradas: a questão do ciúmes, lá no começo, e o fato de não querer herdar o terreiro do pai, Didico, interpretado por um João Acaiabe que mal apareceu. Uma pena. Francisco Cuoco, com seu Nestor, também pode se encaixar nessa categoria, mas, há de se lembrar, o ator está com problemas de saúde e locomoção, o que talvez explique por que seu personagem não aparecia tanto. No que tange à trama envolvendo Naná e Dodô, até bom. Essa relação da ex-guerrilheira com seus dois maridos também não caiu nas graças de ninguém.

Na casa da Família Falcão, tivemos Clovinho e Gorete (e Badu, é claro) brilhando por um bom tempo. Mas a trama dos dois, é verdade, perdeu força ao cair na repetição. E quando Tomé, um apático Plabo Morais, entrou na jogada, então, aí é que não deu pra engolir. Já Ionan foi muito bem defendido por Armando Babaioff. O policial bobão, que foi passado pra trás até por Valentim e Ícaro, não poderia ter intérprete melhor. Além de tudo, mostrou que o ator está mais do que preparado para maiores papéis. Quem também deu show, o que não é novidade, foi Vladimir Brichta. Remy, mesmo sendo um tipo cheio de defeitos, foi um dos personagens mais queridos da novela. Não à toa. O texto inspirado do autor ajudou, é claro, mas sem um intérprete à altura poderia não ter tido o mesmo sucesso. Após um longo tempo nas séries, é bom ver que os autores de novela estão valorizando o ator da forma como ele merece.

 

 

 

 

 

 

Por fim, mas não menos importante: Beto Falcão. Trata-se de mais um ótimo trabalho de Emílio Dantas, mas poderia ter tido mais espaço na trama, o que parece até uma contradição já que se trata do protagonista da novela. Perdeu força, ao longo dos capítulos, a storyline do cantor que fingiu estar morto para ficar famoso, e o lado musical de Emílio mal foi explorado. Uma lástima. Todo esse folclore em torno de astros que forjam a própria morte para voltar a hitar habita o imaginário de milhares de pessoas. Quando virou novela, não aconteceu da forma como se esperava. Nem a revelação da verdade causou tanto impacto, apesar de ter propiciado um dos melhores capítulos da novela.

A direção de Dennis Carvalho e Maria de Médicis, que começou muito boa, entrou no piloto automático. Erros de continuidade aqui e ali são normais em qualquer novela, porém, nesse caso, passaram um pouco do ponto. Faltou também impacto a muitas das cenas, fazendo com que muitas sequências importantes passassem em branco e sem o brilho merecido. Às vezes, é bem verdade, não por culpa só da direção, mas também do roteiro, como no caso da noite de terror promovida por Laureta e da revelação à Nice de que Maura estava tendo um caso com Selma. Tirando esses pontos, elogios merecidos aos diretores por conseguirem extrair ótimos desempenhos de todo o elenco, que foi o ponto alto da novela. Atores entrosados, com química, fizeram deste um dos melhores elencos dos últimos anos. Até por isso, considero injusto apontar a direção como um dos defeitos da novela, ainda que tenha deixado a desejar em muitos momentos. Talvez, os diretores e o autor tenham acordado que era melhor focar na emoção e não nas reviravoltas. E emoção foi o que não faltou ao longo dos capítulos.

Segundo Sol, por que não?, foi também uma chance de João Emanuel dar a volta por cima depois do fracasso de A Regra do Jogo, que enfrentou não só problemas gravíssimos em audiência, mas conflitos internos entre direção e elenco. Foi uma novela mais leve, que abusou dos clichês e de recursos novelísticos mais do que nas anteriores de Carneiro. Vimos um roteiro que, ainda assim, não deixou de lado os personagens humanos e as relações conflituosas do nosso mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo Sol foi uma novela, sim, sobre segundas chances e recomeços. Mas foi também uma novela sobre os mais variados tipos de família. Famílias unidas pelo sangue, pela conveniência, pela necessidade, pela amizade ou por qualquer outro laço. Não foi uma trama perfeita, até porque tramas perfeitas não existem, e sai de cena com um gostinho quase amargo de que poderia ter sido melhor e rendido mais. Nada que seja o suficiente para ofuscar o seu brilho. Para o seu público fiel, que a acompanhou do seu nascer até o momento em que ela se pôs, deixará saudades.

