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Novelas

Após oito anos, Canal Viva faz cortes em “Bebê A Bordo” e irrita telespectadores

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Telespectadores levantaram campanha contra os cortes.

O canal Viva, do Grupo Globo, pela primeira vez desde o seu lançamento, em 2010, está exibindo uma novela picotada na edição e não na íntegra, como de costume.

A ação inédita aconteceu com “Bebê A Bordo”, novela de 1988, que, segundo a emissora, vem alcançando baixa audiência e pouca repercussão entre o seu público.

Um dos grandes diferenciais do Viva, para a Rede Globo, era justamente a possibilidade de exibir novelas e minisséries de outras décadas completamente na íntegra para o público. 

O ato do canal irritou milhares de telespectadores que, revoltados, levantaram campanhas com fotos nas redes sociais com a hasttag #BebêABordoSemCortes.

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Elas são demais: As atrizes negras que fizeram história nas novelas

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Conheça as atrizes negras que já fizeram história nas novelas brasileiras. (Foto/Colagem: O Canal)

Conheça as atrizes negras que já fizeram história nas novelas brasileiras. (Foto/Colagem: O Canal)

No Brasil, a presença de atrizes negras em novelas ocupando os papéis principais, ainda é algo muito pouco diante aos percentuais de afrodescendentes que formam o país. No entanto, ao longo da história, algumas atrizes de pele escura quebraram barreiras e vem até os dias de hoje conquistando o seu espaço no mercado. No dia da Consciência Negra, conheça algumas delas que fizeram história em nossa dramaturgia

Veja as atrizes negras da nossa lista

A atriz Adriana Alves. (Foto: Reprodução)

A atriz Adriana Alves. (Foto: Reprodução)

A atriz Adriana Alves começou a sua carreira na Record TV, em Turma do Gueto. Após isso, ela se mudou para a Rede Globo e teve forte participação nas novelas Celebridades, Como Uma Onda e Duas Caras. No ano de 2012, a esposa de Oliver Anquier, jurado do Bake Off Brasil, se mudou para o SBT e participou da trama infantil Carrossel, um dos maiores sucessos da emissora. No folhetim, ela interpretou Paula Riveira, mãe de Cirilo e foi quase uma das únicas negras a atuar naquela época.

Cacau Protásio caracterizada como Carmo, personagem de Mister Brau. (Foto: TV Globo)

Cacau Protásio caracterizada como Carmo, personagem de Mister Brau. (Foto: TV Globo)

Atriz de sucesso e premiada por suas personagens, Cacau Protásio vem cada vez mais ganhando visibilidade no mercado das novelas e do humor. Consagrada nos teatros e cinemas, na televisão ela já fez participações em O Clone (2002), A Grande Família (2003), Os Aspones (2005), Páginas da Vida e Linha Direta (2006), A Diarista (2007) e Malhação (2009), até a novela Ti-ti-ti no ano de 2010. Em 2012, ela conseguiu o ápice de sua popularidade em Avenida Brasil, como a empregada Zezé. Atualmente, ela é contratada do Multishow e faz programas de humor na casa, além de integrar o elenco da série Mister Brau.

A atriz Cris Vianna. (Foto/Reprodução)

A atriz Cris Vianna. (Foto/Reprodução)

Cris Vianna estreou como atriz em 2005, quando atuou em América. Após isso, sua figura explodiu no Brasil e ela passou a atuar nas principais produções da TV Globo por diversos anos consecutivos. Treze anos depois, ela encontra-se atualmente interpretando Cairu, na novela das sete O Tempo Não Para.

Em o Outro Lado do Paraíso Erika interpretou uma juíza, que sofreu preconceito antes de ser bem sucedida profissionalmente. (Foto: Divulgação TV Globo)

Em o Outro Lado do Paraíso Erika interpretou uma juíza, que sofreu preconceito antes de ser bem sucedida profissionalmente. (Foto: Divulgação TV Globo)

A carreira de Erika é menor em comparações a citadas anteriormente. No entanto, iniciando os trabalhos na TV em 2012 na série Suburbia, ela deslanchou e, após isso, atuou em Em Família, Sol Nascente e Império. Seu recém trabalho foi em O Outro Lado do Paraíso, quando interpretou a juíza Raquel, que trouxe de volta os debates sobre racismo no Brasil.

A atriz Juliana Alves. (Foto: Reprodução)

A atriz Juliana Alves. (Foto: Reprodução)

Juliana Alves ganhou notoriedade no Brasil após participar do Big Brother Brasil em 2003. Após o programa, ela recebeu convites de diversas emissoras, entre elas, a Record TV, RedeTV! e Rede Globo para participar de suas atrações. Na Globo, ela já atuou em Chocolate Com Pimenta, Duas Caras, Ti Ti Ti, Cheias de Charme e outras.

A atriz Sheron Menezzes. (Foto: TV Globo)

A atriz Sheron Menezzes. (Foto: TV Globo)

A atriz Sheron Menezzes estreou na TV Globo na novela Esperança, em 2002. Em 2017, ela foi destaque em Novo Mundo, trama de época exibida às 18 horas e, para 2019, a moça está confirmada para Dias Felizes, novo folhetim de Walcyr Carrasco para o horário das nove.

Taís Araújo. (Foto: Reprodução)

Taís Araújo. (Foto: Reprodução)

Acostumada a ser pioneira no ramo televisivo, Taís Araújo foi a primeira protagonista negra da TV Brasileira, interpretando Xica da Silva. Também foi a primeira protagonista da TV Globo, quando atuou em Da Cor do Pecado e também a primeira protagonista negra do horário das 21h, também da Globo, em Viver a Vida, interpretando o papel de Helena.

