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TV Cultura

Confira fotos do novo cenário do Roda Viva

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Roda Viva passa por reformulações. Veja fotos do novo cenário (Foto: Reprodução/TV Cultura)

Roda Viva passa por reformulações. Veja fotos do novo cenário (Foto: Reprodução/TV Cultura)


Com a chegada de Leão Serva, novo diretor de jornalismo, a TV Cultura passa por um processo de reformulação em programas importantes, como o Roda Viva e o Jornal da Cultura.

VEJA TAMBÉM:

Confira fotos do novo cenário do Roda Viva que estreia no programa desta segunda, 05/08, sob a apresentação de Daniela Lima.

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Notícias da TV

No Roda Viva, Glenn Greenwald comenta sobre o Lava Jato: “me arrependo de ter apoiado”

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Glenn Greenwald foi o convidado o Roda Viva na segunda-feira, 2 (Foto: Reprodução/TV Cultura)

Glenn Greenwald foi o convidado o Roda Viva na segunda-feira, 2 (Foto: Reprodução/TV Cultura)

Durante o programa, Glenn alfinetou Moro e Dallagnol, não relevou as fontes do The Intercept e disse que investigação contra seu marido é uma tentativa de intimidá-lo.

Em entrevista a jornalistas do programa “Roda Viva”, da TV Cultura, na segunda-feira, 2, Glenn Greenwald, editor do site The Intercept Brasil, reafirmou, diante da insistência dos entrevistadores, que as mensagens entre procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que vêm desvendando a nuance parcial e política da operação Lava Jato, são autênticas.

Desde o início do programa o convidado foi questionado sobre sua opinião a respeito da Operação Lava Jato, Glenn respondeu ter apoiado a ação da Polícia Federal, mas se arrepende.

“Me arrependo de ter apoiado. No passado, inclusive, eu era atacado pela esquerda por apoiá-los. Via vícios na operação, mas achava que seu propósito era importante”, ressaltou.

Glenn Greenwald disse que as investigações abertas contra seu marido, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), para apurar a prática da chamada “rachadinha” – quando funcionários comissionados devolvem dinheiro ao político que os contrata – no período em que ele era vereador no Rio, conforme noticiado pela revista Época na semana passada, são uma estratégia para intimidar a ambos.
“Exatamente como Sergio Moro tentou abusar de seu poder comandando a Polícia Federal, influenciando o Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], para primeiramente me investigar, e o Supremo [Tribunal Federal] impediu isso, porque foi uma violação da liberdade de imprensa, como retaliação, agora estão fazendo contra o meu marido. É só isso. Nunca vai ter evidência”, disse Greenwald, ao ser sabatinado.

Glenn Greenwald responde sabatina no programa Roda Viva (Foto: Reprodução/TV Cultura)

Glenn Greenwald responde sabatina no programa Roda Viva (Foto: Reprodução/TV Cultura)


Ele contou que todo o conteúdo foi analisado por especialistas, inclusive estrangeiros, e que as conversas ainda passaram por análises de outros veículos que estão divulgando a série, como a Veja, a Folha de S. Paulo, o El País, a Agência Pública e o BuzzFeed.
“Esse jogo cínico que Moro e Dallagnol estavam fazendo acabou. Todos sabem que as mensagens são autênticas. Temos um ministro da Justiça e um coordenador da Lava Jato que usavam métodos corruptos não em casos isolados, mas o tempo todo”, afirmou.
Por vários momentos do programa, os jornalistas tentaram “emparedar” Greenwald ao sugerirem que ele não deveria usar de um material obtido de maneira ilícita para fazer as matérias da Vaza Jato. O jornalista, então, lembrou que em todo o mundo democrático as maiores reportagens da história foram feitas baseadas em informações obtidas de forma ilegal, praticamente dando uma aula de jornalismo aos entrevistadores.
“Se você olha o jornalismo do mundo democrático, em boa parte das vezes é baseado em fontes que adquiriram informações de maneira ilícita. O caso do Pentagon Papers foi um exemplo disso, que mostrou que o governo dos EUA estava mentindo sobre a Guerra do Vietnã. Esses documentos foram mandados pela fonte para o The New York Times e hoje ele é um herói. Quando do caso Snowden, ninguém nesse país questionou o fato de que as informações foram adquiridas de maneira ilícita”, disparou Glenn.
Greenwald também negou que tenha pagado qualquer quantia financeira para sua fonte repassar as informações que obteve e também disse que sua equipe não trabalham com estratégia de “timing” para as matérias, mas apenas com apuração jornalística.
Confira à íntegra da entrevista:

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Famosos

No Roda Viva, Alexandre Frota fala em “ditadura bolsonariana” no Governo Federal

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Frota se filiou após ser expulso do PSL (Reprodução/TV Cultura)


Recém-chegado ao ninho tucano, depois de ter siso expulso do PSL, o deputado federal Alexandre Frota, ex-ator pornô que ganhou status de político de primeira grandeza, foi o convidado, na segunda-feira, 19, no programa Roda Viva, da TV Cultura. Entre os assuntos mais polêmicos, o Frota falou sobre fake news na campanha eleitoral e comentou que há uma “ditadura bolsonariana” no Governo Federal.

