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Após 8 anos, jornalista da Globo é demitido: “Não esperava uma demissão agora”

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O jornalista Jorge Vinícius. (Foto: Reprodução/Globo)

O jornalista Jorge Vinícius. (Foto: Reprodução/Globo)

Após 8 anos trabalhando para o SportTV em São Paulo, o jornalista Jorge Vinícius foi demitido. Ele relatou que foi pego de surpresa com a decisão.

Leia também: Leo Dias rebate seguidor sobre demissão e declara: “Tenho três empregos”

A demissão, que aconteceu nesta segunda-feira (20), trata-se de uma reestruturação do departamento de esporte, diante da integração dos núcleos da emissora e da SporTV em um só, segundo informações da emissora.

“Eu fiz parte da reestruturação que, você bem se lembra, começou em setembro no Grupo Globo. E agora, sobrou pra mim (risos)”, lamentou ele, com ironia, em entrevista concedida ao UOL.

“De fato, eu fui pego de surpresa, não esperava uma demissão agora. Mas vida que segue, vamos recomeçar. Mas sobre a Globo, só tenho coisas boas para falar”, completou o jornalista, inconformado.

 

APÓS SER DEMITIDO DA GLOBO POR GAFE, APRESENTADOR SE REVOLTA EM REDE SOCIAL

Após cometer uma gafe ao vivo, o jornalista e apresentador Fernando Vannucci foi demitido e se revoltou com a emissora após ser deixado de fora em homenagem da comemoração de 40 anos do Globo Esporte, exibida nesta terça-feira (14).

“Quarenta anos do Globo Esporte… nem citaram meu nome, mas quem viu, sabe que eu estava lá por mais de 20 anos! História é história! Ou não? Pode isso…? Ficar triste? Jamais… é só decepção mesmo”, desabafou ele em legenda de uma publicação em seu perfil no Facebook, junto de um vídeo dele apresentando uma edição do programa, em 1988.

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“Se eu fosse o técnico, a França não seria campeã”, diz Tite em programa de TV

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Tite foi o entrevistado da semana no Bola da Vez. Imagem: Reprodução (ESPN Brasil)

O técnico da seleção brasileira Adenor Bachi, o Tite, deu uma declaração polêmica no início da madrugada de domingo. Segundo palavras do próprio treinador, caso ele estivesse dirigindo a seleção francesa, o time não teria conquistado a Copa do Mundo de 2018.

A controversa declaração aconteceu durante a exibição do programa Bola da Vez, da ESPN Brasil, que foi ao ar à 00h00 deste domingo, 11. Tite não se fez de rogado quando questionado sobre as razões que levaram a França a conquistar seu segundo troféu do mundo.

“A França pratica um futebol muito mais reativo e que permitiu o título por conta da estratégia de contra-ataque. É uma forma de ver o jogo que muitos fazem, mas eu não gosto”, afirmou o técnico lembrando que, para ele, o futebol necessita de repertório e de posse de bole.

“Trata-se de escolhas na vida de um treinador. Eu tento arriscar para apresentar sempre resultado com desempenho, mas o desempenho sempre deve vir antes, nos meus times”. Neste contexto, Tite afirmou que não gosta muito de ver a seleção francesa ou a seleção inglesa.

Ainda durante a entrevista que contou com a presença de Mauro Cézar Pereira e de Gustavo Hoffman, além da apresentação de João Carlos Albuquerque, o comandante da seleção canarinho falou sobre a relação com Neymar e sobre os piores momentos logo após a derrota para a Bélgica na Copa de 2018, ocorrida na Rússia.

Bola da Vez

O programa Bola da Vez é um dos mais tradicionais da ESNP Brasil. Semanalmente, o programa recebe um convidado especial do universo esportivo. Na atual temporada conta com a apresentação de João Carlos Albuquerque, o canalha, e semana a semana, os entrevistadores são escolhidos, de acordo com o convidado em questão.

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O que pensam os torcedores sobre os estaduais fora da Globo

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Globo pode não exibir estaduais (Foto: Divulgação)

O presidente do Atlético-PR, Mário Celso Petraglia, deu entrevista para rádio Transamérica e afirmou que a Rede Globo de Televisão não vai mais comprar os direitos de transmissão dos Campeonatos Estaduais a partir de 2020, ou seja, ano que vem deve ser a última vez que a emissora carioca exiba os jogos dos regionais, exceto ao Campeonato Paulista, que deve seguir na grade do canal até 2022 por questões contratuais.

