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Carlos Alberto de Nóbrega e Adriane Galisteu participam da última semana de Dra Darci

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Adriane Galisteu e Carlos Alberto de Nóbrega são alguns dos convidados da última semana – Foto: Edu Viana/Multishow

A temporada de “Dra.Darci” entra em sua última semana de exibição. Nesta segunda-feira, dia 09, Adriane Galisteu interpreta uma madame que nunca trabalhou e é atendida pela Dra. Darci (Tom Cavalcante).

Enquanto isso, no mesmo episódio, as coisas ficam de cabeça para baixo quando Cintia (Fabiana Karla), cansada da bagunça dos filhos, declara greve na arrumação do apartamento. 

No dia 10, o humorista Lucas Veloso interpreta um suposto filho bastado de Darci, enquanto o paciente da vez é vivido por Falcão, personagem que precisa lidar com problemas com os filhos.

Na quarta-feira, dia 11, a família de Darci segue com novos conflitos quando Fernando (Gustavo Daneluz) continua com seu vício em jogos. No consultório, Carlos Alberto de Nóbrega dá vida à Manoel, um paciente que se comporta como os personagens dos filmes e novelas que assiste.

Na quinta-feira, 12, Darci sofre um acidente de moto e, quando acorda, a única personalidade que ainda resta é a sua como doutora.

No último episódio, na sexta-feira, Darci e Cintia descobrem que nunca foram casados no papel devido a um erro do escrivão e decidem fazer uma cerimônia para toda a família. Maurício Meirelles e Ricardo Macchi são os convidados especiais do episódio de encerramento. 

O programa é exibido de segunda a sexta, às 22h30, no Muktishow. 

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Horário Nobre: A crise da Globo criar novos medalhões

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Sílvio de Abreu, diretor da dramaturgia da rede Globo. (Foto: Reprodução)

Sílvio de Abreu, diretor da dramaturgia da rede Globo, que comando o horário nobre. (Foto: Reprodução)

Recentemente a Globo deu uma nova missão a Silvio de Abreu: renovar os autores das três faixas de horário das novelas. Isso se deu por que a Globo vem enfrentando algumas dificuldades para renovar o seu casting, principalmente o do horário nobre. Essa missão foi concluída com êxito pelo agora diretor dramaturgo – mas apena nos horários das 18h e 19h.

No horário das nove, em toda esta década, apenas dois autores foram testados. Walcyr Carrasco, que teve amplo sucesso em O Outro Lado do Paraíso, e Maria Adelaide Amaral, que fracassou na sua única tentativa de imersão no horário, A Lei do Amor, que não conseguiu cativar o público e decaiu em audiência quando em comparação com outras novelas “nobres”.

Na mídia, porém, circulam diversos nomes de autores que são ventilados para assumir o posto do horário mais disputado – e rentável – do país, que tem audiência média de 60 milhões de telespectadores. Entre eles, Lícia Manzo, a autora de Sete Vidas (que agradou muito a direção da emissora carioca, bem como o público) e Ricardo Linhares, que tem a assinatura em outros grandes sucessos que foram sucesso de audiência e crítica, como Rock Story, Babilônia e A Indomada.

Uma autora reservada para o horário nobre, porém que ainda não é um dos “medalhões” da Globo é Manuela Dias. Se trata de uma renovação, porém, circula pelos bastidores da Globo o risco de que sua novela se torne uma minissérie – e acabe não estreando no horário, como aconteceu com Duca Rachid e Thelma Guedes, que tiveram um projeto confirmado e datado, mas depois foi retirado do horário.

Historicamente, as novelas das nove são sempre as de maior audiência, que apresentam maior repercussão e melhores críticas, o que consequentemente acaba tornando o horário o mais lucrativo para a receita da Globo. Porém, como nada é tão simples, os projetos cogitados para ocupar essa faixa sofrem uma pressão maior, exigindo resultados. Por isso, a emissora preferia usar seus medalhões, que são praticamente garantias de resultados, como Aguinaldo Silva, João Emanuel Carneiro e Glória Perez.

