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Fernanda Lima faz discurso feminista e web tomba; Veja repercussão

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Amor & Sexo é apresentado por Fernanda Lima. (Foto: Reprodução)

Amor & Sexo é apresentado por Fernanda Lima. (Foto: Reprodução)

O programa “Amor e Sexo” foi exibido na noite da última terça-feira, 06, trazendo como tema o feminismo e aproveitou o espaço de arte para homenagear a vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assassinada no começo deste ano. Mas o que tombou a internet foi o discurso da apresentadora Fernanda Lima durante a atração.

Fernanda falou que as mulheres são tratadas como loucas pelos machistas, tendo como objetivo diminuí-las e demonstrar superioridade. No discurso, ela avisa que isto vem passando por um processo de transformação e que o movimento feminista continuará lutando para que pessoas do sexo feminino e masculino tenham as mesmas oportunidades.

“Chamou de louca a mulher que desafia as regras e não se conforma. Chamou de louca a mulher cheia de erotismo, de vida e de tesão. Chamou de louca a mulher que resiste e não desiste. Chamou de louca a mulher que diz sim e que diz não. Não importa o que façamos, nos chamam de louca”, declarou Fernanda Lima. “Prepara-se, porque essa revolução não tem mais volta”, concluiu.

Na tarde desta quarta-feira, 07, Fernanda se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter. Um lado defendeu a apresentadora, parabenizando-a por trazer temas considerados tabus na sociedade brasileira, permitindo que as pessoas reflitam sobre a inclusão social.

Manuela D’ávilla, do PCdoB, candidata a vice-presidente pela chapa derrotada de Fernando Haddad, fez parte do grupo que gostou da atitude da comunicadora da Rede Globo de Televisão.  “A nossa loucura apenas começou: a loucura de acreditar numa sociedade que trate a todos como iguais, valorizando a riqueza de nossa pluralidade”, escreveu.

Contudo, houve quem se manifestou contra o discurso de Fernanda, pois consideraram as falas da apresentadora irreais, hipócritas e apenas uma forma de lacrar frente a determinado grupo político. Outra parte diz que ela quis desafiar o futuro governo de Bolsonaro, já que usou as palavras “boicotar” e “enfrentar as engrenagens do sistema”.

 

“Amor e Sexo” não vem conseguindo conquistar bons índices de audiência, mas toda semana tem sido responsável pelas maiores repercussões da Rede Globo neste final de ano. Os temas polêmicos da atração vem fazendo os telespectadores debaterem, seja para discordar da conduta da produção do programa ou para concordar com os questionamentos levantados sobre determinados temas enxergados como polêmicos.

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Conheça Ilha de Ferro, nova série Globoplay

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Ilha de Ferro conta o dia-a-dia de petroleiros (Foto: Divulgação)

A investida da Globo em séries originais para o seu serviço de streaming, o Globoplay, continua a todo vapor. A bola da vez agora é “Ilha de Ferro”, que teve os 12 episódios de sua primeira temporada disponibilizados ontem na plataforma e já está renovada para mais duas temporadas. Assim como “Assédio”, a emissora irá exibir o primeiro capítulo no formato de filme no dia 19, em uma edição especial da Tela Quente.

Escrita por Adriana Lunard, “Ilha de Ferro” traz no centro Cauã Reymond interpretando Dante, um petroleiro que, assim como os outros de sua plataforma PLT-137, vive sua vida entre a terra e o mar, passando algumas semanas confinado na “ilha de ferro”, seu local de trabalho, que fica a uma hora de helicoptero da costa brasileira. Além de mostrar os desafios enfrentados pelos petroleiros em seu local de trabalho, a série também contará seus dramas pessoais. No caso do protagonista, terá que lidar o fato de sua mulher Leona (Sophie Charlotte) estar tendo um caso com seu irmão Bruno (Kleber Toleddo).

Além de Cauã, Maria Casedevall também protagoniza a série, interpretando Júlia, neta do presidente do Sindicato dos Petroleiros, filha do Ministro de Minas e Energia e que, além da resistência do pai, tem que lidar com o ambiente preconceituoso no próprio local de trabalho.

