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45 anos de Globo Repórter: o segredo de um dos programas mais longevos do mundo

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Glória Maria e Sérgio Chapelin apresentam o Globo Repórter. (Foto: Reprodução)

Glória Maria e Sérgio Chapelin apresentam o Globo Repórter. (Foto: Reprodução)

Há 45 anos na grade de programação da Rede Globo, o jornalístico Globo Repórter segue intacto todas as sextas-feiras no canal e em alta no quesito audiência, além da grande repercussão nas redes sociais sobre os mais variados assuntos abordados.

Apesar de outros concorrentes no segmento em quase todas as emissoras concorrentes, o informativo sai na disputa em larga vantagem por apresentar um conteúdo leve, interessante e diferenciado. Em busca de público fácil, os seus adversários acabam insistindo em pautas com temas como prostituição, pornografia, drogas e homossexualidade.

Apresentado por Sérgio Chapelin e Glória Maria, o Globo Repórter passeia por diversas áreas da convivência humana sem desgastar ou cansar o telespectador. Durante várias semanas, temas como saúde, alimentação, animais, viagens, amizade e aventura ganham o público por ser tão pouco explorado na TV aberta.

Quando tratam de sentimentos humanos, como a amizade, a atração emociona. Em 2017, o Globo Repórter repercutiu na internet ao exibir um cãozinho que atravessa a cidade de ônibus para ir encontrar seu dono no trabalho. Na mesma edição, mostrou uma jovem na casa dos vinte anos, e sua amizade por uma senhora com mais de 90 e, por fim, ou duas amigas que lutaram juntas contra o câncer. São pautas simples, mas que no fim renovam o sentimento de humanidade e toca quem assiste.

Além disso, o programa dá a oportunidade para quem estar assistindo conhecer lugares que muitos jamais conseguirão visitar em sua vida. É um verdadeiro mergulho nas maravilhas do universos. Além de informar e ensinar, o programa também diverte e em algumas edições, acaba virando meme nas redes sociais com pautas atrativas comandadas por Glória Maria.

Com profunidade e sendo uma referência pioneira no segmento, hoje o Globo Repórter é um alento para quem quer sair da superficialidade e adentrar outros espaços sem sair de casa. Em um mundo onde as experiências humanas estão aceleradas e restritas pela atribulada vida contemporânea, ao assistir o programa voltamos a atenção cada vez mais para refúgios de paz.

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Tal mãe, tal filha: Celebridades que traçaram o mesmo caminho que as mães profissionalmente

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Xuxa Meneghel e Sasha Meneghel: Celebridades que traçaram o mesmo caminho que as mães profissionalmente. (Foto: Reprodução)

Xuxa Meneghel e Sasha Meneghel: Celebridades que traçaram o mesmo caminho que as mães profissionalmente. (Foto: Reprodução)

Na televisão e fora delas, algumas filhas costumam seguir o passo de suas mães profissionalmente e traçar caminhos tão brilhantes como a da mesma. Na frente das câmeras, alguns famosos seguem os passos dos pais e se tornam artista. Veja quem herdou os dons de seus familiares e brilha na música, teatro, cinema, passarela e TV.

A filha de uma das apresentadoras mais conhecidas do Brasil, Sasha Meneghel, seguiu a carreira artística dos pais e se dedica ao mundo da moda, apesar de sempre ter mostrado ser tímida. Ela estuda o assunto em Nova York e também já participou de algumas produções infantis ao lado da mãe, que também já caminhou pelas passarelas durante a sua história.

