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Séries

Os favoritos ao Globo de Ouro #5: Maniac

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Emma Stone e Jonah Hill em Maniac, Netflix

Além de Objetos Cortantes e The Assassination of Gianni Versace, uma terceira minissérie pode roubar atenções nas indicações ao Globo de Ouro. Ainda que não tenha a mesma badalação das outras duas, Maniac chega como uma concorrente possível por dois motivos: A força dos nomes em seu elenco, o fato da Netflix – que produziu o produto – estar ganhando cada vez mais prestígio perante votantes de premiações (e o Globo de Ouro ser uma organização de estrangeiros lhe dá ainda mais chance) e a narrativa que vem se construindo de que “está chegando a hora” de premiar o serviço de streaming.

A primeira força de Maniac reside no nome (e no talento) de Emma Stone. Alçada ao posto de estrela meteoricamente depois de La La Land (que lhe rendeu Globo de Ouro, Sindicato dos Atores, Bafta e Oscar), a atriz se tornou um daqueles nomes que atrai atenção em torno dos seus futuros projetos e não seria diferente com Maniac. Na série, ela interpreta Annie.

E na personagem (e em seus dramas), reside outra grande força da minissérie: Sua temática. À primeira vista, Manic soa como mais uma produção de ficção científica sobre remédios que podem induzir a mente a viajar entre realidades distintas (projeto no qual Annie e Owen – interpretado muito bem por Jonah Hill – se inscrevem, cada qual da sua forma e com seus objetivos), mas, olhando mais fundo, Maniac na verdade é uma grande análise do comportamento humano.

O roteiro da série consegue falar sobre depressão, melancolia e solidão de uma forma que não soe cansativa, triste ou contagiante – todos os momentos em que o tema é abordado são precedidos por “aventuras” engraçadas de Annie e Owen entre mundos ou algum outro assunto para “quebrar” o clima e não deixar o programa pesado.

São poucos episódios, não haverá uma segunda temporada e a história é fechadinha. Se, há alguns anos, Emma Stone foi capaz de arrebatar os votantes por La La Land e levar o filme a se tornar um recordista, não é de se estranhar que ela possa fazer o mesmo novamente.

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–  Favoritos ao Globo de Ouro: Objetos Cortantes

Ciumenta? Em conversa ao O Canal, Giovanna Ewbank revela se sente ciúmes de Bruno Gagliasso em cenas românticas. Assista:

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Ator de Percy Jackson pode estrelar série sobre caçadores de nazistas

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Logan Lerman: ator de Percy Jackson pode estrelar série da Amazon (Foto: Divulgação)

Logan Lerman, conhecido pela série de filmes Percy Jackson e pelo filme As Vantagens de ser Invisível, está em discussões para ser o protagonista de uma série da Amazon sobre caçadores de nazistas, The Hunt, que terá como produtor executivo Jordan Peele, do filme Corra!, segundo várias fontes disseram ao Collider.

A produtora de Peele está envolvida no projeto, junto com a Amazon e a Sonar Entertainment, na produção do serviço de streaming, que recebeu uma ordem de 10 episódios para sua primeira temporada. David Weil é o showrunner da produção e se junta a Peele na produção executiva.

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The Hunt é ambientada no final dos anos 70 e baseado em ideias originais de Weil, embora ele esteja escrevendo o roteiro a partir de fontes reais. Fontes dizem que Lerman está prestes a fazer um acordo para interpretar Jonah Heidelbaum, um jovem que se vê envolvido em um grupo secreto conhecido como The Hunters, que se dedica a extirpar autoridades oficiais nazistas que estão agora vivendo nos Estados Unidos sob identidades falsas.

Alfonso Gomez-Rejon é o diretor do primeiro episódio, que deve começar a ser produzido em fevereiro, em Nova York. Gomez-Rejon é conhecido excelente filme independente Me and Earl and the Dying Girl.

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Logan Lerman vem atuando desde que era garoto, mas tem escolhido materiais mais adultos desde que fez seu nome com a franquia de Percy Jackson. Ele estrelou Corações de Ferro, de David Ayer, e Noé, de Darren Aronofsky, e protagonizou o memorável filme teen As Vantagens de Ser Invisível. Segundo fontes do Collider, o ator de 26 anos se mostrou empolgado para o papel em The Hunt, pela oportunidade de trabalhar com Peele e pela força do papel.