Pós-créditos:

– É clichê, eu sei, mas fez falta um “quem matou?” para ser o plot central desse último capítulo. Apesar de ter rendido boas cenas, o sequestro de Miguelzinho foi um chamariz muito fraco para o desfecho de uma trama.
– A última cena da Família Falcão em cima do trio merecia ter sido maior. Depois de tudo o que eles sofreram, o público merecia ter tido mais uns minutos para apreciar a alegria e a beleza de todos ali envolvidos.
– Laureta foi uma das personagens mais icônicas de João Emanuel Carneiro, nunca é demais repetir. O seu desfecho foi uma grande brincadeira com o cenário político atual e críticas assim são mais do que bem-vindas, são necessárias.
– A cena de Clovinho e Gorete deveria ter vindo após o encerramento do capítulo. No sentido literal. Congelava em Luzia e Beto em cima do trio, créditos finais, aí então, a cena dos dois. Bem pensada, mas mal colocada dentro da edição do capítulo.
– Pra quem gosta de interpretações que fogem do lugar comum, pode-se interpretar a sequência final de cenas como sendo uma crítica ao Brasil no momento. Uma bandida se candidatando a política, prometendo ajudar o povo como uma mãe, enquanto o país está um verdadeiro barco à deriva, sem perspectivas, depositando nas crianças as esperanças para que o FIM não chegue de vez. E o povo? Nunca perde a vontade de pular carnaval!

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Análise: Segundo Sol sai de cena com tentativa de inovar no tradicional

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Segundo Sol chegou ao fim na última sexta. (Foto: Reprodução)

A novela Segundo Sol chegou ao fim na última sexta, 09, e saiu de cena deixando uma tentativa válida. O autor João Emanuel Carneiro procurou realizar uma série de inovações artísticas, no ponto de vista do roteiro, resgatando um estilo tradicional de folhetim e melodrama que nem sempre vinham sendo utilizados no Brasil.

Fã inconteste de Janete Clair, JEC já utilizou em outras de suas obras o estilo daquela que é considerada a mais importante novelista do Brasil. Em Segundo Sol, porém, ele nunca foi tão Janete Clair. Sem medo de fugir do padrão do naturalismo que anda se impondo sobre a TV brasileira, o roteirista ousou ao tomar decisões que contrariavam a visão maniqueísta a que nos acostumamos.

O melodrama foi marcante e com tintas carregadas na primeira fase. Os elementos de estilística que reinou no Brasil nos anos 70 pelas mãos não apenas de Clair, mas também de Ivani Ribeiro e que, ainda hoje, é elemento utilizado ao bel prazer dos autores mexicanos, deram o tom dos primeiros capítulos.

A mocinha sofredora e pobre, com direito a casa de tapera à beira mar lembrou obras inesquecíveis como Mulheres de Areia no Brasil e Marimar, no México. Toda a ingenuidade da protagonista, vivida com brilhantismo na primeira fase por Giovanna Antonelli, é basicamente tudo que foi visto por anos a fio na dramaturgia brasileira.

João Emanuel Carneiro visitou as telenovelas brasileiras durante toda a exibição de Segundo Sol. A passividade da mocinha foi um dos grandes trunfos do autor ao reviver o folhetim. Desde Shakespeare se sabe que, em folhetim clássico, a mocinha é elemento passivo de uma obra.

Embora parte da audiência possa ter estranhado a decisão artística do autor, foi proposital e não uma decisão aleatória como muleta para o roteiro. Luzia era passiva porque num folhetim clássico a mocinha nunca age, ela apenas reage aos movimentos da antagonista. E foi exatamente o que ocorreu em Segundo Sol. Luzia era apenas fruto das decisões de Karola (Débora Secco) e Laureta (Adriana Esteves).

A saga da mãe que busca pelo perdão e pelo amor dos filhos é outro elemento que JEC pegou emprestado das principais obras brasileiras da telenovela nos anos 70/80. O período que consagrou a atriz Regina Duarte como namoradinha do Brasil apresentou uma gama de obras em que o objetivo da mocinha jamais foi se vingar da vilã, mas apenas viver o amor com sua família.

Adriana Esteves. (Foto: Reprodução/Globo)

Adriana Esteves. (Foto: Reprodução/Globo)

Inovações

Mas engana-se quem pensa que João Emanuel Carneiro buscou apenas resgatar o tradicional estilo de dramaturgia com Segundo Sol. O autor conseguiu misturar elementos de folhetim clássico com melodrama e impor fortes pitadas da estilística utilizada no universo das séries.