Fernanda Montenegro e Fernanda Torres. (Foto: Reprodução)

Fernanda Montenegro e Fernanda Torres. (Foto: Reprodução)

Uma das atrizes mais respeitadas do Brasil, a global Fernanda Montenegro, aos 89 anos, terá o seu legado continuado pelos filhos. Fernanda Torres seguiu os passos da mãe e do pai e é uma atriz de renome, da comédia, drama ou qualquer outro gênero. Seu outro filho, Cláudio Torres é diretor de cinema, continuando a carreira artística da família

Cleo Pires e Glória Pires. (Foto: Reprodução)

Cleo Pires e Glória Pires. (Foto: Reprodução)

Filha de Glória com o cantor Fábio Júnior, Cléo é atriz, cantora e modelo. Estrelou diversas novelas, filmes e produções independentes, além de ser uma figura proeminente na mídia. Atualmente ela está no ar como uma vilã na novela O Tempo Não Para, trama das sete, da Rede Globo.

Regina Duarte e Gabriela Duarte. (Foto: Reprodução)

Regina Duarte e Gabriela Duarte. (Foto: Reprodução)

Uma das atrizes mais queridas do Brasil do Brasil, Regina Duarte é mãe de Gabriela, que teve a carreira da mãe como inspiração e seguiu na atuação. Ela contracenou com Regina em Por Amor (1997) e na minissérie Chiquinha Gonzaga (1999). Atualmente, a sua filha segue a mesma carreira que ela e atua também nas novelas da Rede Globo.

Além das citadas, temos exemplos de Luíza e Yasmin Brunet que, na mesma trajetória da mãe, Yasmin é uma modelo de renome internacional e também trabalha como atriz; Elis Regina e Maria Rita que seguiu os mesmos passos da mãe, tornando-se, ela própria, uma cantora de grande importância no país. Maria Rita já regravou algumas canções da saudosa Elis. E, por fim, Monique Evans e Bárbara Evans onde a loira começou a carreira nas passarelas, assim como Monique, e também é atriz, participando da minissérie Dois Irmãos, da Rede Globo. Atualmente, ela continua na carreira de modelo e estuda teatro e as duas participaram também do reality show A Fazenda, da Record TV.

Leia também: Canal da TV Fechada prepara megaprodução sobre a trajetória de Silvio Santos

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Jurados bonzinhos não encantam o público em todo o mundo

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Fernanda Chamma, Jaime Arôxa e Paulo Goulart Filho são os jurados do Dancing Brasil. (Foto: Blad Meneghel)

Fernanda Chamma, Jaime Arôxa e Paulo Goulart Filho são os jurados do Dancing Brasil. (Foto: Blad Meneghel)

Históricamente, diversos reality shows e programas de calouros em todo o mundo, tem como destaque a atuação de seus jurados, muitas vezes, até, sobressaindo o desempenho dos participantes presentes. Porém, engana-se quem pensa que para fazer parte do júri, precisa ser bonzinho e delicado para agradar o público que assiste.

Jurados bons demais quase nunca caem na graça do público porque não promovem a tensão necessária para quem assiste ao espetáculo. No Dancing Brasil, um dos poucos do gênero no ar atualmente, a bancada é composta por três especialistas em dança no país Fernanda Chamma, Jaime Arôxa e Paulo Goulart Filho. Se o requisito para ocuparem o cargo foi o capricho, eles tiraram nota dez.

O reality show de Xuxa Meneghel se destaca justamente por conta da rigidez imposta pelos jurados, muito diferente da bancada avaliadora da Dança dos Famosos, da Rede Globo, composta em sua maioria por artistas da casa que não querem “se queimar” com o colega de trabalho que está se apresentando no momento. Na Record, o júri exige um bom desempenho a cada semana, avalia erros e, sem coleguismo, dá notas que o dançante realmente estaria merecendo no momento.

A atitude de jurados “vilões” acabou conquistando o público de casa, enquanto outros não gostam nem um pouco da perfomance deles. Caso recente é a sequência de notas baixas dada para a atriz Camila Rodrigues, nos últimos programas. A estrela da Record TV já não esconde mais o inconformismo no ar e, na internet, os fãs do reality show acabaram apontando uma espécie de “perseguição por parte das figuras.