Taís Araújo, que estava a frente do Popstar, tornou-se a primeira apresentadora negra da Globo no entretimento aos domingos. Antes de Araújo, Gloria Maria esteve a frente do Fantástico, programa dominical, porém de cunho jornalístico.

Zezé Motta. (Foto: Reprodução)

Zezé Motta. (Foto: Reprodução)

Uma das primeiras negras a atuar nas novelas do Brasil, Zezé Motta é um exemplo de inspiração e garra para todas as mulheres do país. Com passagem por quase todas as emissoras, seu último trabalho foi em O Outro Lado do Paraíso, no ano de 2017, quando interpretou a personagem Otacília Formiga (Mãe do Quilombo/Grande Mãe).

E você lembra de alguma? As atrizes negras estão ganhando cada vez mais espaço e com justiça.

Leia também – Camila Pitanga: a negra mais ‘mocinha’ do Brasil

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Como Segundo Sol levantou o debate da participação de negros em novelas

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Roberval (Fabricio Boliveira) foi um dos raros atores negros em Segundo Sol. (Foto: TV Globo)

Roberval (Fabricio Boliveira) foi um dos raros atores negros em Segundo Sol. (Foto: TV Globo)

A novela Segundo Sol, escrita por João Emanuel Carneiro e que foi encerrada no último dia 09 de novembro, deixou como herança um debate sobre a participação dos negros nas novelas do Brasil. Ambientada em Salvador, onde praticamente 80% da população se considera parda ou preta, a trama estreou com um elenco predominantemente branco e foi duramente criticada.

Enquanto a novela estava no ar, uma ação judicial foi iniciada a fim de mexer na trama de João Emanuel Carneiro. De acordo com a Revista Veja, a iniciativa do processo contra a emissora carioca partiu da União de Negros pela Igualdade (Unegro). A entidade atua há 30 anos contra discriminação racial e exige a participação de negros na televisão.

Para solucionar o problema, alguns negros foram escalados para fazerem figurantes em diversos pontos das gravações e, aparecendo em cenas rápidas com algumas falas. Além de Roberval (Fabricio Boliveira) no elenco principal, a novela contava com Zefa (Claudia Di Moura), Acácio (Danilo Ferreira) e Doralice (Roberta Rodrigues).

À imprensa, na ocasião, a Rede Globo emitiu um comunicado explicando que a os critérios para escalações não são feitos por conta de cor da pele do ator ou atriz. “Os critérios de escalação de uma novela são técnicos e artísticos. A Globo não pauta as escalações de suas obras por cor de pele, mas pela adequação ao perfil do personagem, talento e disponibilidade do elenco. E acredita que esta é a forma mais correta de fazer isso”, dizia o texto.

Toda cobrança vem sendo feito ultimamente, justamente por causa de que o público cobra uma participação mais efetiva do nas novelas dos povos que preenchem mais da metade da população brasileira. Se a população de pretos ou pardos no país é de 54%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as novelas deveriam ter mais pessoas que representam essa fatia.

Além da importância quantitativa de negros em novelas, essa questão perpassa por outros fatores tão importantes como esse. Sem a mistura, cresce ainda mais a criação de esteriótipos em relação ao “humano ideal” no país, formatando na cabeça das pessoas apenas uma cor de pele, olhos e tipo de cabelo, passando a imagem de que não somos um país formado por negros, mas sim um Brasil branco e nórdico. É o ideário de embranquecimento que ocorreu no século 19 e deveria ficar lá, mas ainda assombra a sociedade centenas de anos depois.

Leia também: Camila Pitanga: a negra mais ‘mocinha’ do Brasil

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O Tempo Não Para: Saiba se Emílio sobreviverá a picada cobra

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Emílio é picado por cobra em O Tempo Não Para. (Foto: Reprodução/GShow)

Emílio é picado por cobra em O Tempo Não Para. (Foto: Reprodução/GShow)

Emílio (João Baldasserini) acaba caindo na armadilha feita por Betina (Cleo) à Marocas (Juliana Paiva). Ele foi mordido por uma cobra coral que foi escondida no buquê de rosas pela empresária.

Ao ver que foi picado pela cobra, a garota chama o resgate enquanto assiste o advogado agonizando. Emílio dá entrada no hospital e Mariacarla (Regiane Alves) chega desesperada assim que fica sabendo o que houve. “O Emílio tá bem?”, pergunta ela.

E para seu desespero, o médico informa o falecimento. “Infelizmente não foi possível fazer nada para salvar o paciente. Sinto muito. Ele não resistiu”.

Não perca o capítulo de hoje de O Tempo Não Para.

O Tempo Não Para conta com Juliana Paiva, Nicolas Prattes, Edson Celulari, Christiane Torloni, Rosi Campos, Regiane Alves, João Baldasserini e Cleo como protagonistas da trama.

Confira o resumo completo desta terça-feira, 20.

Lúcio diz que voltou ao Brasil para reparar as maldades de Emílio. Carmen comenta com Dom Sabino sua desconfiança com Lúcio. Mariacarla avisa a Betina que Lúcio quer conhecê-la. Miss Celine se demite da escola.

Lúcio diz a Mariacarla que considera equivocada a conclusão do inquérito sobre a morte de Emílio. Marocas se surpreende ao ver toda a família vestida com trajes do século XIX, para que Samuca possa lhe pedir em casamento.

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