A dubiedade de boa parte das personagens coadjuvantes foi a própria interpretação do autor para o atual momento da dramaturgia mundial.

Rosa, a personagem que mais fugiu do maniqueísmo típico das telenovelas, pode-se dizer que era uma espécie de anti-heroína da TV americana. A personagem, embora feminista e sempre disposta a defender os injustiçados, tinha uma régua própria de moralidade e tomava decisões que a beneficiavam prioritariamente. Lembra um pouco personagens do universo das séries, não? Olívia Pope (Scandal), Carrie (Homeland), Analise Keating (How to get Away with Murder), todas são exatamente como Rosa dentro de seu próprio universo.

E o que dizer de Roberval? O homem disposto a tudo por vingança e que, ao mesmo tempo, decidiu ajudar a mocinha no momento em que ela mais precisou. O homem que utiliza a vingança como forma de fazer justiça e que não mede as consequências para isso. É basicamente uma Emily Thorne, de Revenge.

JEC não pegou emprestado apenas o perfil de personagens, porém, a forma de se delinear as decisões de sua reta final. Como em séries, o autor julgou ser desnecessário ter que responder todas as perguntas levantadas ao longo da telenovela. Deixou muitas pontas soltas, outras tantas na subliminaridade e tratou de permitir que o telespectador conduzisse sua própria conclusão.

Foi assim com o desfecho da história de Rosa (Letícia Colin) com Ícaro (Chay Suede). Embora possa ter causado estranheza, este é um recurso utilizado muito no universo das séries. Ao ser questionado sobre a razão de não ter oferecido todas as respostas, o criador de Lost, J J Abrams lançou mão de uma frase que se tornou icônica na TV mundial: “a função das séries é levantar perguntas, não apresentar respostas”. Embora controversa, a forma de utilizar essa máxima permite com que o telespectador tire suas próprias conclusões.

Giovanna Antonelli nos bastidores de Segundo Sol. (Foto: Reprodução)

Giovanna Antonelli nos bastidores de Segundo Sol. (Foto: Reprodução)

Equívocos

Mesmo lançando mão de um modelo híbrido que misturou folhetim clássico com melodrama rasgado e estilo seriado, João Emanuel Carneiro não conseguiu fugir dos equívocos a que todo grande autor está tentado.

Principalmente a partir do capítulo 100 em que ele lançou mão de outro clichê da dramaturgia, a falsa morte. A morte de Remmy (Vladmir Brichta), embora tivesse por função básica recolocar a mocinha como vítima de uma falsa acusação, recurso também muito utilizado no folhetim, não funcionou como o autor gostaria.

Isso porque, há tempos a falsa morte deixou de ser um clichê válido e tornou-se uma espécie de muleta de praticamente todo e qualquer autor brasileiro. Dentro do contexto, tanto a falsa morte quanto o retorno do personagem não funcionou e se tornou desnecessária e cansativa.

A reta final, principalmente a última semana, também mostrou-se um problema. Quando o autor propôs uma trama orgânica, ou seja, com todas as amarrações tradicionais de um folhetim, inclusive com grau de parentesco inimagináveis entre personagens, ele tornou isso um elemento funcional de sua obra.

Na última semana, porém, o roteiro abriu mão do tom orgânico e lançou-se por cenas soltas e que não eram homogêneas. A escolha artística em transformar Laureta em mãe de Karola não funcionou porque a trama jamais deu importância para um mistério na relação das duas e muito menos deu a entender que haveria alguma espécie de dívida moral entre a mãe e Severo (Odilon Wagner).

Aliás, outro problema visto em Segundo Sol foi a quantidade de personagens complexos e com histórias com potencial. Isso parece contraproducente, mas não é. Numa novela é impossível aprofundar muitos temas e, quando se constrói personagens densos por todos os núcleos, eles acabam não sendo aproveitados em sua máxima potencialidade.

Foi assim com diversas tramas de Segundo Sol que poderiam ter ido além. A própria história de Luzia tinha um potencial imenso se tivesse sido visto pelo prisma da mocinha e não do protagonista. Beto Falcão (Emílio Dantas) foi outro que sofreu. A história do cantor que se finge de morto para voltar à fama era irresistível, porém, não foi explorada em sua potencialidade, uma vez que o personagem pensava exclusivamente no amor que sentia por Luzia.