Fernando Manuel Pinto, diretor de direitos esportivos do Grupo Globo, em entrevista ao Lance!, comentou que os estaduais são tradicionais, contudo, prejudica um pouco o futebol a nível nacional, pois os torcedores se preocupam apenas com o futebol regional durante quatro meses do ano.

Boa parte dos cartolas brasileiros defende a manutenção dos estaduais. Desses defensores, há uma ala que deseja os regionais durante todo o ano. Já uma outra parte, quer o fim das competições, aumentando o espaço no calendário e permitindo que os clubes tenham uma pré-temporada mais lucrativa.

Diante desta polêmica, “O Canal” conversou com alguns torcedores para saber o que eles acham do fim dos estaduais. Vale ressaltar que, sem uma emissora de televisão exibindo os jogos dessas competições, a tendência é que os regionais acabem.

Caio Araújo, torcedor do Flamengo, disse que o Campeonato Carioca, considerado o mais charmoso dos estaduais, perdeu a graça, principalmente quando mudou o seu formato. “Agora não faz o menor sentido essa competição. Tem time que ganha a Taça Guanabara, outro a Taça Rio, mas o campeão Carioca é um time que foi eliminado na semifinal das outras duas competições. É chato demais”, declarou.

Renan Ribeiro, torcedor do São Paulo, acredita que os regionais precisam passar por uma reformulação, contudo, continuar existindo no calendário. “São muitos clubes e pessoas que dependem disso. Acho que precisa reformular”, comentou. “Se a Globo não quiser passar os jogos, tem outros canais. Que torcedor vai deixar de ver um Corinthians e São Paulo? Ninguém”, falou.

Dalton Silva ficou empolgado ao saber que a Globo pode abrir mão das competições estaduais. “Torço para o Grêmio e tenho certeza que outra emissora vai comprar os direitos. Talvez esse canal exiba os jogos mais cedo, seja mais democrática nas exibições das partidas”, disse o torcedor. “Pode ser uma nova via”, concluiu.

É preciso lembrar que, além dos canais tradicionais, o Facebook também tem comprado direitos de transmissões para exibir na rede social competições esportivas. A empresa poderia entrar na briga para ter os campeonatos regionais e conquistar mais simpatizantes.

A Globo não confirmou se vai deixar de transmitir as partidas dos estaduais a partir de 2020, porém, ocorrendo essa situação, é muito improvável que outra emissora não se interesse pelas competições. Resta saber como o canal dos Marinhos vai lidar com esta guerra.

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Facebook e emissoras entram em guerra por campeonato que ainda nem existe. Confira

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(Foto: Divulgação)

Caiu como uma bomba do mundo do futebol a possível criação de uma Superliga de Futebol da Europa com os 16 melhores clubes do velho continente. Cansados da monotonia dos seus campeonatos nacionais, no qual os campeões são quase sempre os mesmos, as potências do esporte mais popular do planeta negociam as escondidas uma nova competição para deixar o espetáculo mais acirrado.

Com o furo de reportagem da revista alemã “Der Spiegel”, as emissoras de televisão do Brasil já ligaram o sinal de alerta e passaram a sondar dirigentes dos clubes europeus para saber se a história era verdadeira e qual pé estaria o caso. A resposta foi positiva em relação a criação do novo campeonato, entretanto, há diversos empecilhos para que saia realmente do papel.

Diante disto, os canais estão se preparando para entrar numa disputa gigante para adquirir os direitos de transmissão da competição. Com a união da Fox Sport e Espn, as Organizações Globo deve brigar pela aquisição do campeonato na TV Aberta e também TV Fechada.

Além de brigarem entre si, as emissoras provavelmente terão a concorrência do Facebook. Determinada a exibir eventos esportivos, a rede social mais popular do mundo deve entrar na disputa, assim como fez com a Champions League e a Copa Libertadores da América.

Vale ressaltar que, caso a competição saia do papel, ela deve começar a partir da temporada 2021/2022, contando inicialmente com Real Madrid, Barcelona, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Milan, Bayern de Munique, Arsenal, Paris Saint-Germain e Juventus.

A Associação de Ligas Europeias soltou nota se opondo a criação da nova liga e fez críticas ao formato, pois prejudicaria comercialmente centenas de clubes do velho continente.

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