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Séries

Mais belo do mundo? Dorian Gray vai ter nova (e diferente) adaptação; Confira

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Ben Barnes em “O Retrato de Dorian Gray”, 2009

A clássica obra de Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray, está prestes a ganhar uma nova adaptação (a mais famosa até agora tendo sido o filme protagonizado por Ben Barnes, em 2009), mas com uma pequena mudança. O canal americano The CW está desenvolvendo uma versão da obra ambienta na comédia e com uma protagonista feminina. A informação é da Variety.

Intitulada “Dorian”, a série é descrita como uma versão cômica da história clássica. Segue uma mulher que fez um acordo com o diabo há 50 anos para permanecer jovem e passou as décadas subsequentes vivendo egoisticamente e sem consequências. À medida que as desvantagens da eterna juventude finalmente chegam a ela, Dorian está pronta para crescer e envelhecer graciosamente, mas, para fazer isso, ela terá que compensar meio século de mau comportamento.

Na história original, Dorian Gray é um jovem da alta sociedade que faz um pacto demoníaco para ter a juventude eterna enquanto o quadro com seu retrato é que envelhece. Com o tempo, sua vida de abusos transforma a imagem do quadro num monstro.

A produção executiva da série ficará a cabo da Warner Bross e de Len Goldstein, conhecida da emissora por produzir a dramédia Hart of Dixie. Mais detalhes como elenco e roteiristas ainda não foram anunciados, mas especula-se que a série deva ir ao ar em 2019.

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Globo

Kevin Spacey e José Mayer: o legado de dois astros acusados de assédio

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Kevin Spacey era o astro de House of Cards até ser acusado de Assédio. (Foto: Reprodução)

Quem olha num primeiro momento dificilmente encontraria muitas coincidências entre o ator americano Kevin Spacey e o tupiniquim José Mayer. Além do fato de ambos atuarem, pouca semelhança se percebe nos trejeitos e escolhas artísticas para a construção de interpretação. Porém tudo mudou nos últimos anos e os dois passaram a ser uma espécie de espelho do outro, por conta da acusação de assédio

Isso porque, tanto um quanto o outro possuem sob suas costas um peso inimaginável, o de serem acusados de assédio por parte de profissionais que trabalharam nas mesmas produções que eles. Nos dois casos, a bombástica situação destruiu a carreira dos atores e os jogou no mais completo ostracismo.

A lembrança se deu neste momento por conta da discussão que retornou para os holofotes brasileiros graças a acusação que Sílvio Santos vem enfrentando da opinião público. Ele teria assediado a cantora Claudia Leitte durante o Teleton, ocorrido no último final de semana.

E, nos últimos anos, não tem havido espaço para casos assim sem que fiquem sem resposta. Uma onda de apoio tem se levantado e se colocado ao lado de vítimas que denunciam os assediadores e o final da história pode ser devastador para quem é acusado.

Kevin Spacey

O ator americano, vencedor do Oscar e um dos mais prestigiados de sua geração, viu sua vida acabar quando surgiu uma primeira denúncia de que, nos Anos 80, ele teria embebedado e assediado um jovem ator durante uma festa. A denúncia precedeu muitas outras que começaram a surgir. As vítimas se sentiram encorajadas e passaram a contar histórias sobre todas as épocas e por diversas produções que o ator teria trabalhado, sempre com constantes casos de assédio.

Diante da situação, Spacey viu sua vida profissional desmoronar quando a Netflix, gigante do streaming, anunciou sua demissão. Ele era a principal estrela da empresa e protagonista da série House of Cards. A produção se encaminhava para a última temporada que foi suspensa e toda reescrita sem a presença do ator que interpretava Frank Underwood.

Kevin confessou que, de fato, assediou pessoas e se assumiu como homossexual numa carta aberta enviada a Jornais americanos. No dia seguinte, ele se internou numa clínica de recuperação para pessoas com compulsão sexual e, desde então, nunca mais foi visto.

José Mayer

O ator brasileiro nunca gozou do mesmo prestígio do colega americano, todavia, sempre foi tratado como um dos mais talentosos artistas do país. Dono de uma incontável quantidade de personagens, quase todos possuíam um mesmo DNA: o machão que arrebatava corações de todas as mulheres da história.

Com trabalhos memoráveis neste tom, principalmente em Laços de Família, José Mayer sempre transmitiu uma virilidade que era impossível de ser notada em tela. Isso tudo acabou pouco depois de seu último trabalho, a novela A Lei do Amor.

Ele foi acusado por uma funcionária da Globo de assédio sexual e, em poucos dias, viu sua carreira desmoronar. Boa parte das atrizes, não apenas que contracenaram com ele na trama de Maria Adelaide Amaral e Vincent Vilari, mas de toda a emissora, iniciaram uma Campanha para que o ator fosse punido.

Intitulada “Mexeu com uma Mexeu com todas” a campanha varreu o Brasil e movimentou centenas de atrizes e até mesmo atores do Brasil. A Globo, para apagar o incêndio causado, decidiu afastar José Mayer e colocá-lo na geladeira, sem contudo rescindir seu contrato de trabalho.

Assim como Spacey, o ator enviou uma carta aberta aos jornais brasileiros pedindo desculpas e confessando que, de fato, havia assediado a funcionária. Desde então, José Mayer nunca mais teve papel na emissora e poucas vezes foi visto em público.

Me Too

Os casos de denúncia de assédio que mulheres vem sofrendo no mundo crescem dia após dia. NOs EUA, as atrizes americanas criaram o Movimento Me Too, que passou a denunciar publicamente todo o tipo de assédio sexual a que mulheres eram submetidas em Hollywood.

