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Séries

Vem aí: Pais de Primeira, nova série de humor da Globo

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Pais de Primeira: Nova série da Globo falará sobre a chegada de uma criança. (Foto: Estevam Avellar/Globo)

Novembro chega com boas novidades para os fãs de produções globais: Pais de Primeira, nova série de comédia escrita por Antonio Prata e com direção de Luiz Henrique Rios, em 6 episódios, estreia na emissora. Protagonizada por Renata Gaspar e George Sauma, a produção contará os meses iniciais que antecedem a chegada de uma criança na vida de um jovem casal.

Na história, Taís (Gaspar) está grávida e, sem saber disso, Pedro (Sauma) decide largar seu emprego para tentar realizar o antigo sonho de moleque de montar uma banda com seu melhor amigo. A partir daí, a vida do casal muda totalmente e eles começam a estudar para tentar entender – e se adaptar – a nova realidade: de pais de uma criança.

Segundo Prata, uma das ideias da série é mostrar, pela comédia, como os papéis mudaram na atual sociedade e o que antes era inimaginável, como o homem assumir um papel ativo e importante na criação de um bebê, agora é algo não apenas visto como normal, como encorajado.

“Nunca passou pela cabeça do meu avô, por exemplo, que ele tivesse qualquer coisa a ver com a educação dos filhos. Era um problema feminino. No caso do meu pai, esperava-se que ele ajudasse, mas não que dividisse as tarefas com minha mãe.”, disse o autor em coletiva.

A série tem colaboração de Chico Mattoso, Thiago Dottori, Bruna Paixão e Tati Bernardi e deve estrear ainda esse mês.

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Cinema

Franquia Jack Reacher vai ganhar série de TV

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Tom Cruise em Jack Reacher (Foto: Divulgaçao)

Depois de dois filmes, Tom Cruise não irá mais interpretar Jack Reacher.

A série de livros que foi transformada em uma franquia de filmes estrelada por Tom Cruise, vai para a pequena tela, em formato de série de TV. O autor dos livros, Lee Child, deu a notícia na quarta-feira, dizendo que há um acordo com os produtores Skydance Television e Paramount Television para uma série de TV de Jack Reacher. Este acordo sinaliza o fim dos filmes liderados por Cruise, e Cruise não irá estrelar a série de TV em potencial.

Na série Jack Reacher, o personagem-título, é um veterano do Exército dos EUA que trabalha como detetive contratado. Cruise estrelou como Reacher em dois filmes: Jack Reacher, lançado em 2012, e a sequência Jack Reacher: Never Go Back, lançado em 2016. Mas nos livros, Reacher é descrito como grande e fisicamente imponente, e Child observa que Cruise, mesmo com todo o seu talento, não tinha essa fisicalidade”.

Para a série de TV, então, eles estão procurando alguém que corresponda mais à descrição dos livros de Reacher.

Child disse que está de olho na Netflix ou outra “emissora de streaming” para a série de TV, mas nada foi definido ainda.

O primeiro filme foi lançado em 2012, rendeu quase US $ 220 milhões em todo o mundo e recebeu críticas positivas, apesar da reação inicial negativa por trás da escalação de Cruise. A sequência, Jack Reacher: Never Go Back, saiu quatro anos depois e não impressionou os críticos ou as bilheterias, talvez outro dos motivos que levou ao cancelamento da franquia.

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Colunas

The Purge funciona melhor como série de tv, mas ainda há o que se ajustar

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The Purge: Série baseada em “Uma Noite de Crime”

Depois de quatros filmes bem sucedidos no que diz respeito a bilheteria, mas que sempre dividiram o público e a crítica, a franquia “The Purge” (aqui no brasil com o título de “Uma Noite de Crime”) ganhou uma chance de mostrar que é bem mais que uma boa ideia mal executada. O canal fechado USA encomendou uma primeira temporada de 10 episódios, com produção executiva de James DeMonaco, criador da franquia para os cinemas. Após bons resultados de audiência, o programa já foi renovado e terá uma segunda temporada.

Tanto a série de TV quanto os 4 filmes se passam no mesmo universo e tem a mesma base, por mais que contem histórias diferentes: Um Estados Unidos futurista, governado por um partido fundamentalista religioso que instituiu o “Expurgo”, uma noite por ano onde, durante 12 horas, todo crime, inclusive assassinato, é legalizado. A medida foi tomada com a justificativa de que concentrar os acontecimentos em um período de tempo específico uma vez por ano resultaria numa diminuição no número de crimes ao longo do ano – o que, de fato, acontece.

Os filmes, então, discutem sobre como o ser humano passa 364 dias reprimindo todo tipo de raiva e sentimento ruim dentro de si para, nessa noite, liberar tudo. Os 3 primeiros filmes (e a série) mostram cada um, um Expurgo diferente, e aprofundam aos poucos a mitologia daquele universo, mostrando novas ramificações, como leilões de pessoas, “jogos” realizados na rua com os que não conseguem chegar em casa, organização radicais e religiosas que se usam da fé e da crença no Expurgo para lucrarem, entre outros pontos.