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Por que Sob Pressão faz tanto sucesso

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(Divulhação/Globo)

Que “Sob Pressão” é a série de maior sucesso da Rede Globo dos últimos anos, é um fato incontestável. Com bons números de audiência, uma ótima repercussão nas redes sociais e, em sua maior parte, elogiada pelo público, o drama médico protagonizado por Marjorie Estiano e Júlio Andrade está atualmente em sua segunda temporada, mas com uma 3ª (de 14 episódios) já garantida.

Desde que a produção de seriados da emissora aumentou, a Globo ainda não tinha conseguido alcançar isso. O que difere, então, a história de Evandro (Andrade) e Carolina (Estiano) das outras?

Um motivo que pode ser levado em conta é a semelhança (ao menos na base da história) de “Sob Pressão”com famosas séries médicas, como “Grey’s Anatomy,” House”, e “E.R- Plantão Médico”. Assim como esses programas de sucesso, o seriado da Globo mescla o dia-a-dia de um hospital, seus funcionários e os casos que precisam ser resolvidos por eles, enquanto lidam com diversos problemas em sua vida pessoal. É a clássica e batida fórmula de seriados médicos, que deu vida a inúmeros programas de sucesso nos Estados Unidos e que parece funcionar até hoje.

Outro motivo é a clara estrutura folhetinesca na qual as situações são sustentadas. Sempre existe uma virada próxima de acontecer (e ela quase sempre pode ser prevista antes de acontecer), construída geralmente com base em situações vivenciadas com pacientes. Em um país onde a telenovela ainda é a maior fonte de entretenimento, é compreensível que esse tipo de estrutura funcione, mesmo que em produções seriadas.

“Sob Pressão” ainda usa outro elemento do folhetim clássico: A dualidade entre dois protagonistas que se apaixonam. Evandro é o doutor cético, Caroline é aquela que se baseia na fé e usa isso para tudo no seu dia-a-dia. É a clássica história dos “opostos que se atraem”, que dá liga a história de amor dos dois e, mais uma vez, funciona para o público.

Existem vários defeitos na série – inclusive ligados à forma como todos esses pontos são apresentados -, mas há que se dar o braço a torcer: “Sob Pressão” soube entender seu público e o que ele quer consumir e, por isso, é um sucesso.

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Como uma possível queda de braço entre o presidente do Atlético PR e a CBF afetaria a Globo

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Como uma possível queda de braço entre o presidente do Atlético PR e a CBF afetaria a Globo. (Foto: Reprodução)

Como uma possível queda de braço entre o presidente do Atlético PR e a CBF afetaria a Globo. (Foto: Reprodução)

O presidente do Atlético PR é um dos cartolas mais críticos da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e também da Rede Globo. O dirigente há tempos já não aceitou a receita da emissora carioca e transmitiu os jogos do Atlético apenas pela internet, recusando a exibição na TV.

Em suas recentes declarações em entrevista, o presidente já deixou claro que quer mudanças na estrutura do futebol brasileiro e tem peitado a CBF em diversos assuntos. Por conta de seu gênio e sua atitude diante a essas questões, alguns diretores de futebol gostariam de ver o presidente do Atlético PR no comando da Confederação.

Com apoio declarado ao novo governante do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, o presidente do Atlético PR estaria disposto a buscar força através do Governo Federal para se tornar candidato da CBF e vencer a guerra que ele quer enfrentar. Com ideias diferentes do tradicional, ele poderia interferir nos direitos de transmissão de futebol que atualmente tem em suas principais lideranças a Rede Globo.

Uma das propostas do presidente do Atlético, por exemplo, é favorável a melhores horários de transmissões dos jogos. Ele também é favorável a diminuição de partidas do calendário e que os estaduais sejam esticados para o ano todo.

A guerra declarada entre o presidente do Atlético e Confederação Brasileira de Futebol, CBF, poderia prejudicar diretamente a Rede Globo de Televisão que, atualmente, exibe clássicos do futebol em diversos dias da semana e tem o controle sob a maioria dos jogos. Além disso, caso vença a batalha, as decisões dele poderá apresentar mudanças significativas no futebol brasileiro.

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