A própria Laureta jamais teve a importância que ganhou na reta final. Tida como escada para as vilanias de Karola, a personagem era tão densa quanto a outra e, se o autor tivesse explorado a relação matriarcal entre ambas durante todo o folhetim, poderia ter rendido muito mais.

Luzia, Remy, Beto Falcão e Karola esstão envolvidos nos próximos capítulos de Segundo Sol. (Foto: Reprodução)

Luzia, Remy, Beto Falcão e Karola esstão envolvidos nos próximos capítulos de Segundo Sol. (Foto: Reprodução)

Final

A controversa cena final de Segundo Sol foi uma ousadia de João Emanuel Carneiro que propôs uma ampla discussão sobre a obra. Com uma história solar, JEC tentou resgatar um estilo que vem se perdendo no Brasil, que é a visão otimista e brincalhona do brasileiro.

É por certo que, assim como fez Aguinaldo Silva em Fina Estampa, a cena final deveria surgir após os créditos a fim de evitar confusão por parte do público. A decisão de colocá-las antes do final claro confundiu o público e mostrou-se um erro de direção.

Destaques

Direção, aliás, foi um dos destaques da trama. Dênis Carvalho deu nova vida para o estilo forte e carregado de texto do autor que sempre trabalhou com Amora Mautner ou Ricardo Waddington no horário das 21 horas. Um diretor solar que soube dosar o tom e encontrar uma forma de colorir uma novela com história forte.

O elenco também não deixou a bola cair em praticamente toda a novela. Giovanna Antonelli, principalmente na primeira metade da novela, quando tomou a novela para si, Emílio Dantas, Letícia Colin, Chay Suede, Débora Secco, Fabrício Boliveira, Vladmir Brichta e Adriana Esteves brilharam, como era de se esperar.

Saldo

Segundo Sol terminou com um saldo positivo. Atraindo boa audiência para a emissora, a novela garantiu repercussão durante toda sua exibição e costurou um modelo híbrido de telenovelas que, do ponto de vista linguístico, foi um avanço em relação a obras anteriores.

Mesmo com equívocos, a decisão do autor em revisitar o folhetim clássico e o melodrama rasgado se mostrou acertada, assim como suas imersões pelo universo das séries.

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Espelho da Vida

Confira o resumo dos capítulos das novelas da Globo neste sábado, 10

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Logo da Rede Globo (Foto: Reprodução)

Confira o que vai acontecer nas novelas da Rede Globo (Foto: Reprodução)

Reviravoltas, traições e surpresas. Confira um resumo do que acontece nos capítulos deste sábado, 10, nas novelas da Rede Globo.

O Tempo Não Para

O Tempo Não Para. (Foto: Reprodução)

Marocas impede que Cesária destrua o seu vestido de noiva. Samuca revela a Dom Sabino que Marocas não pode desistir do casamento com Emílio por causa do pai. Belém diz a Eliseu que conseguirá a liberdade provisória de Barão. Samuca fica surpreso ao ver Marocas vestida de noiva. Barão diz ao pai que está jurado de morte na cadeia. Dom Sabino discute com Emílio. Miss Celine confessa a Dom Sabino que sabe o que Emílio alega ter contra ele. Dom Sabino garante a Miss Celine que nunca esteve envolvido em nenhum crime. Dom Sabino caminha com Marocas para o altar, suplicando à filha que desista do casamento.

Espelho da Vida

Vinheta de Espelho da Vida. (Foto: Reprodução)

Gentil pede para Zezé jogar as cartas para ela novamente. Mauro César e Mariane tomam banho de cachoeira. Flor revela a Margot que a mãe de Isabel está de volta a Rosa Branca. Lenita confronta Isabel. Cris flagra Isabel com o diário de Julia nas mãos. Alain estranha os questionamentos de Cris sobre seu roteiro. Ana tem um pesadelo com a filha. Lenita proíbe Pat de se encontrar com Isabel e Marcelo. Cris confessa a Margot que não sabe se conseguirá esconder a verdade de Alain por muito tempo. Carmo fica admirada com Flor. Ana liga para Américo para falar de Cris.

 

Segundo Sol

Novelas

O capítulo final de Segundo Sol será reprisado hoje e, se você não viu ainda, pode conferir o que aconteceu clicando aqui.

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