Segundo Frota, que apoiou o presidente durante a disputa eleitoral, não existe abertura ao diálogo e nem espaço para quem pensa diferente.
“Bolsonaro quer fazer as coisas do jeito dele, ouve muito pouco aqueles que querem se posicionar. E a gente tem que procurar um diálogo, ele não está aberto a isso, ele está aberto só para determinadas pessoas que ele acha que fazem parte do mundo dele” afirmou, citando que o presidente ouve o filho Carlos Bolsonaro vereador no Rio, o filósofo Olavo de Carvalho e o assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Filipe Martins.

“Ele quer ser reeleito, por isso as declarações que faz”, disse, ao responder se a postura do presidente de falar praticamente todos os dias com a imprensa seria uma estratégia.

“Em apenas dois dias ele não causou problemas: quando o Twitter estava fora do ar e quando tirou um dente”, completou.
Frota também revelou que “sabia que tinha fake news, sabia que tinha todo esse jogo” na campanha eleitoral do ano passado.
“Não acho normal, mas faz parte do jogo. É um jogo sujo”, disse o parlamentar. “Topei jogar esse jogo, tanto topei que estou aqui”, completa.

Frota disse, no entanto, que nunca presenciou distribuição de notícias falsas durante a campanha de Bolsonaro à Presidência. Disse que fez sua campanha sozinho.
No ano passado houve uma campanha ilegal contra o então presidenciável do PT, Fernando Haddad, financiada por empresas e que se baseou na divulgação de fake-news (notícias falsas) no WhatsApp para prejudicá-lo, conforme denunciou uma reportagem do jornal Folha de São Paulo.
De acordo com a matéria, cada contrato chega a R$ 12 milhões e, entre as empresas compradoras, está a Havan.
Gleen estava de olho
O jornalista Glenn Greenwald, editor do The Intercept Brasil, veículo responsável pela divulgação dos diálogos da Vaza Jato, usou o Twitter para comentar vídeos de trechos da entrevista do deputado federal Alexandre Frota, ex-PSL e agora no PSDB, no Roda Viva, da TV Cultura.
O jornalista tweetou sobre a declaração de Frota a respeito da relação de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, ligações de legenda partidária e opiniões do ex-PSL.


A entrevista na íntegra com o Alexandre Frota está disponível no Canal Oficial da TV Cultura. Confira abaixo:

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Notícias da TV

Roda Viva: “A meta é ‘apertar’ ainda mais os convidados”, diz Daniela Lima sobre nova fase do programa

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Wesley Ferreira repórter O Canal (à esquerda) e Daniela Lima (à direita) na estreia do Roda Viva. (Foto: Ana Elize Rodrigues)

Wesley Ferreira repórter O Canal (à esquerda) e Daniela Lima (à direita) na estreia do Roda Viva. (Foto: Ana Elize Rodrigues)


Estreou na segunda-feira, 5, o novo formato do Roda Viva, agora com a apresentação da jornalista Daniela Lima. Ela não foi a única novidade no programa, que também ganhou um novo cenário, projeto gráfico e trilha sonora.
O Canal conversou com exclusividade com a jornalista após a sua estreia no comando do tradicional programa de debate da TV Cultura. Questionada justamente sobre a responsabilidade de comandar o Roda Viva, ela comenta que se preparou muito.

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“Estou lidando com o tamanho que a responsabilidade [de comandar o Roda Viva] têm, que é grande. Tentei me preparar o máximo para o programa que fique a altura, mas ainda sim, com um novidades, denso e qualidade. Acredito que conseguimos entregar um programa com pluralidade no debate”, comenta sobre a estreia do novo formato do Roda Viva.
Daniela ressalta que o formato de sucesso ainda é o mesmo, mas que será apresentado de forma mais dinâmica e modernizado.

“A jóia da coroa do Roda [Viva] é um lugar para marcar posição, a meta é “apertar” ainda mais [os convidados]”, disse.

O primeiro convidado da noite foi o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, que comentou, entre outros assuntos, sobre a polêmica declaração do presidente Jair Bolsonaro sobre o desaparecimento de seu pai, de Fernando Santa Cruz, logo após ser preso por agentes do regime militar. Documentos da Comissão da Verdade, da Marinha e da Aeronáutica atestam que ele foi morto um dia após sua prisão.

Presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, foi o convidado da estreia do novo formato do programa Roda Viva. (Foto: O Canal)

Presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, foi o convidado da estreia do novo formato do programa Roda Viva. (Foto: O Canal)


O time para a primeira edição contou com uma novidade: uma bancada formada por jornalistas mulheres, com a participação de Vera Magalhães, comentarista da rádio Jovem Pan e colunista do jornal O Estado de São Paulo; Malu Delgado, editora-assistente de política do jornal Valor Econômico; Renata Agostini, repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo; Luciana Coelho, editora do núcleo Cidades da Folha de S. Paulo; e Carolina Brígido, repórter do jornal O Globo e da revista Época.
Se haviam dúvidas sobre uma posicionamento mais a direita por parte do programa devido as mudanças na direção da emissora, a estreia do novo Roda Viva e o feedback do público, mostram o contrário. A bancada feminina e o convidado foi motivo da irá de alguns telespectadores nas redes sociais.


Confira na íntegra o programa de segunda-feira, 5:

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