Segundo o diretor Afonso Poyart (“Dois Coelhos”, “Mais Forte Que o Mundo”), a série “não é dramaturgia simples, não. Tem mar, água, tiro, porrada, um ambiente que você não controla.”

Mesmo antes da exibição na Tela Quente do primeiro episódio, a segunda temporada de “Ilha de Ferro” já está em produção e uma terceira foi encomendada.

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Por que Sob Pressão faz tanto sucesso

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(Divulhação/Globo)

Que “Sob Pressão” é a série de maior sucesso da Rede Globo dos últimos anos, é um fato incontestável. Com bons números de audiência, uma ótima repercussão nas redes sociais e, em sua maior parte, elogiada pelo público, o drama médico protagonizado por Marjorie Estiano e Júlio Andrade está atualmente em sua segunda temporada, mas com uma 3ª (de 14 episódios) já garantida.

Desde que a produção de seriados da emissora aumentou, a Globo ainda não tinha conseguido alcançar isso. O que difere, então, a história de Evandro (Andrade) e Carolina (Estiano) das outras?

Um motivo que pode ser levado em conta é a semelhança (ao menos na base da história) de “Sob Pressão”com famosas séries médicas, como “Grey’s Anatomy,” House”, e “E.R- Plantão Médico”. Assim como esses programas de sucesso, o seriado da Globo mescla o dia-a-dia de um hospital, seus funcionários e os casos que precisam ser resolvidos por eles, enquanto lidam com diversos problemas em sua vida pessoal. É a clássica e batida fórmula de seriados médicos, que deu vida a inúmeros programas de sucesso nos Estados Unidos e que parece funcionar até hoje.

Outro motivo é a clara estrutura folhetinesca na qual as situações são sustentadas. Sempre existe uma virada próxima de acontecer (e ela quase sempre pode ser prevista antes de acontecer), construída geralmente com base em situações vivenciadas com pacientes. Em um país onde a telenovela ainda é a maior fonte de entretenimento, é compreensível que esse tipo de estrutura funcione, mesmo que em produções seriadas.

“Sob Pressão” ainda usa outro elemento do folhetim clássico: A dualidade entre dois protagonistas que se apaixonam. Evandro é o doutor cético, Caroline é aquela que se baseia na fé e usa isso para tudo no seu dia-a-dia. É a clássica história dos “opostos que se atraem”, que dá liga a história de amor dos dois e, mais uma vez, funciona para o público.

Existem vários defeitos na série – inclusive ligados à forma como todos esses pontos são apresentados -, mas há que se dar o braço a torcer: “Sob Pressão” soube entender seu público e o que ele quer consumir e, por isso, é um sucesso.

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Como Rogério Gomes, o Papinha, tornou-se em um dos principais diretores da Globo

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Rogério Gomes, mais conhecido como Papinha. (Foto: Reprodução)

Rogério Gomes, mais conhecido como Papinha. (Foto: Reprodução)

Rogério Gomes, mais conhecido também como Papinha é um diretor de novelas da Rede Globo e de filmes. Antes de assumir o cargo, Rogério já foi operador de VT, montador e editor.

Aos cinco anos, Papinha teve seu primeiro contato com a TV, quando começou a acompanhar o pai, o locutor Hilton Gomes, aos estúdios da TV Tupi. Desde então brotou uma paixão pela televisão. Em 1980, começou a trabalhar como operador de VT na TV Globo.

Antes de começar a trabalhar com novelas, Papinha editou e dirigiu diversos clipes exibidos no Fantástico, algumas edições do Hollywood Rock e também o primeiro Rock in Rio. Rainha da Sucata foi a sua primeira novela que assinou como editor.

Logo depois, dirigiu a minissérie O Sorriso do Lagarto, a novela Deus Nos Acuda. Vira-Lata foi primeira novela que assinou como diretor geral,junto de Jorge Fernando. Agora, aos 57 anos, Papinha acumula em sua bagagem a direção de 14 novelas, uma minissérie e dois filmes. Atualmente Rogério é diretor artístico da novela O Sétimo Guardião.

Papinha não é diretor autoral, ou seja, ele tem uma enorme facilidade em ler roteiros dos autores e embarcar no universo criado por eles. Isso faz com que a direção seja ousada. Rogério tem poucas marcas, fruto de estar sempre se reinventando.

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