O Movimento foi suficiente para trazer à tona dezenas de casos de abuso e de causar um verdadeiro terremoto, manchando a carreira de muitos nomes do Cinema e da TV americana, levando, inclusive, alguns deles para a prisão.

Assédio

Em 2018, o Globoplay levou ao ar a série Assédio que tratava justamente deste tema. Baseado em fatos reais, a história acompanhou a vida do médico Roger Sadala, um renomado geneticista que foi acusado por dezenas de mulheres por assédio e estupro durante as consultas e cirurgias.

Com temática forte, a série contou com uma série de cenas que mostravam os casos sem nenhum pudor, o que acabou chocando boa parte da audiência e atraindo a atenção para os casos. Assédio foi escrita por Maria Camargo e teve a direção de Amora Mautner.

A série se baseou na história real de Roger Abdelmassih, preso por assédio e estupro. O caso ganhou notoriedade no Brasil porque ele era considerado celebridade e já havia participado de diversos programas de TV, incluindo o de Hebe Camargo, de quem era amigo pessoal.

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Séries

Como Ryan Murphy se tornou o midas da TV americana

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Ryan Murphy: Um dos donos da TV atualmente (Foto: Divulgação/FX)

É difícil encontrar alguém que goste de séries de TV e consuma muitas que não tenha assistido pelo menos alguma produção de Ryan Murphy. O renomado produtor é hoje um dos nomes da maiores sucesso na indústria de entretenimento, responsável por diversas produções e franquias de sucesso e vencedor de 3 Globos de Ouro e 7 Emmys, além de prêmios de sindicatos, como o sindicato dos produtores de Hollywood. Um currículo de dar inveja a muitos.

Mas nem sempre foi assim. Seus dois primeiros trabalhos, “Popular” e “Nip/Tuck”, tiveram recepções medianas de crítica (mesmo Nip/Tuck tendo ajudado a estabilizar a produção de séries no FX), entre temporadas aclamadas e temporadas criticadas – um estigma que o perseguiria por toda a sua carreira, diga-se de passagem. Foi em 2009, com o lançamento de “Glee”, que seu nome ficou internacionalmente conhecido graças a explosão da série – que lhe rendeu seu primeiro Emmy de Direção, pelo episódio piloto, e diversas indicações (não apenas ao Emmy, mas a outras premiações) durante os anos em que a série ficou no ar.

O sucesso de “Glee” o jogou nos braços do canal de TV a cabo por anos, para o qual desenvolveu não uma, mas 3 franquias: “American Horror Story” (em sua 8ª temporada e indicada praticamente todo ano a alguns Emmy’s), “American Crime Story” (2 temporadas exibidas, 3ª em produção) e “Feud” (1 temporada exibida, 2ª em produção). Não é exagero dizer que, nos dias modernos, foi Murphy quem popularizou o conceito de antologia – quando uma série tem muitas temporadas, mas cada uma conta uma história totalmente independente, formato usado por suas produções na FX, mas que começou a se espalhar por outros canais norte-americanos nos últimos anos.

Foi com uma dessas franquias, “American Crime Story”, que sua maior coroação veio, no que diz respeito as premiações. Ambas as temporadas venceram o prêmio de “Série Limitada” no Emmy, nas edições em que concorriam, foram recordistas de indicações e Versace (2ª temporada de Crime Story) ainda lhe rendeu mais um Emmy de Direção.

Em fevereiro deste ano, Murphy deu o maior passo de sua carreira até então, ao assinar um contrato milionário com a Netflix para produzir apenas para o canal por 5 anos. A julgar pelo currículo que apresentou nos últimos anos, podemos esperar grandes produções vindas do streaming com sua assinatura.

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Cinema

Disney prepara série de Loki para serviço de streaming

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Tom Hiddelston protagonizará série sobre Loki (Foto: Divulgação/Marvel Studios)

Os fãs de Loki que sofreram sua morte no começo do último filme de Vingadores podem secar suas lágrimas. Desde setembro, especulava-se que Disney estava fazendo grandes planos para que as pessoas do Marvel Studios, da Disney, participassem do serviço de streaming da Disney a ser lançado, o Disney+. Dizia-se que esses planos incluíam uma série solo do Loki, com Tom Hiddleston reprisando seu papel como o amado e odiado irmão do Thor, e agora veio a confirmação.

Os detalhes da produção ainda são escassos, mas a Disney disse que uma série live-action centrada em torno de Loki, estrelado por Tom Hiddleston, vai estrear no serviço de streaming Disney+.

Quando a conversa sobre essas novas séries autônomas começou, os relatos eram de que esses programas estavam sendo visualizados como extensões do MCU existente e poderiam ser limitados ou minisséries, consistindo de apenas um punhado de episódios cada, contando uma história completa. Isso combinaria com as agendas lotadas de atores como Hiddleston, ao mesmo tempo em que permitiria que os fãs experimentassem uma história de MCU em nível de filme em um formato mais longo.

Esses shows da Disney + serão diferentes dos programas anteriores da Marvel, como Agentes de S.H.I.E.LD. e Demolidor em um aspecto importante: o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, supervisionará os shows da Disney +, enquanto os shows da Netflix e da ABC Marvel foram supervisionados por Jeph Loeb, da Marvel TV.

Outros atores da MCU especulados para ganhar séries são Elizabeth Olsen e sua Feiticeira Escarlate, e Anthony Mackie e Sebastian Stan, com Falcão e Soldado Invernal. Mas por enquanto, a única série que foi confirmado é a de Loki.

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