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Bélgica bate Inglaterra e passa para oitavas de finais em 1º lugar; Confira o placar!

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(Foto: Reprodução)

Historia da Copa do Mundo

A Copa do Mundo FIFA de 2018 é a vigésima primeira edição deste evento esportivo, um torneio internacional de futebol masculino organizado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), que está ocorrendo na Rússia, anfitriã da competição pela primeira vez.

Com onze cidades-sede, o campeonato começou a disputado em 14 de junho e terminará 15 de julho. A edição de 2018 é a primeira realizada no Leste Europeu e a décima primeira realizada na Europa, depois de a Alemanha ter sediado o torneio pela última vez no continente em 2006.

Histórico de confronto entre Inglaterra x Bélgica

Inglaterra e Bélgica se enfrentaram apenas duas vezes em copa do mundo. Com um resultado favorável a seleção da Inglaterra e um empate. Em 1954, o jogo Inglaterra x Bélgica terminou em 4 a 4. Já o segundo confronto, em 1990, o placar foi de 1 a 0 para Inglaterra.

Bélgica derrota Inglaterra

A última partida da primeira fase da Copa do Mundo de 2018 terminou com a vitoria da Bélgica, derrotando a Inglaterra. O Placar foi de 1 a 0 favorável a seleção da Bélgica. 

O gol da Bélgica
Cinco minutos do segundo tempo, Januzaj recebeu a bola na direita, cortou para o meio e fazendo um belo gol.

Ciumenta? Em conversa ao O Canal, Giovanna Ewbank revela se sente ciúmes de Bruno Gagliasso em cenas românticas. Assista:

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Globoplay passa por mudanças para ficar mais competitiva; Entenda

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Globoplay começa a investir cada vez mais em conteúdo (Foto: Reprodução)

Os investimentos da Globo em seu serviço de streaming, o Globoplay, não param de crescer. A última novidade incrementada pelo maior serviço do gênero brasileiro é um novo formato de assinatura que, além de oferecer acesso ilimitado às produções de séries e filmes, dá ao usuário a possibilidade de também ter acesso a conteúdo original da Telecine do Premiere, ficando a critério dele qual tipo de assinatura fará (se com um, dois ou três serviços).

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Nas palavras de João Mesquista, diretor-geral do serviço de streaming, essa possibilidade de que o usuário monte seu próprio pacote é uma das coisas que tornam o serviço da Globoplay único, oferecendo ao internauta que ele adquira o pacote que melhor lhe interessa, sem precisar pagar por um serviço que, na teoria, não usaria tanto.

Além disso, o investimento em séries continua – tanto em produções originais, quanto em incrementação do catálogo internacional, que hoje conta com alguns seriados, como The Good Doctor, Dawson’s Creek, House, Killing Eve, Mad About You, além da divulgação de episódios semanais de outras, como Charmed e A Million Little Things – em estratégia semelhante à da Netflix, com vários produtos.

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Além de trazer novos assinantes para o serviço, o investimento em séries também ajuda a divulgar a própria emissora. A exibição dos dois primeiros episódios de The Good Doctor em formato de filme na Tela Quente, por exemplo, deu a emissora sua maior audiência em seis anos na faixa (além de ajudar a aumentar a procura pelo seeviço de streaming).  Hoje, a Globoplay conta com menos de duas dezenas de séries estrangeiras em seu catálogo. A ideia é que, até o fim de 2019, esse número chegue perto de uma centena.

As produções originais brasileiras também deve continuar a ganhar força. Uma nova temporada de Ilha de Ferro, além de novas produções originais, devem chegar ao catálogo ano que vem.

Com essa incrementação, a possibilidade de se assistir os capítulos de novela e programas da emissora a qualquer hora e as novidades relacionadas a pacotes outros canais, a Globoplay continua ganhando cada vez mais força e passa a ser uma ameaça real – ainda que a passos lentos no que diz respeito a execução e assinantes – a hegemonia que, hoje, ainda é da Netflix.