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Séries

Terceira temporada de One Day at a Time ganha data de estreia na Netflix

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One Day at a Time: Uma das melhores séries da Netflix (Foto: Divulgação)

Uma das melhores séries da Netflix teve sua data de retorno anunciada ontem, dia 14. One Day at a Time retornará para sua terceira temporada na sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019, mais uma vez em uma leva consistindo de 13 episódios.

— Tatá Werneck estreia sua primeira série na Globo —

O remake moderno da amada comédia de Norman Lear segue uma família cubano-americana liderada por uma ex-mãe divorciada e militar (Justina Machado(, que está criando dois adolescentes – Elena e Alex – com a ajuda da tradicional mãe cubana Lydia (vencedora do EGOTm Rita Moreno). Lear é produtor executivo, ao lado de Mike Royce (Everybody Loves Raymond) e Gloria Calderón Kellett (How I Met Your Mother).

A segunda temporada de One Day at a Time terminou com um episódio angustiante, que trouxe a matriarca da família Lydia em coma depois de sofrer um derrame. Ela acabou voltando no tempo, como cidadã americana, ao lado do gerente de construção amigável de Schneider (Todd Grinnell).

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A terceira temporada da sitcom aclamada pela crítica está pronta para expandir sua árvore genealógica e aumentar o número de personagens. As participações já anunciadas incluem Gloria Estefan (como a irmã de Lydia, Mirtha), Danny Pino (como o irmão de Penelope, Tito) e as estrelas de Brooklyn Nine-Nine Stephanie Beatriz e Melissa Fumero (como primos de Penelope, Pilar e Estrellita). Outras estrelas convidadas da 3ª temporada incluem Joe Manganiello (como o irmão de Max), Alan Ruck (como o pai de Schneider, Lawrence) e esposa de Todd Grinnel como o novo interesse amoroso de Schneider.

Recentemente, a série passou por um momento de indecisão quanto ao seu futuro, onde os produtores pediram nas redes sociais para que os fãs fizessem um re-watch das temporadas disponíveis no serviço de streaming, para mostrar que havia um público que justificasse a produção ser renovada. Deu certo e, agora, a expectativa é de que a 3ª temporada mantenha o mesmo nível de qualidade das anteriores.

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Globo

Saiba por que 2019 vai ser fundamental para o futuro das séries na Globo

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Séries da Globo vão ganhar mais espaço em 2019 (Divulgação)

Séries da Globo vão ganhar mais espaço em 2019 (Divulgação)

Durante muitos anos, as séries nunca tiveram tanto espaço na grade de programação da Globo. Os principais produtos dramáticos se tornavam macrosséries históricas com recursos de telenovela e as séries, que duravam o ano inteiro, eram cômicas. Contudo, com o surgimento do streaming e a ‘Era de Ouro’ da TV americana, este cenário mudou.

Hoje o espectador encontra qualquer série, filme ou novela, de qualquer lugar do mundo, na internet. Com o crescimento rápido da Netflix e Amazon no Brasil, a Globo precisou correr para entrar no universo dos seriados e disputar com os principais produtos internacionais.

Por causa disso, a autora Glória Perez, vencedora do Emmy Internacional com Caminho das Índias, além de ter obtido sucesso escrevendo O Clone, Barriga de Aluguel, América e A Força do Querer, foi escolhida para ocupar o cargo de responsável pela seleção das séries da Globo a partir do ano que vem.

Fã do formato, Glória estudou muito e se sente preparada para escolher grandes histórias. Trabalhando horas para ler bíblias e roteiros de séries, é a partir de 2019 que produções escolhidas pela autora vão ao ar na Globo ou no streaming do canal, o Globo Play.

As obras escolhidas é que vão mostrar qual o destino da emissora para os próximos anos neste segmento. Quem conhece Glória Perez garante que a autora é extremamente exigente e tem filtrado ótimos textos para serem levados ao ar em 2019 e também 2020 na Globo.

Um possível fracasso dessas produções pode causar preocupação e trazer temeridade aos diretores da emissora. Entretanto, a confiança no grupo de dramaturgia é enorme em relação às escolhas das séries. Todos compreendem que o formato é o futuro da televisão brasileira e deve ganhar ainda mais espaço com o público.

Isso não significa que as novelas serão deixadas de lado. Porém, apesar do Brasil ainda ser o melhor produtor de telenovelas do mundo, a tendência é que diretores, atores e roteiristas busquem se fixar no universo das séries. Acertando a mão no ano que vem, a Globo pode ser referência neste tipo de produção.

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