Alguns especialistas dos mais diversos programas de calouros do Brasil já falaram, inclusive, que o esquema trata-se de uma espécie de folhetim em que se faz necessário o vilão e o anti-herói dentro do mundo dos jurados. Quem não se lembra de figuras como essas nos shows do Chacrinha e Silvio Santos? Os saudosos Edson Santana, Aracy de Almeida e Pedro de Lara são três dos considerados os mais ranzinzas das décadas de 1970 e 80.

Na bancada de Silvio Santos, por exemplo, cada um dos jurados encarnava um tipo de personagem. Aracy era a mais carrancuda, Pedro de Lara era o conservador e Flor bancava a menininha. Mara Maravilha, que frequentou a bancada e depois ganhou um programa infantil na emissora, só dava respostas erradas às perguntas de conhecimentos gerais. Já Luiz Ricardo, engraçado apenas como o Bozo, era um jurado certinho e encantava a mulherada. Era de Sérgio Mallandro, no entanto, o papel de protagonista.

Leia também: Escritor há meio século, Aguinaldo Silva prova que o sucesso da arte é o poder de se reinventar

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Escritor há meio século, Aguinaldo Silva prova que o sucesso da arte é o poder de se reinventar

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Aguinaldo Silva volta às infinitas possibilidades do Realismo Mágico em O Sétimo Guardião. — Foto: GLOBO/Renato Rocha Miranda

Aguinaldo Silva volta às infinitas possibilidades do Realismo Mágico em O Sétimo Guardião. — Foto: GLOBO/Renato Rocha Miranda

Tendo suas primeiras obras publicadas na década de 60, o escritor Aguinaldo Silva nos prova a cada produção sua, que o sucesso da arte é exatamente o poder que ela tem de se reinventar. No ar atualmente como autor da novela O Sétimo Guardião, novo folhetim das nove, ele vem se tornando o único escritor de sua geração a saber a hora de trazer para o público coisas novas e tão boas quanto as anteriores.

Em 1960, Aguinaldo Silva começou a publicar os seus primeiros textos literários e em sua estreia, escolheu o título Redenção para Job como a aposta aos leitores. Anos mais tardes, ele escreveu quatro séries e minisséries para a TV, até chegar em sua primeira novela como autor principal: Partido Alto. Estreando no gênero de folhetim, a obra fez sucesso e foi sucedida em sua história por um dos maiores fenômenos da história da televisão brasileira. Nada mais, nada menos que Roque Santeiro.

Em seus longevos anos de carreira, Aguinaldo Silva se destaca na televisão brasileira por conta de seu talento multifacetário de um romancista e ficcionista, enriquecido por parte da sua experiência como repórter policial. Além disso, outros fatores abordados em sua trama é o excesso de regionalismo e realismo fantástico, sendo o último, uma temática que tornou ele o autor da atualidade com maior capacidade para escrever sobre.

Durante a sua trajetória, Aguinaldo sempre precisou modificar o seu estilo e, com isso, passou a abrir mão de se manter entre os principais nomes da Rede Globo. Porém, com sua capacidade de passear por gêneros diferentes, o autor escreveu tramas de realismo fantástico, depois migrou para assuntos urbanas e agora faz o telespectador se esbanjar e fugir um pouco da realidade ao apresentar um novo modelo de novela, recheada de mistérios com várias doses realismo fantástico.

De sua geração, Silva é um dos únicos autores brasileiros há se manter no ar por várias décadas e com eficiência de sobra para criar histórias que o público pare para acompanhar. De seus colegas de profissão da mesma época, muitos, estão até fora do ar, como é o caso de Maneco e Benedito Ruy Barbosa, que, talvez, por esvaziamento do trabalho, acabou não encantando mais a sociedade e apresentando mais do mesmo a quem já viu de muito, mas não tudo.

Leia também: Conheça a rotina de Aguinaldo Silva escrevendo O Sétimo Guardião

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