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Play Plus investe mais em programação que Globoplay

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Play Plus: Streaming da Record se mostra cada vez mais como opção com programas diferentes do Globoplay

Play Plus: Streaming da Record se mostra cada vez mais como opção com programas diferentes do Globoplay

A guerra das emissoras brasileiras para se consolidar enquanto opção de serviço de streaming continua a todo vapor. E nesta batalha, o Play Plus, serviço da Rede Record, tem saído em leve vantagem em comparação com seu principal concorrente, a GloboPlay, em um dos quesitos: Diversidade de conteúdo.

A Globoplay tem marcado um gol no que diz respeito a produções de séries, como Ilha de Ferro e Assédio, além de estar lançando algumas primeiro no serviço do que na TV e trazendo produções americanas, como The Good Doctor e A Million Little Things. Contudo, seus esforços se residem – até então – neste segmento: a produção de narrativas seriadas. O que, nem de longe, é algo ruim, visto que é o gênero mais em alta atualmente.

Já o Play Plus, tem investido em uma produção mais diversificada. Além de contar com as novelas e séries da emissora (como o Globoplay), o serviço de streaming tem apostado em outros formatos. Produzirá, por exemplo, um talk show apresentado por Xuxa e confirmou mais recentemente um reality show sobre a vida de famosa de Nadja Pessoa, após o fenômeno que a celebridade foi na edição mais recente de A Fazenda.

Além disso, o Play Plus oferece a vantagem de, por um serviço um pouco mais caro, o consumidor ter acesso a programação dos canais EPSN e mesmo alguns da Disney.

No fim das contas, quem sai ganhando com tudo isso é o consumidor, que passa a ter cada vez mais opções de entretenimento, além do básico exibido na TV diariamente.

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Cinema

Como o streaming mudou o jeito de assistir TV no Brasil

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Os streamings vieram para matar a TV? (Foto; Reprodução/Netflix)

Em meio a um mundo agitado e marcado cada vez mais pela agilidade e pela falta de tempo, os serviços de streaming emergiram. Apresentando-se como opção às formas de consumo de conteúdo convencionais, não demorou muito para se popularizarem e ganharem não apenas adeptos, como defensores fervorosos. Netflix, Globoplay, Amazon… Até grandes estúdios, como a Disney, viram o potencial que existia ali e começaram a investir na criação de um serviço.

É bem fácil entender o fenômeno: O espectador pode, finalmente, fazer seu próprio horário. Não precisa mais redefinir seu cronograma porque o filme que quer assistir será exibido apenas naquele momento, nem remarcar um compromisso para não perder o novo episódio de sua série favorita – em alguns casos, nem esperar quase uma semana para saber como se dará a continuação do mesmo. Se antes, mesmo com o controle às mãos, a sensação que se passava era a de amarras invisíveis nos segurando a programação, agora é o inverso.

Cada um é dono de si, do seu tempo e consegue otimizá-lo da melhor forma possível para adequá-lo ao consumo de produtos audiovisuais, A grande discussão a se levantar é: Qual é o futuro da TV aberta e da TV fechada? É possível que, em um futuro não tão distante assim, estas emissoras adotem o modelo do streaming ao não produzir conteúdos com horário fixo? Salvam-se, aqui, os programas noticiosos, esportivos ou reality shows, que tem sua base fixada no que acontece ao vivo e que não podem sofrer tal rotatividade.

Já no que tange a produção de novelas e outros conteúdo de entretenimento, a ausência do imediatismo aponta para esse caminho. Não existe nada que segure esse tipo de programa a um horário pré definido (inclusive é cada vez mais visível que muita gente está deixando de ver a novela ao vivo para assistir ao capítulo na Globoplay, no caso da Rede Globo) e testar um novo formato é algo compreensível.

O problema é que tal mudança esbarraria justamente na tradição que o brasileiro já possui com a telenovela. Produto intríseco à nossa história, é complicado – talvez impossível – imaginar o telespectador médio deixando de sentar-se ao sofá no final da noite, ligando a TV em uma novela, para deixar acumular para ver depois por outros meios.

É uma guerra fria, entre o novo e o velho, que está longe de acabar – e de ter vencedor definido.

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