Cinema x TV

Um dos problemas que a ideia sempre apresentou no cinema, contudo, foi a falta de profundidade para os personagens, já que não havia tempo para um desenvolvimento dos mesmos a ponto de que fosse possível se importar com eles o suficiente. A série apresentou melhoras sensíveis nesse aspecto, ao apresentar um grupo de personagens desenvolvido ao longo de 10 episódios, alternando a noite do Expurgo com flashbacks que tinham o objetivo de justificar as atitudes tomadas por eles ao longo da noite.

Infelizmente, a estratégia não se mostrou totalmente acertada. Por mais que houvesse um maior tempo de tela, a série se enrolou com a quantidade de personagens para lidar e, na maioria das vezes, a maioria soava desinteressante ou com uma história cheia de detalhes que surtiam o efeito oposto: Ao invés de conferir-lhes profundidade, fazia com que tudo parecesse uma colcha de retalhos. Mas houveram exceções, claro. Ao longo das dez horas dedicadas ao show, houveram boas figuras que conseguiram manter o interesse até o fim.

Outra vantagem da televisão em relação ao cinema no que diz respeito a franquia foi a possibilidade de estender a mitologia da história. Novos detalhes sobre a noite de crime foram inseridos, como associações políticas, grupos de civis, circos e outras peculiaridades que o Expurgo trouxe. Novamente, a série enfrentou o problema de muita informação disposta em pouco tempo e não conseguiu (alguns por não querer mesmo, alguns por não obter sucesso) aprofundar todos os detalhes do universo, deixando a critério do seu espectador expandir alguns conceitos.

Algo em que as duas falham, por apenas pincelar: A falta de ousadia de desenvolver com maior afinco a subtrama sempre citada de que são as pessoas pobres as que mais sofrem na noite do Expurgo, por não poderem pagar uma segurança de ponta para sua casa, comprar armas de alto calibre e, no caso de alguns que nem um tento tem, precisarem fugir daqueles que dominam as ruas na noite.

O futuro

Com a confirmação de uma segunda temporada, a dúvida que fica é se a série apostará no mesmo grupo de personagens ou se irá contar uma nova história, em outra noite de Expurgo. Nenhum detalhe foi anunciado ainda, mas a segunda opção seria mais interessante, seguindo o já tradicional modelo de antologia, usado à fio pela tv a cabo norte-americana.

O fim da primeira temporada deixa aberta a possibilidade do Expurgo começar a sair do solo americano e se estender por países da União Europeia, o que abre interessantes possibilidades tanto para a série, quanto para a franquia no cinema.  Vale lembrar que, por mais que um 5º filme ainda não tenha sido confirmado, DeMonaco já deixou claro que tem ótimas ideias para mais uma parada da franquia no cinema.

“The Purge”, tanto série quanto filmes, possui um ótimo conceito, infelizmente ainda não aproveitado em sua totalidade. Por mais que a série apresente a ideia de externar o que existe de pior no ser humano e que é por muito guardado de uma forma mais satisfatória que a franquia de filmes, ainda há muito o que melhorar para que a execução possa estar a altura da ideia.

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Globo

Conheça Ilha de Ferro, nova série Globoplay

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Ilha de Ferro conta o dia-a-dia de petroleiros (Foto: Divulgação)

A investida da Globo em séries originais para o seu serviço de streaming, o Globoplay, continua a todo vapor. A bola da vez agora é “Ilha de Ferro”, que teve os 12 episódios de sua primeira temporada disponibilizados ontem na plataforma e já está renovada para mais duas temporadas. Assim como “Assédio”, a emissora irá exibir o primeiro capítulo no formato de filme no dia 19, em uma edição especial da Tela Quente.

Escrita por Adriana Lunard, “Ilha de Ferro” traz no centro Cauã Reymond interpretando Dante, um petroleiro que, assim como os outros de sua plataforma PLT-137, vive sua vida entre a terra e o mar, passando algumas semanas confinado na “ilha de ferro”, seu local de trabalho, que fica a uma hora de helicoptero da costa brasileira. Além de mostrar os desafios enfrentados pelos petroleiros em seu local de trabalho, a série também contará seus dramas pessoais. No caso do protagonista, terá que lidar o fato de sua mulher Leona (Sophie Charlotte) estar tendo um caso com seu irmão Bruno (Kleber Toleddo).

Além de Cauã, Maria Casedevall também protagoniza a série, interpretando Júlia, neta do presidente do Sindicato dos Petroleiros, filha do Ministro de Minas e Energia e que, além da resistência do pai, tem que lidar com o ambiente preconceituoso no próprio local de trabalho.

Segundo o diretor Afonso Poyart (“Dois Coelhos”, “Mais Forte Que o Mundo”), a série “não é dramaturgia simples, não. Tem mar, água, tiro, porrada, um ambiente que você não controla.”

Mesmo antes da exibição na Tela Quente do primeiro episódio, a segunda temporada de “Ilha de Ferro” já está em produção e uma terceira foi encomendada.

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